sábado, 10 de agosto de 2013


O PASSE ESPÍRITA CURA?

Sim. Quando ministrado e recebido com fé, o passe é capaz de produzir verdadeiros prodígios. Ele têm como objetivo o reequilíbrio do corpo físico e espiritual. Mas é preciso esclarecer que a cura não acontece em todos os casos. Ás vezes, o bem do doente está em continuar sofrendo. Por isso devemos explicar, segundo a visão espírita, porque ficamos doentes, porque uns conseguem curar-se e outros não, etc. Para que os que não alcançarem a cura, não saiam decepcionados achando que o Espiritismo é uma religião de charlatães. André Luiz em Opinião Espírita, cap. 55 explica que: “(...) OS CENTROS ESPÍRITAS PRECISAM, AO LADO DO TRABALHO DE PASSE, PROPICIAR OS MEIOS PARA QUE FREQUENTADORES CONHEÇAM A DOUTRINA E SE EXERCITEM NUM TRABALHO ÍNTIMO DE EVANGELIZAÇÃO, PARA A CONQUISTA DA SAÚDE DEFINITIVA.” Porque com a cura física, muitas pessoas se atiram de novo ao desregramento, voltando a se prejudicarem. Mas quem aprende que precisa se aprimorar espiritualmente na prática do Bem e nisso se empenha, quer alcance ou não a cura do corpo, encontrará o caminho para a cura verdadeira e duradoura, a manutenção do equilíbrio em seu espírito imortal. Portanto, empenhemo-nos em curar males físicos, se possível. Mas lembremos, porém, que o Espiritismo “cura sobretudo as moléstias morais”. Não queiramos dar maior importância à cura de corpos do que ao fim principal do Espiritismo, que é “tornar melhores aqueles que o compreendem.”
CADA CENTRO ESPÍRITA TEM UM MÉTODO DE APLICAR O PASSE? Alguns sim, mas o movimento espírita, como todo movimento é conduzido por humanos, cada qual num grau de evolução, conseqüentemente, a interpretação será conforme seu entendimento. Mas, José Herculano Pires no livro “Obsessão, O Passe e a Doutrinação” explica que: “o passe espírita não comporta as encenações e gesticulações que hoje envolvem alguns teóricos improvisados, geralmente ligados a antigas correntes espiritualistas de origem mágica ou feiticista. Os espíritos realmente elevados não aprovam nem ensinam essas coisas, mas à prece e a imposição das mãos.”
MAS, ANDRÉ LUIZ NARRA EM VÁRIOS LIVROS, COMO POR EXEMPLO “NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE” CAP. 17, A APLICAÇÃO DE PASSES LONGITUDINAIS. POR QUE NÃO FAZER O MESMO? Precisamos compreender que o ângulo de observação de André Luiz é do plano espiritual. Quando ele se refere a outro tipo de passe, os “passistas” são sempre espíritos desencarnados, que podem ver o funcionamento de nossos órgãos, o que para nós, encarnados, não é possível. Além do mais, como disse J. Herculano Pires:“a técnica do passe não pertence a nós, mas exclusivamente aos Espíritos Superiores. Só eles conhecem a situação real do paciente, as possibilidades de ajudá-lo em face de seus compromissos nas provas, a natureza dos fluidos de que o paciente necessita e assim por diante.” Por exemplo: quando tomamos um comprimido para dor de cabeça, este não precisa ir para a cabeça para agir. Assim é o PASSE, que é aplicado no alto da cabeça (coronário), e os espíritos se encarregam em levar os fluidos ao local do corpo necessitado.
O PASSE ESPÍRITA UTILIZA MACA? Não. Este método é utilizado na terapia holística chamada Reiki. Os adeptos desta terapia acham as filas de espera do passe espírita muito impessoal. Por isso, utilizam maca, onde o paciente recebe energia com hora marcada, música relaxante e essências aromáticas.
O PASSE REIKI TAMBÉM CURA? Sim, também faz os doentes saírem física e mentalmente recuperados. Deus não beneficia só os espíritas ou os freqüentadores da casa espírita. Cabe a nós, espíritas, respeitarmos as mais diversas modalidades e formas de cura. São meios úteis de minimizar o sofrimento alheio.
SE É BOM, POR QUE O ESPIRITISMO NÃO ADOTA TAL MÉTODO? Porque o passe espírita também é bom e para ser bom aprendemos que não precisa de recursos materiais. Os espíritas precisam ajudar a renovação das idéias religiosas e não conseguirão isso, se ocultar o que já conhecem e se cederem sempre aos atuais costumes ou novidades. Além do que, o espírita tem o dever de não ficar preso às fórmulas religiosas que nada mais lhe significam como: maca, lâmpadas coloridas, etc., que fazem função de amuletos. Divaldo numa entrevista dada ao Correio Espírita disse: “deve-se evitar, quanto possível, a exposição de lâmpadas coloridas, no pressuposto de realizar-se ação cromoterapêutica.” Vejamos o que disse José Herculano Pires, no mesmo livro acima citado: “Todas essas tolices decorrem essencialmente do apego humano às formas de atividades materiais. O passista consciente, conhecedor da doutrina e suficientemente humilde compreende que ele pouco sabe a respeito dos fluidos espirituais, e o que pensa saber é simples pretensão orgulhosa, limite-se à função mediúnica de intermediário. Muitas vezes os Espíritos recomendam que não façam movimentos com as mãos e os braços para não atrapalhar os passes.”
Ultimamente estamos encontrando muitas novidades no meio espírita. Há, por exemplo, quem acredite que a desobsessão e o passe espírita pararam no tempo, conseqüentemente, precisam de ajuda. Perguntemos: ALLAN KARDEC ESTÁ ULTRAPASSADO? J. Herculano Pires responde: “O Kardec superado, dos espíritas pretensiosos dos nossos dias está sempre na dianteira das conquistas atuais. O Espiritismo é a Ciência e acima de tudo a Ciência que antecipou e deu nascimento a todas as Ciências do Paranormal, desde as mais esquecidas tentativas científicas do passado até a Metapsíquica de Richet e a Parapsicologia atual de Rhine e McDougal. Qualquer descoberta nova e válida dessas Ciências tem as suas raízes no O Livro dos Espíritos. Todos os acessórios ligados à prática tradicional do passe devem ser banidos dos Centros Espíritas sérios. O que nos cabe fazer nessa hora de transição da Civilização Terrena não é inventar novidades doutrinárias, mas penetrar no conhecimento real da doutrina, com o devido respeito ao homem (Kardec) de ciências e cientista eminente que a elaborou, na mais perfeita sintonia com o pensamento dos Espíritos Superiores.”).
Então, queremos esclarecer, que não somos contra métodos, técnicas, rituais, etc., adotados por outras seitas, religiões, terapias holísticas ou alternativas. A Doutrina nunca diz ser “contra” alguma coisa, no máximo “não é favorável”. Ela nunca diz “não pode”, no máximo diz “não deve”. Pregamos o livre arbítrio, portanto, temos obrigação de exercê-lo. Mas, não é por respeitarmos que as adotaremos. Não queremos impor aquilo que acreditamos a ninguém, mas não queremos que nos imponham o que não aceitamos. Não gostaríamos de ver implantado na Casa Espírita o que não pertence a ela. Mas aquele que acredita ser certo o que pratica, não deve se melindrar com opinião contrária, “a cada um segundo sua consciência”. Portanto, gostaríamos que todos compreendessem que não escrevemos para criticar, ofender, brigar, até porque este não é o intuito da Doutrina Espírita. Escrever textos espíritas e omitir o que o “Espiritismo” prega para não desagradar este ou aquele, seria covardia da nossa parte e falta de caridade com o Espiritismo. Apenas utilizamos este meio de comunicação para tirarmos dúvidas e divulgarmos a Doutrina dos Espíritos como ela é aos espíritas, não-espíritas, simpatizantes e até não-simpatizantes. “A maior caridade que podemos fazer ao Espiritismo é sua divulgação”, disse Emmanuel. Portanto, a pratiquemos com respeito e responsabilidade.

GRUPO DE ESTUDO ALLAN KARDEC

MORRER É DIFERENTE DE DESENCARNAR


No livro "Ação e Reação" o espírito André Luiz narra, através da mediunidade de Chico Xavier, um acidente de avião onde 14 pessoas desencarnaram. O mentor chamado Druso esclareceu que o socorro só seria possível para 6, porque apesar do acidente ter sido igual para todos, a morte é diferente para cada um. Naquele momento seriam retirados da carne somente aqueles cuja vida interior (consciência tranquila) lhes concedia a imediata libertação. Quanto aos outros, cuja situação presente não lhes favorecia o afastamento rápido da armadura física, permaneceriam ligados, por mais tempo, aos despojos que lhes diziam respeito. A quantidade de dias que ficariam ali dependeria do grau de animalização dos fluidos que lhes retêm o Espírito à atividade corpórea. Alguns seriam detidos por algumas horas, outros, talvez, por longos dias . . . Corpo inerte nem sempre significa libertação da alma. O gênero de vida que alimentamos no estágio físico (quando estamos encarnados) dita as verdadeiras condições de nossa morte. Quanto mais mergulharmos nas correntes de baixas ilusões, mais tempo gastamos para esgotar as energias vitais que nos aprisionam à matéria pesada e primitiva de que se nos constitui a instrumentação fisiológica, demorando-nos nas criações mentais inferiores a que nos ajustamos, nelas encontramos combustível para dilatados enganos nas sombras do campo carnal, propriamente considerado. E quanto mais nos submetamos às disciplinas do espírito, que nos aconselham equilíbrio e sublimação, mais amplas facilidades conquistaremos para a libertação da carne em quaisquer emergências de que não possamos fugir por força dos débitos contraídos perante a Lei. Assim é que "morte física" não é o mesmo que "emancipação espiritual". Isso, no entanto, não quer dizer que os demais companheiros acidentados estarão sem assistência, embora coagidos a temporária detenção nos próprios restos. De modo algum, ninguém fica desamparado. O amor infinito de Deus abrange o Universo. Os irmãos que se demoram enredados em mais baixo teor de experiência física compreenderão, gradativamente, o socorro que se mostram capazes de receber. Todavia, na hipótese de serem surdos ao bem, é possível que se rendam às sugestões do mal (entidades de inteligência perversa), a fim de que, pelos tormentos, é preciso considerar que a tentação é sempre uma sombra a atormentar-nos a vida, de dentro para fora. A junção de nossas almas com os poderes infernais verifica-se em relação com o inferno que já trazemos dentro de nós.


Observação de Rudymara: Todos nós, um dia, desencarnaremos, mas não morreremos, porque quem morre é o corpo físico, mas a Espírito é eterno. E é este que irá responder por suas transgressões. A colheita é resultado do plantio de nossas ações: nesta vida, após a morte do corpo físico e na próxima encarnação. O rico, da parábola "O rico e Lázaro", rogou que Moisés mandasse alguém avisar seus 5 irmãos (encarnados) do sofrimento dele após a desencarnação, para que eles não sofressem também. Mas Abraão disse: Eles têm Moisés e os Profetas: ouçam-nos. Enfim, nós temos Jesus, os ensinamentos dele estão aí, nós sabemos o que temos que fazer ou seguir, enquanto estamos encarnados, mas adiamos.

GRUPO DE ESTUDO ALLAN KARDEC





SÓ PODEMOS MORRER UMA SÓ VEZ?


“E, como aos homens está ordenado morrer uma só vez, vindo depois disso o Juízo”. (Hebreus 9:27)

Quem escreveu Hebreus?   Muitos cristãos atribuem a autoria da epístola ao Apóstolo Paulo, mas os estudiosos dizem que o modo como ela foi elaborada, difere das outras epístolas paulinas. Mas "talvez" tenha sido Timóteo, Apolo, Lucas, Barnabé, Clemente de Roma, Silas, Filipe e Priscila.
No terceiro século, Orígenes escreveu: “Só Deus sabe ao certo quem escreveu a epístola.”


Começa por aí. Ninguém sabe ao certo quem escreveu Hebreus. Que conhecimento tinha para tal? Mas, analisando esta passagem que muitos usam para contestar a REENCARNAÇÃO, vamos ver que não tem sentido. Se aceitarmos que somente morremos uma vez, haveria 3 problemas: Primeiro: Jesus ressuscitou Lázaro. Este então, teve duas mortes? Segundo: Se Lázaro estava morto a dias, e o juízo vem após a morte, não teria sido ele julgado por Jesus? Será que ele teve permissão de voltar do céu ou do inferno? Terceiro: Afinal, em que ocasião seremos julgados? Após a morte ou no juízo final, onde muitos acreditam que Jesus voltará e julgará os vivos e os mortos, separando o joio do trigo?
Achamos que o verdadeiro sentido da frase, baseado nos conhecimentos da Doutrina Espírita, é que só podemos morrer uma só vez a cada encarnação, ou seja, o que não existe é a "RESSURREIÇÃO" e não a "REENCARNAÇÃO". Porque "ressurreição" significa o Espírito ressurgindo ou retornando ao mesmo corpo físico. O que é impossível, cientificamente falando. O "ressurgimento" do Espírito é em um novo corpo carnal, por isso Allan Kardec usou a palavra "reencarnação".
Então perguntamos: Por que a resistência em acreditar na reencarnação? Por que se apegar a uma frase com tantas outras evidências? Vejamos em Mateus 17:10: "Os discípulos de Jesus lhe perguntaram: “o que querem dizer os doutores da Lei, quando falam que Elias (que já estava morto) deve vir? Jesus lhes explicou: "Certamente Elias virá primeiro, e restaurará todas as coisas. Mas digo-vos que Elias já veio, e não o conheceram, mas fizeram-lhe tudo o que quiseram.”Comenta Mateus em 17:13 "Então os discípulos compreenderam que Jesus falara a respeito de João Batista.” 
Nesta passagem, Jesus deixa claro que Elias, que muitos esperavam a volta (voltar de onde e como se ele estava morto?), já veio, ou seja, já REENCARNOU, e já haviam feito com ele o que quiseram (cortaram sua cabeça). Então, os discípulos entenderam que João Batista era a reencarnação de Elias. Portanto, concluimos que Elias morreu 2 vezes, quando era Elias e quando retornou à carne como João Batista. 

Então, preferimos dizer que: "Se nossa esperança em Cristo se limita a essa vida somos os mais infelizes de todos os homens." - Coríntios 15:19
RETIRADO DE GRUPO DE ESTUDOS  ESPÍRITA ALLAN KARDEC

DEUS NÃO PERDOA?

Quem não perdoa é a LEI de Deus, porque perdoar seria anular o mal que foi feito. E na verdade, a lei ama, deixando ao infrator a oportunidade de reparação, ou seja, Deus dá meios para ressarcirmos erros.
Aos espíritas não existe penas eternas. Aqueles que se acham renovados pelo processo da renovação moral, aqueles que conseguiram romper as amarras do passado, pelo Bem que fizeram, naturalmente minimizaram as conseqüências do Mal que realizaram, e muitas vezes são poupados, estão excluídos do débito pelo Bem que fizeram. Exemplo: aquele que reencarna para ficar cego, com o Bem que praticar diminuirá sua dívida com a lei divina. Ele poderá ficar com a visão precisando apenas de óculos. 
ENTÃO, PODEMOS MUDAR NOSSO CARMA? Responde Divaldo Franco: “Sim, podemos mudar o nosso carma a cada minuto. O Bem que eu faço é Bem que me faz Bem; o mal que pratico é desequilíbrio que me faz mal; todo Bem que eu pratico, diminui o mal que eu pratiquei; todo mal que realizo, aumenta a carga dos males que eu já fiz. Então, se eu trago um carma muito pesado o Bem que eu vou fazendo, eu vou diminuindo, porque Deus não é cobrador de impostos, Deus é amor, e na sua lei o que vigora é o Bem. Portanto, uma pessoa que traz um carma áspero, na ação meritória, vai se libertando. Existem muitas pessoas doentes que passaram a dedicar-se ao Bem, e à medida que se afeiçoaram ao Bem, passaram a ter longa vida, sobrevida, libertaram-se de todas as seqüelas de muitas doenças.”
PODEREMOS UTILMENTE PEDIR A DEUS QUE PERDOE NOSSAS FALTAS? Deus sabe discernir o bem do mal; a prece não esconde as faltas. Aquele que a Deus pede perdão de suas faltas só o obtém mudando seu proceder. A boa ação é a melhor prece, por isso que os atos valem mais que as palavras. Aquele que ofendeu alguém e recebe absolvições por ter orado, repetidamente, certo número de vezes, determinado pelo sacerdote, fica com a estrada livre para novos desatinos. Nesse tipo de perdão, vemos visível estímulo a novos erros, novos enganos, novas ilusões. Como disse Emmanuel: “A concessão paternal de Deus, no que se refere à reencarnação para a sagrada oportunidade de uma nova experiência, já significa, em si, o perdão ou a magnanimidade da Lei.” Então, o perdão que o Espiritismo e os amigos espirituais preconizam em verdade não é de fácil execução. Requer muito boa-vontade. Demanda esforço - esforço continuado, persistente. Reclama perseverança. Pede tenacidade.
O ARREPENDIMENTO SE DÁ NO ESTADO CORPORAL OU NO ESTADO ESPIRITUAL? Mais no estado espiritual; mas também pode ocorrer no estado corporal, quando bem compreendida a diferença entre o bem e o mal. Só o arrependimento não nos concede o perdão. É apenas o primeiro passo na árdua jornada da reabilitação, em favor da qual não bastam penitências, ritos, ou rezas. É de fundamental importância que o mal seja reparado. Podemos definir o arrependimento como a consciência de que fizemos algo errado, de que prejudicamos alguém ou a nós mesmos. Implica em dor moral, tão profunda quanto a natureza de nossas faltas e o grau de nossa maturidade. Quanto mais evoluídos, mais sofre o Espírito, ao avaliar a extensão dos prejuízos que causou a si mesmo ou ao semelhante. Pode ocorrer na Terra, pelo exercício da razão. Exemplo típico: o indivíduo que parte para a violência em face de determinada contrariedade; O marido traído, que mata a esposa; A mãe que fere a criança ao castigá-la. Depois o lamento: “Ah! Meu Deus! Por que não me controlei!”
Mais freqüentemente o arrependimento eclode no Plano Espiritual, quando o Espírito defronta-se com sofrimentos e desajustes decorrentes de suas iniciativas desatinadas. O arrependimento sincero, e a disposição a dar uma guinada existencial, modificando seus rumos, não é fácil. O homem comum distrai-se de suas responsabilidades, sempre pronto a justificar seus desvios com intermináveis frase como estas:
“Bebo sim, mas para enfrentar os problemas da existência - explica o alcoólatra, sem atinar para o fato de que se transformou, ele próprio, num grande problema.”; 
“Traí meu marido, sim, envolvi-me em aventuras extraconjugais, porque não me dava atenção - afirma a mulher displicente, a justificar sua irresponsabilidade.”
Pessoas assim transitam pela vida de consciência anestesiada pela indiferença em relação aos valores morais, para somente despertarem no Plano Espiritual, quando se habilitam a longas e penosas jornadas de retificação.

GRUPO DE ESTUDOS ESPÍRITAS ALLAN KARDEC


Amanhã pode ser tarde 

Hoje não Amanhã
Amanhã pode ser tarde
Ontem?...Isso faz tempo!...
Amanhã?...Não nos cabe saber...
Amanhã pode ser muito tarde
Para você dizer que ama,
Para você dizer que perdoa,
Para você dizer que desculpa,
Para você dizer que quer tentar de novo...
Amanhã pode ser muito tarde
Para você pedir perdão,
Para você dizer:
Desculpe-me, o erro foi meu!...
O seu amor, amanhã, pode já ser inútil;
O seu perdão, amanhã, pode já não ser preciso;
A sua volta, amanhã, pode já não ser esperada;
A sua carta, amanhã, pode já não ser lida;
O seu carinho, amanhã, pode já não ser mais necessário;
O seu abraço, amanhã, pode já não encontrar outros braços...
Porque amanhã pode ser muito...muito tarde!
Não deixe para amanhã para dizer:
Eu amo você!
Estou com saudades de você!
Perdoe-me!
Desculpe-me!
Esta flor é para você!
Você está tão bem!...
Não deixe para amanhã
O seu sorriso,
O seu abraço,
O seu carinho,
O seu trabalho,
O seu sonho,
A sua ajuda...
Não deixe para amanhã para perguntar:
Por que você está triste?
O que há com você?
Ei!...Venha cá, vamos conversar...
Cadê o seu sorriso?
Ainda tenho chance?...
Já percebeu que eu existo?
Por que não começamos de novo?
Estou com você. Sabe que pode contar comigo?
Cadê os seus sonhos? Onde está a sua garra?...
Lembre-se:
Amanhã pode ser tarde...muito tarde!
Procure. Vá atrás! Insista! Tente mais uma vez!
Só hoje é definitivo!
Amanhã pode ser tarde...
Comece agora ,vivendo isto com todas as pessoas que VC conhece
HOJE , e não AMANHÃ
Desconheço a Autoria

sábado, 3 de agosto de 2013


A REENCARNAÇÃO NÃO ESTÁ NA  BÍBLIA?



Na verdade, em várias passagens bíblicas há claras referências da REENCARNAÇÃO. Um exemplo está em Mateus, 16:13 a 14, onde Jesus perguntou aos discípulos:
"QUE ANDAM DIZENDO DE MIM?"E eles responderam:"UNS DIZEM QUE O SENHOR É JOÃO BATISTA, OUTROS DIZEM QUE É JEREMIAS OU UM DOS PROFETAS."

Neste trecho, podemos observar que os judeus acreditavam na reencarnação, mas com o nome de ressurreição. Eles acreditavam que Jesus poderia ser a reencarnação de João Batista, Elias, Jeremias ou um dos profetas.
Um outro exemplo está em Mateus 17:10: "OS DISCÍPULOS DE JESUS LHE PERGUNTARAM: O QUE QUEREM DIZER OS DOUTORES DA LEI, QUANDO FALAM 
QUE ELIAS DEVE VIR?
Jesus lhes explicou: "CERTAMENTE ELIAS VIRÁ PRIMEIRO, E RESTAURARÁ TODAS 
AS COISAS. MAS DIGO-VOS QUE ELIAS JÁ VEIO, E NÃO O CONHECERAM, MAS 
FIZERAM-LHE TUDO O QUE QUISERAM."Comenta Mateus em 17:13 "ENTÃO OS 
DISCÍPULOS COMPREENDERAM QUE JESUS LHES FALARA A RESPEITO DE 
JOÃO BATISTA."
Nesta passagem, Jesus deixa claro que Elias, que muitos esperavam a volta, já 
veio, ou seja, já REENCARNOU, e já haviam feito com ele o que quiseram. Então, os discípulos entenderam que João Batista era a reencarnação de Elias.Dizem que a doutrina do Carma e do Renascimento era aceita pela Igreja Cristã. Mas que a história mudou no II Concílio de Constantinopla no ano de 553. Teodora a esposa do imperador Justiniano, por ter sido ela uma prostituta, suas ex-colegas se sentiam orgulhosas e decantavam tal honra. 

Mas esse fato revoltava Teodora, por isso mandou matar todas as quinhentas prostitutas de Constantinopla. Os cristãos da época passaram a chamá-la de assassina e a dizer que deveria ser assassinada, quinhentas vezes, em vidas futuras. Este seria seu carma por ter 
mandado assassinar suas ex-colegas. A partir daí, Teodora, passou a odiar a doutrina da Reencarnação e como mandava e desmandava em meio mundo através do seu marido, resolveu partir para a perseguição sem tréguas contra essa doutrina e contra o seu maior defensor entre os cristãos – Orígenes - cuja fama de sábio era motivo de orgulho dos seguidores do Cristianismo, apesar dele ter vivido quase 3 séculos antes. Justiniano e 
Teodora partiram para desestruturar a idéia da preexistência do espírito, com o que estariam, automaticamente, desestruturando a da Reencarnação. 
Então, Justiniano publicou um édito, em que expunha e condenava as principais idéias de Orígenes, sendo uma delas a da preexistência. Não sabemos se esta história é verdadeira. Mas apesar de ser bastante interessante nós espíritas não nos apegamos a ela para acreditarmos na reencarnação. Não nos importamos se está ou não na Bíblia. Nós nos baseamos em provas científicas e não temos o intuito de provar, debater, discutir e muito menos impor nossa convicção a ninguém.
Para nós espíritas, a doutrina da Reencarnação é altamente consoladora porque nos faz compreender que Deus é bom, justo e misericordioso. Ela mostra a necessidade de vivenciarmos os ensinamentos do Cristo porque, as dores e aflições ou alegrias e felicidades, 
são conseqüências de nossas ações, nesta ou em vidas anteriores. Exemplo: o alcoólatra tenderá a ressurgir na carne com graves disfunções no aparelho digestivo; o fumante tenderá a ter problemas de pulmão como asma, bronquite, câncer, etc.; o suicida, dependendo do tipo de morte escolhido, renascerá com determinadas deficiências, por exemplo: se der um 
tiro no peito, terá problemas relacionados ao órgão lesado como coração e pulmões; tiro na cabeça poderá renascer com problemas mentais; se ingerir veneno poderá renascer com lábio leporino; se incendiar o próprio corpo sofrerá graves problemas de pele, etc. Os que lesam o próximo também ressarcirão. Por exemplo: o violento poderá ressurgir paralítico; o maledicente terá dificuldades com a voz; os que usam a inteligência para o mal, poderão 
renascer com lesões cerebrais, etc. Mas, todo Bem, toda Caridade que estendermos ao próximo poderá diminuir nossos débitos. Exemplo: muitas mulheres estéreis, por ter abortado em vida anterior, reverteram o carma ao adotar uma criança. Então, acreditar na reencarnação nos força observar melhor as leis divinas, porque saberemos que o plantio é livre, mas a colheita obrigatória.
Então perguntemos: “POR QUE NÃO ACREDITAR NA REENCARNAÇÃO? Alguém dirá, sem maiores argumentos: “PORQUE ELA NÃO ESTÁ NA BÍBLIA.” Então diremos: “ALÉM DE ESTAR, DEVEMOS LEMBRAR QUE O RÁDIO, A TV, O COMPUTADOR, ETC., TAMBÉM NÃO ESTÃO NA BÍBLIA, NEM POR ISSO DEIXAM DE EXISTIR. NÃO É PELO FATO DE ALGUMAS PESSOAS NÃO CREREM EM DEUS QUE ELE DEIXARÁ DE EXISTIR. ASSIM É A REENCARNAÇÃO, ELA EXISTE, CREIAM NELA OU NÃO.” "Ouça quem tem ouvidos de ouvir, veja quem tem olhos de ver.” – esclareceu Jesus.
     
RETIRADO DO GRUPO DE ESTUDOS ESPÍRITAS ALLAN KARDEC

ADÃO E EVA NA VISÃO ESPÍRITA

De acordo com o Gênesis (o primeiro livro bíblico), o mundo, os animais e o homem foram criados diretamente por Deus durante uma semana. Essa descrição é de 3 mil anos atrás, época em que o homem não tinha os conhecimentos científicos de hoje. Por isso, é óbvio que não podemos analisar a Bíblia em seu sentido literal, sob pena de cairmos na infantilidade como a de achar que Deus tenha moldado Adão da argila, soprando-lhe a vida, e que uma de suas costelas foi a matéria-prima para o nascimento de Eva. Sabemos hoje que A VIDA apareceu há mais ou menos 3,5 bilhões de anos, portanto, um bilhão de anos após o início da formação da Terra. Afirma-se que ela (A VIDA) tenha surgido na água sob forma de seres minúsculos extremamente simples. Estes seres deram origem às células, depois às plantas e aos animais invertebrados que habitavam o mar. Mais tarde, do mar, a vida se fixou sobre a terra firme e depois no ar. OS PRIMEIROS SERES HUMANOS surgiram sobre a Terra há aproximadamente 3 milhões de anos. Parece muito, mas não é, se considerarmos que a vida no planeta tem mais de 3 bilhões de anos. Ao longo dos anos, os seres sofreram transformações sucessivas, dando origem a várias espécies. Esse processo chama-se EVOLUÇÃO. Portanto, a vida humana descende, por evolução, daqueles primeiros seres vivos microscópicos. Mas diz também, a Bíblia, que Adão e Eva foram instalados no Jardim do Éden onde viveriam felizes para sempre. Não teriam dores, nem problemas ou dificuldades. Não experimentariam a velhice, a doença, a morte. Mas para que isso fosse possível, Adão e Eva "NÃO DEVERIAM COMER O FRUTO DA ÁRVORE DO CONHECIMENTO DO BEM E DO MAL". O fruto não é a maçã, já que esta não é citada no texto bíblico. Mas entenderam os estudiosos da idade média que ela simbolizava o sexo. Mas, por que, Adão e Eva não deveriam ter relações sexuais, já que possuíam órgãos sexuais conforme ocorre com todos os seres vivos? Por conta dessa extravagante interpretação, durante séculos a atividade sexual foi situada como algo sujo e pecaminoso. Agora, perguntemos: E se Adão e Eva não tivessem cometido o "PECADO", o planeta Terra até hoje estaria habitado apenas pelo casal? Como Adão e Eva poderiam cometer o "crime" da desobediência se, não sabiam discernir entre o bem e o mal, não tinham noção do que é certo ou errado, justo ou injusto, obedecer ou desobedecer? Se Deus, que é bom, não é capaz de perdoar "a desobediência do casal", como espera Ele que exercitemos o perdão ensinado por Jesus? Deus, então, errou, por ter criado dois seres rebeldes, desobedientes e curiosos? Sabemos que não. Mas, de acordo com Emmanuel, no livro “A CAMINHO DA LUZ”, psicografado por Chico Xavier, encarnaram aqui na Terra, Espíritos que foram expulsos de um planeta do sistema de Capela, que fica na Constelação de Cocheiro, situado a 42 anos-luz de nosso planeta. Tais espíritos "perderam" o paraíso, ou seja, o planeta em que moravam, que era mais evoluido, para vir morar em nosso planeta na fase primitiva. Estes Espíritos deram origem à raça simbolizada na pessoa de Adão e, por essa razão mesma, chamada RAÇA ADÂMICA. Muito adiante do homem terrestre em inteligência e cultura, eles promoveram notável surto de progresso em nosso planeta. Deles originaram-se o grupo dos Árias, a civilização do Egito, o povo de Israel e as castas da Índia. Quando eles aqui chegaram, a Terra já estava povoada desde tempos antigos, como a América (pelos índios), quando aqui chegaram os europeus. Um exemplo é Caim, que após matar seu irmão Abel, saiu vagando pelo mundo, por ordem de Jeová, encontrando assim, a terra de Nod, a leste de Éden, onde conheceu sua esposa dando-nos a entender que havia mais pessoas habitando o paraíso. Mas lembremos que, assim como Adão e Eva, Caim e Abel também são figuras alegóricas, estes simbolizam a personalidade das criaturas. E o barro citado na Bíblia? Na Bíblia diz: "Deus tomou um pouco de barro, deu-lhe forma humana, soprou-lhe as narinas e surgiu o primeiro homem." Há algo de real escondido na fantasia bíblica. Podemos situar o barro como símbolo dos elementos químicos usados por Deus para criar o Homem. O corpo humano foi constituído dos elementos materiais básicos deste planeta. E costela significa que a mulher é da mesma natureza do homem, não lhe é inferior, mas sua igual e o homem deve amá-la como parte de si mesmo. Lembremos que esta versão Adão e Eva foi contada por Moisés a um povo ignorante que não entenderia a história real. Assim como fazemos com nossas crianças sobre vários assuntos. Pensemos: "Se até hoje muitos não entendem, imaginemos naquela época."

Então, com a RAÇA ADÂMICA, aconteceu o mesmo que vem acontecendo com a população do nosso planeta Terra. Aqueles que persistirem na maldade, não reencarnarão mais na Terra (serão expulsos do paraiso), ou seja, NÃO HERDARÃO A TERRA, como afirmou Jesus. Na medida em que retornarem ao Além (ao desencarnar), haverá a separação do joio e do trigo. Os Espíritos que persistirem no mal (OS JOIOS) encarnarão em planetas inferiores, ONDE HAVERÁ CHORO E RANGER DE DENTES, porque enfrentarão limitações e dores que funcionarão como lições que ajudarão na eliminação das falhas morais que ainda fazem parte da sua personalidade, até que aprendam a serem mansos e pacíficos, para que suas atitudes sejam dignas de filhos de Deus. Os bons (OS TRIGOS) continuarão a reencarnar na Terra, que está deixando de ser um mundo de provas e expiações (onde habitam Espíritos ignorantes e maldosos) para ser um mundo de regeneração (onde habitarão Espíritos regenerados), para que o Reino de Deus (que é de amor, de caridade, de paz, de solidariedade, etc.) se instale na Terra. Então, podemos concluir que, a RAÇA ADÂMICA, foi expulsa do "PARAÍSO", ou seja, de um planeta superior do sistema de Capela, estrela pertencente à Constelação de Cocheiro, para morar num planeta inferior (Terra), por não seguirem as leis divinas. Como disse Jesus, "HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DO PAI".
Retirado do GRUPODE ESTUDOS ESPÍRITAS ALLAN KARDEC

JESUS VAI VOLTAR?

Muita gente, mesmo no meio espírita, encarou a entrada do Terceiro Milênio como um período apocalíptico.
Imaginou-se Jesus chegando, acompanhado de todos os anjos, sentado num trono glorioso, e todos os povos da Terra reunidos diante Dele, e Ele separando os justos (trigos) dos injustos (joios), para a chegada do Reino Divino. Este tipo de comportamento é próprio da imaturidade humana.
Observemos um detalhe: Se os escolhidos forem OS MANSOS E PACÍFICOS como afirmou Jesus em "O Sermão da Montanha", nosso Planeta ficará às moscas. Pois, poucos podem dizer que deixaram de ser agressivos.
Como disse Chico Xavier: “devemos lembrar que a Humanidade conquistará os valores espirituais ao longo de vários séculos, através de muitas reencarnações, que possibilitarão a promoção de nosso planeta. Até lá, teremos muitas idéias renovadoras, apresentadas e vivenciadas por missionários que já estão encarnados entre nós ou outros que ainda virão, para estimularem as criaturas humanas nos caminhos da renovação.” Portanto, a separação acontecerá na medida em que retornarmos ao Além (ao desencarnarmos). Os Espíritos que persistirem no mal (OS JOIOS) encarnarão em planetas inferiores. Os bons (OS TRIGOS) herdarão a Terra, ou seja, continuarão a encarnar na Terra para desfrutarem de um mundo melhor.
Jesus, ao se despedir dos discípulos, antes da crucificação, conforta dizendo: "Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora." E lhes anuncia: "Se me amais, guardai os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai e ele vos dará outro Consolador a fim de que esteja para sempre convosco. Ele é o Espírito de Verdade, quem o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece (POR SER ESPIRITUAL). Vocês o conhecem, porque ele mora com vocês, e estará com vocês. Eu não deixarei vocês órfãos, mas voltarei para vocês. Mas o Consolador, o Espírito Santo, que o Pai vai enviar em meu nome, ele ensinará a vocês todas as coisas e fará vocês lembrarem tudo o que vos disse." 
Jesus deixou claro que tem muito a nos ensinar, mas se nos dias atuais muitas pessoas não suportam ouvir falar sobre a reencarnação, por exemplo, imaginemos naquela época.
Notemos também que o Consolador prometido não é Jesus, é o Espírito de Verdade ou Espírito Santo, ou seja, não é uma pessoa encarnada, mas sim de natureza espiritual. Então, nós espíritas, acreditamos que Jesus cumpriu sua promessa, voltando através do Espiritismo, ou seja, pela doutrina ditada pelos Espíritos, através de vários médiuns, e organizada por Kardec.
ENTÃO O ESPIRITISMO É A RELIGIÃO DO FUTURO? Segundo Léon Denis, o Espiritismo não é a religião do futuro, mas o futuro das religiões, ou seja, as religiões se renderão a reencarnação, a comunicação com os "mortos", terão uma ligação direta entre a criatura e o Criador, sem intermediários, sem rituais, sem pagamentos, sem trocas, sem barganhas, sem superstições e sem sacerdócio profissional.
O Espiritismo veio relembrar os ensinamentos de Jesus (confirmar sua missão), permanecer conosco (não em pessoa, mas espiritualmente), conduzir a toda a verdade (que antes não suportaríamos).
Mas é exatamente o que o Espiritismo faz, por meio das manifestações dos bons Espíritos. Invisíveis mas atuantes, longe de negar ou destruir o Evangelho. Faz com que adoremos a Deus pela elevação do pensamento a Ele, com fervor e com sinceridade, fazendo o bem e evitando o mal, sem precisarmos de qualquer manifestação exterior para cultos, pois o principal templo para culto da Presença Divina é a CONSCIÊNCIA.
Portanto, o Reino, como ensina Jesus, é uma realização interior, uma construção íntima, uma disposição para cumprir as leis divinas, que se resumem no amor e se exprimem no serviço ao semelhante. Onde as pessoas cumprem essa orientação, instala-se o Reino, alicerçado em seus corações.
Como disse irmão X, através da psicografia de Chico Xavier: "Cada um de nós é um mundo, onde o Cristo deve renascer." Portanto, preparemos este mundo, para que Ele renasça em nós, ou seja, que nossos atos, palavras e pensamentos lembrem a presença Dele. Então, a volta de Jesus será simbólico, ou seja, Ele estará presente em nossas ações, ou melhor, nossas ações lembrarão Jesus.
Acreditamos que, a vinda do Cristo se dará na continuação que daremos naquilo que Ele fez e pediu que fizéssemos. Como cultivar a solidariedade, para que desapareçam as diferenças sociais, os preconceitos, as lutas de classes, as disputas, os crimes, as explorações. Daí, um mundo novo se instalará na Terra.GRUPO DE ESTUDO ALLAN KARDEC

O QUE É O ESPIRITISMO?
DOUTRINA ESPÍRITA ou ESPIRITISMO

O que é
É a 3ª revelação divina. A 1ª são os 10 mandamentos, recebidos por Moisés; a 2ª é a lei de Amor foi trazida e exemplificada por Jesus; e a 3ª é o Espiritismo, que é o conjunto de princípios e leis, revelados pelos Espíritos Superiores e organizados por Allan Kardec. Os livros codificados são: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese.
“O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal.” Allan Kardec (O que é o Espiritismo – Preâmbulo)
“O Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido: conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança.” Allan Kardec (O Evangelho segundo o Espiritismo – cap. VI – 4)
O que revela
Revela conceitos novos e mais aprofundados a respeito de Deus, do Universo, dos Homens, dos Espíritos e das Leis que regem a vida.
Revela, ainda, o que somos, de onde viemos, para onde vamos, qual o objetivo da nossa existência e qual a razão da dor e do sofrimento.
Sua abrangência
Trazendo conceitos novos sobre o homem e tudo o que o cerca, o Espiritismo toca em todas as áreas do conhecimento, das atividades e do comportamento humanos, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.
Pode e deve ser estudado, analisado e praticado em todos os aspectos fundamentais da vida, tais como: científico, filosófico, religioso, ético, moral, educacional, social.
Seus ensinos fundamentais
Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas. é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom.
O Universo é criação de Deus. Abrange todos os seres racionais e irracionais, animados e inanimados, materiais e imateriais.
Além do mundo corporal, habitação dos Espíritos encarnados, que são os homens, existe o mundo espiritual, habitação dos Espíritos desencarnados.
No Universo há outros mundos habitados, com seres de diferentes graus de evolução: iguais, mais evoluídos e menos evoluídos que os homens.
Todas as leis da Natureza são leis divinas, pois que Deus é o seu autor. Abrangem tanto as leis físicas como as leis morais.
O homem é um Espírito encarnado em um corpo material. O perispírito é o corpo semimaterial que une o Espírito ao corpo material.
Os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Constituem o mundo dos Espíritos, que preexiste e sobrevive a tudo.
Os Espíritos são criados simples e ignorantes. Evoluem, intelectual e moralmente, passando de uma ordem inferior para outra mais elevada, até a perfeição, onde gozam de inalterável felicidade.
Os Espíritos preservam sua individualidade, antes, durante e depois de cada encarnação.
Os Espíritos reencarnam tantas vezes quantas forem necessárias ao seu próprio aprimoramento.
Os Espíritos evoluem sempre. Em suas múltiplas existências corpóreas podem estacionar, mas nunca regridem. A rapidez do seu progresso intelectual e moral depende dos esforços que façam para chegar à perfeição.
Os Espíritos pertencem a diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tenham alcançado: Espíritos Puros, que atingiram a perfeição máxima; Bons Espíritos, nos quais o desejo do bem é o que predomina; Espíritos Imperfeitos, caracterizados pela ignorância, pelo desejo do mal e pelas paixões inferiores.
As relações dos Espíritos com os homens são constantes e sempre existiram. Os bons Espíritos nos atraem para o bem, sustentam-nos nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação. Os imperfeitos nos induzem ao erro.
Jesus é o guia e modelo para toda a Humanidade. E a Doutrina que ensinou e exemplificou é a expressão mais pura da Lei de Deus.
A moral do Cristo, contida no Evangelho, é o roteiro para a evolução segura de todos os homens, e a sua prática é a solução para todos os problemas humanos e o objetivo a ser atingido pela Humanidade.
O homem tem o livre-arbítrio para agir, mas responde pelas conseqüências de suas ações.
A vida futura reserva aos homens penas e gozos compatíveis com o procedimento de respeito ou não à Lei de Deus.
A prece é um ato de adoração a Deus. Está na lei natural e é o resultado de um sentimento inato no homem, assim como é inata a idéia da existência do Criador.
A prece torna melhor o homem. Aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assisti-lo. é este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade.

PRÁTICA ESPÍRITA

Toda a prática espírita é gratuita, como orienta o princípio moral do Evangelho: “Dai de graça o que de graça recebestes”.
A prática espírita é realizada com simplicidade, sem nenhum culto exterior, dentro do princípio cristão de que Deus deve ser adorado em espírito e verdade.
O Espiritismo não tem sacerdotes e não adota e nem usa em suas reuniões e em suas práticas: altares, imagens, andores, velas, procissões, sacramentos, concessões de indulgência, paramentos, bebidas alcoólicas ou alucinógenas, incenso, fumo, talismãs, amuletos, horóscopos, cartomancia, pirâmides, cristais ou quaisquer outros objetos, rituais ou formas de culto exterior.
O Espiritismo não impõe os seus princípios. Convida os interessados em conhecê-lo a submeterem os seus ensinos ao crivo da razão, antes de aceitá-los.
A mediunidade, que permite a comunicação dos Espíritos com os homens, é uma faculdade que muitas pessoas trazem consigo ao nascer, independentemente da religião ou da diretriz doutrinária de vida que adotem.
Prática mediúnica espírita só é aquela que é exercida com base nos princípios da Doutrina Espírita e dentro da moral cristã.
O Espiritismo respeita todas as religiões e doutrinas, valoriza todos os esforços para a prática do bem e trabalha pela confraternização e pela paz entre todos os povos e entre todos os homens, independentemente de sua raça, cor, nacionalidade, crença, nível cultural ou social. Reconhece, ainda, que “o verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza”.

“Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei.”

“Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.”

AGOSTO É O MÊS DA MÁ SORTE?

O mês de agosto é popularmente conhecido como o mês do desgosto. Os romanos deram ao oitavo mês do ano o nome de agosto, numa homenagem ao Imperador Augusto, quando estavam acontecendo os mais importantes fatos de sua vida, destacando-se, dentre os principais, a conquista do Egito e sua promoção a cônsul. Porque, como e quando agosto começou a ser considerado um mês azarento é que ninguém sabe explicar. Eis alguns registros históricos negativos ocorridos no mês de Agosto: 1º de agosto de 1014 - começou a I Grande Guerra Mundial; agosto de 1939 - ocorre o início da II Grande Guerra Mundial; 6 a 9 de agosto de 1945 - mais de duzentas mil pessoas morreram quando as cidades de Hiroshima e Nagazaki foram destruídas pela bomba atômica; 12 de agosto de 1968 - na Irlanda do Norte ocorreu sangrentos conflitos entre católicos e protestantes, etc.

MAS, O QUE EXPLICA O ESPIRITISMO SOBRE ESTE ASSUNTO? Infelizmente, preferimos atribuir ao azar, aos Espíritos, a alguém, a Deus, a um mês do ano, etc., do que admitirmos que, quem atrai ou repele coisas boas ou más, somos nós, através de nossos pensamentos, palavras e atos. Agimos assim porque, uma boa qualidade de vida, pede algumas mudanças drásticas em nossa vida, que nem sempre estamos dispostos a efetuar. Por exemplo: perdoar, superar as ambições, orgulho, vaidade, eliminar os vícios, combater os impulsos agressivos, ajudar o semelhante. Há também quem acredite que desajustes em sua vida é fruto de influência espiritual. É possível que haja essa pressão, mas nossos fracassos não são decorrentes dela. Se estivermos bem, nenhuma influência negativa nos atingirá. Exemplo: se somos pacíficos, nenhum Espírito nos influenciará a cometer um ato de violência; se não temos o vício da bebida alcoólica, nenhum Espírito nos obrigará a beber. Somos herdeiros de nossas próprias ações e tendências. Os Espíritos encarnados ou desencarnados, só exploram nossas fraquezas ou falhas morais. Geralmente, eventos negativos acontecem, porque nem sempre observamos as Leis Divinas. Exemplo: casamentos não se consumam ou se desfazem (por intolerância, por traição, etc.), profissões são negligenciadas (por preguiça, por insubordinação, etc.), a saúde se deteriora (por velhice ou descuido da saúde), desastres acontecem (por falha mecânica ou humana), a morte se antecipa (pelo suicídio), guerras se iniciam (por poder, por orgulho, por intolerância religiosa). Então, a Doutrina Espírita nos dá uma visão objetiva, racional sobre o assunto. Nos ajuda a eliminar superstições, condicionamentos e intermediações como rezas, ritos, objetos, etc., gerados pela ignorância e, ao mesmo tempo, nos ensina a assumir nossos próprios erros e a cultivar confiança em Deus. Portanto, tristeza e alegria acorrem em todos os meses do ano. Tendemos a lembrar somente dos fatos negativos ocorridos neste mês de Agosto. Mas, com certeza há fatos positivos. Um exemplo, para nós espíritas, é o nascimento de Adolfo Bezerra de Menezes, o médico dos pobres, o apóstolo da caridade, o Kardec brasileiro, que nasceu dia 29 de AGOSTO de 1831, e que no dia 16 de AGOSTO de 1886, comunicou para mais de duas mil pessoas da melhor sociedade que enchia a sala de honra da Guarda Velha, na rua da Guarda Velha, atual Avenida 13 de Maio, no Rio de Janeiro, a sua decidida conversão ao Espiritismo. Então, um feliz agosto, setembro, outubro . . .


Observação: Diz Luiz Sérgio no livro "Cascata de Luz": "O homem cultiva a superstição quando o seu espírito está fraco de fé e de conhecimento."GRUPO DE ESTUDO ALLAN KARDEC

SEXO NA VISÃO ESPÍRITA


O Livro Gênese, do Velho Testamento, mostra claramente que, a simbólica perda do paraíso, foi ocasionada pelo pecado de Adão e Eva ter experimentado O FRUTO DA ÁRVORE DA CIÊNCIA (CONHECIMENTO) DO BEM E DO MAL (Gênese, 2:9). Mais tarde, os teólogos encasquetaram que o pecado exercitado pelo casal se tratava de sexo, mais exatamente o prazer sexual. Sexo, portanto, passou a ser sinônimo de pecado. Quanto maior o prazer, maior o pecado. Os casais deveriam estar convenientemente vestidos, evitando a sensualidade pecaminosa; não era prudente casar-se com mulher muito bonita, porque aumentava o desejo; carícias sensuais nem pensar! Era mais prazer pecaminoso. Tomás de Aquino (em Súmula Teológica) leva aos extremos a idéia, proclamando que o homem que ama a esposa com muita paixão transgride o Bem do casamento e pode ser rotulado de adúltero; Agostinho (em Solilóquios), afirma que nada afasta mais o homem das alturas do que os carinhos da mulher e aqueles movimentos do corpo, sem os quais ele não pode possuir sua esposa. Os teólogos buscavam fórmulas para que o sexo, que não podiam proibir, sob pena de extinguirem a raça humana, fosse diminuído na vida familiar e exercitado não como parte da comunhão afetiva, mas exclusivamente para a procriação. O sexo era proibido aos domingos, dias consagrados ao Senhor; no jejum de quarenta dias, antes da Páscoa; vinte dias antes do Natal; dias antes de Pentecostes; três ou mais dias antes de receber a comunhão; durante o período menstrual, semanas entes e depois do parto. Quanto menos tempo disponível, menos pecado. Para conter os fiéis apregoava-se que o sexo nos períodos proibidos gera filhos deficientes físicos e mentais e doenças como a lepra e a tuberculose. 
ENTÃO, O SEXO DEVE SER LIVRE? O sexo sempre foi livre e deve ser livre. Portanto, não devemos concordar com a promiscuidade e a vulgaridade com que ele é exercido, mas à liberdade com responsabilidade, mediante a consciência da sua finalidade. Hoje a mente das pessoas está no sexo; é a cabeça sexual. O estômago, quando se come demais, tem indigestão. Qualquer órgão de que se abusa, sofre o efeito imediato. O problema do sexo é a mente. Criou-se o mito que a vida foi feita para o sexo, e não o sexo para a vida. Depois da revolução sexual dos anos 60, o sexo saiu do aparelho genésico e foi para a cabeça. Só se pensa, fala respira sexo. E quando o sexo não funciona, por exaustão, parte-se para os estimulantes, como mecanismos de fuga, o que demonstra que o problema não é dele, e sim, da mente viciada. Se o problema fosse do sexo, as pessoas ‘saciadas’ seriam todas felizes, o que, realmente não acontece. Ou a criatura conduz o sexo, ou este a arruina. Ou se disciplina o estômago, ou se morre de indigestão. 
SEXO É AMOR? Não, sexo é um fenômeno biológico de atração magnética, porque os animais o praticam e não se amam. O amor é um sentimento, o sexo é um veículo de sensações. Quando irrigado pelas superiores emoções do amor, ele ilumina a alma e, sem o tempero santificante desta emoção, ele atormenta o Ser. 
E O SEXO ANTES DO CASAMENTO? A sugestão ao jovem espírita é a atitude casta. Uma atitude casta não quer dizer isenta de comunhão carnal, mas sim, de respeito, de pureza. Deve-se colocar o amor acima do sexo, porque quando o sexo é moralizado pelo amor, sabe-se quando, como e onde atuar. Quando mencionamos castidade, não nos referimos à abstinência total e absoluta, mas ao respeito. Um casal que se respeita vive castamente. Amem, e o amor dirá o que fazer. Se tiverem o sexo pré-conjugal, procurem honrá-lo através do matrimônio. O Espiritismo nos ensina a "amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo". Temos que nos amar, e a melhor maneira é a de nos respeitarmos. Portanto, sexo, sim, mas, amor também. Amor com responsabilidade. Sexo com responsabilidade, assumindo-se as conseqüências: filhos, compromissos com o parceiro(a) até quando possível, para evitarmos dramas piores com a separação. Portanto, sexo não é um ato pecaminoso, errado ou sujo; o erro está na maneira que, algumas pessoas, fazem uso dele. Dúvidas sobre o assunto? Leiam o livro "VIDA e SEXO", psicografado por Francisco Cândido Xavier, com ensinamentos do Espírito Emmanuel.



RETIRADO DO GRUPO DE ESTUDO ALLAN KARDEC


MORRER É DIFERENTE DE DESENCARNAR


No livro "Ação e Reação" o espírito André Luiz narra, através da mediunidade de Chico Xavier, um acidente de avião onde 14 pessoas desencarnaram. O mentor chamado Druso esclareceu que o socorro só seria possível para 6, porque apesar do acidente ter sido igual para todos, a morte é diferente para cada um. Naquele momento seriam retirados da carne somente aqueles cuja vida interior (consciência tranquila) lhes concedia a imediata libertação. Quanto aos outros, cuja situação presente não lhes favorecia o afastamento rápido da armadura física, permaneceriam ligados, por mais tempo, aos despojos que lhes diziam respeito. A quantidade de dias que ficariam ali dependeria do grau de animalização dos fluidos que lhes retêm o Espírito à atividade corpórea. Alguns seriam detidos por algumas horas, outros, talvez, por longos dias . . . Corpo inerte nem sempre significa libertação da alma. O gênero de vida que alimentamos no estágio físico (quando estamos encarnados) dita as verdadeiras condições de nossa morte. Quanto mais mergulharmos nas correntes de baixas ilusões, mais tempo gastamos para esgotar as energias vitais que nos aprisionam à matéria pesada e primitiva de que se nos constitui a instrumentação fisiológica, demorando-nos nas criações mentais inferiores a que nos ajustamos, nelas encontramos combustível para dilatados enganos nas sombras do campo carnal, propriamente considerado. E quanto mais nos submetamos às disciplinas do espírito, que nos aconselham equilíbrio e sublimação, mais amplas facilidades conquistaremos para a libertação da carne em quaisquer emergências de que não possamos fugir por força dos débitos contraídos perante a Lei. Assim é que "morte física" não é o mesmo que "emancipação espiritual". Isso, no entanto, não quer dizer que os demais companheiros acidentados estarão sem assistência, embora coagidos a temporária detenção nos próprios restos. De modo algum, ninguém fica desamparado. O amor infinito de Deus abrange o Universo. Os irmãos que se demoram enredados em mais baixo teor de experiência física compreenderão, gradativamente, o socorro que se mostram capazes de receber. Todavia, na hipótese de serem surdos ao bem, é possível que se rendam às sugestões do mal (entidades de inteligência perversa), a fim de que, pelos tormentos, é preciso considerar que a tentação é sempre uma sombra a atormentar-nos a vida, de dentro para fora. A junção de nossas almas com os poderes infernais verifica-se em relação com o inferno que já trazemos dentro de nós.


Observação de Rudymara: Todos nós, um dia, desencarnaremos, mas não morreremos, porque quem morre é o corpo físico, mas a Espírito é eterno. E é este que irá responder por suas transgressões. A colheita é resultado do plantio de nossas ações: nesta vida, após a morte do corpo físico e na próxima encarnação. O rico, da parábola "O rico e Lázaro", rogou que Moisés mandasse alguém avisar seus 5 irmãos (encarnados) do sofrimento dele após a desencarnação, para que eles não sofressem também. Mas Abraão disse: Eles têm Moisés e os Profetas: ouçam-nos. Enfim, nós temos Jesus, os ensinamentos dele estão aí, nós sabemos o que temos que fazer ou seguir, enquanto estamos encarnados, mas adiamos.







SÓ PODEMOS MORRER UMA SÓ VEZ?





“E, como aos homens está ordenado morrer uma só vez, vindo depois disso o Juízo”. (Hebreus 9:27)

Quem escreveu Hebreus?   Muitos cristãos atribuem a autoria da epístola ao Apóstolo Paulo, mas os estudiosos dizem que o modo como ela foi elaborada, difere das outras epístolas paulinas. Mas "talvez" tenha sido Timóteo, Apolo, Lucas, Barnabé, Clemente de Roma, Silas, Filipe e Priscila.
No terceiro século, Orígenes escreveu: “Só Deus sabe ao certo quem escreveu a epístola.”


Começa por aí. Ninguém sabe ao certo quem escreveu Hebreus. Que conhecimento tinha para tal? Mas, analisando esta passagem que muitos usam para contestar a REENCARNAÇÃO, vamos ver que não tem sentido. Se aceitarmos que somente morremos uma vez, haveria 3 problemas: Primeiro: Jesus ressuscitou Lázaro. Este então, teve duas mortes? Segundo: Se Lázaro estava morto a dias, e o juízo vem após a morte, não teria sido ele julgado por Jesus? Será que ele teve permissão de voltar do céu ou do inferno? Terceiro: Afinal, em que ocasião seremos julgados? Após a morte ou no juízo final, onde muitos acreditam que Jesus voltará e julgará os vivos e os mortos, separando o joio do trigo?
Achamos que o verdadeiro sentido da frase, baseado nos conhecimentos da Doutrina Espírita, é que só podemos morrer uma só vez a cada encarnação, ou seja, o que não existe é a "RESSURREIÇÃO" e não a "REENCARNAÇÃO". Porque "ressurreição" significa o Espírito ressurgindo ou retornando ao mesmo corpo físico. O que é impossível, cientificamente falando. O "ressurgimento" do Espírito é em um novo corpo carnal, por isso Allan Kardec usou a palavra "reencarnação".
Então perguntamos: Por que a resistência em acreditar na reencarnação? Por que se apegar a uma frase com tantas outras evidências? Vejamos em Mateus 17:10: "Os discípulos de Jesus lhe perguntaram: “o que querem dizer os doutores da Lei, quando falam que Elias (que já estava morto) deve vir? Jesus lhes explicou: "Certamente Elias virá primeiro, e restaurará todas as coisas. Mas digo-vos que Elias já veio, e não o conheceram, mas fizeram-lhe tudo o que quiseram.”Comenta Mateus em 17:13 "Então os discípulos compreenderam que Jesus falara a respeito de João Batista.” 
Nesta passagem, Jesus deixa claro que Elias, que muitos esperavam a volta (voltar de onde e como se ele estava morto?), já veio, ou seja, já REENCARNOU, e já haviam feito com ele o que quiseram (cortaram sua cabeça). Então, os discípulos entenderam que João Batista era a reencarnação de Elias. Portanto, concluimos que Elias morreu 2 vezes, quando era Elias e quando retornou à carne como João Batista. 

Então, preferimos dizer que: "Se nossa esperança em Cristo se limita a essa vida somos os mais infelizes de todos os homens." - Coríntios 15:19
RETIRADO DE GRUPO DE ESTUDOS  ESPÍRITA ALLAN KARDEC

O PASSE ESPÍRITA CURA?

Sim. Quando ministrado e recebido com fé, o passe é capaz de produzir verdadeiros prodígios. Ele têm como objetivo o reequilíbrio do corpo físico e espiritual. Mas é preciso esclarecer que a cura não acontece em todos os casos. Ás vezes, o bem do doente está em continuar sofrendo. Por isso devemos explicar, segundo a visão espírita, porque ficamos doentes, porque uns conseguem curar-se e outros não, etc. Para que os que não alcançarem a cura, não saiam decepcionados achando que o Espiritismo é uma religião de charlatães. André Luiz em Opinião Espírita, cap. 55 explica que: “(...) OS CENTROS ESPÍRITAS PRECISAM, AO LADO DO TRABALHO DE PASSE, PROPICIAR OS MEIOS PARA QUE FREQUENTADORES CONHEÇAM A DOUTRINA E SE EXERCITEM NUM TRABALHO ÍNTIMO DE EVANGELIZAÇÃO, PARA A CONQUISTA DA SAÚDE DEFINITIVA.” Porque com a cura física, muitas pessoas se atiram de novo ao desregramento, voltando a se prejudicarem. Mas quem aprende que precisa se aprimorar espiritualmente na prática do Bem e nisso se empenha, quer alcance ou não a cura do corpo, encontrará o caminho para a cura verdadeira e duradoura, a manutenção do equilíbrio em seu espírito imortal. Portanto, empenhemo-nos em curar males físicos, se possível. Mas lembremos, porém, que o Espiritismo “cura sobretudo as moléstias morais”. Não queiramos dar maior importância à cura de corpos do que ao fim principal do Espiritismo, que é “tornar melhores aqueles que o compreendem.”
CADA CENTRO ESPÍRITA TEM UM MÉTODO DE APLICAR O PASSE? Alguns sim, mas o movimento espírita, como todo movimento é conduzido por humanos, cada qual num grau de evolução, conseqüentemente, a interpretação será conforme seu entendimento. Mas, José Herculano Pires no livro “Obsessão, O Passe e a Doutrinação” explica que: “o passe espírita não comporta as encenações e gesticulações que hoje envolvem alguns teóricos improvisados, geralmente ligados a antigas correntes espiritualistas de origem mágica ou feiticista. Os espíritos realmente elevados não aprovam nem ensinam essas coisas, mas à prece e a imposição das mãos.”
MAS, ANDRÉ LUIZ NARRA EM VÁRIOS LIVROS, COMO POR EXEMPLO “NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE” CAP. 17, A APLICAÇÃO DE PASSES LONGITUDINAIS. POR QUE NÃO FAZER O MESMO? Precisamos compreender que o ângulo de observação de André Luiz é do plano espiritual. Quando ele se refere a outro tipo de passe, os “passistas” são sempre espíritos desencarnados, que podem ver o funcionamento de nossos órgãos, o que para nós, encarnados, não é possível. Além do mais, como disse J. Herculano Pires:“a técnica do passe não pertence a nós, mas exclusivamente aos Espíritos Superiores. Só eles conhecem a situação real do paciente, as possibilidades de ajudá-lo em face de seus compromissos nas provas, a natureza dos fluidos de que o paciente necessita e assim por diante.” Por exemplo: quando tomamos um comprimido para dor de cabeça, este não precisa ir para a cabeça para agir. Assim é o PASSE, que é aplicado no alto da cabeça (coronário), e os espíritos se encarregam em levar os fluidos ao local do corpo necessitado.
O PASSE ESPÍRITA UTILIZA MACA? Não. Este método é utilizado na terapia holística chamada Reiki. Os adeptos desta terapia acham as filas de espera do passe espírita muito impessoal. Por isso, utilizam maca, onde o paciente recebe energia com hora marcada, música relaxante e essências aromáticas.
O PASSE REIKI TAMBÉM CURA? Sim, também faz os doentes saírem física e mentalmente recuperados. Deus não beneficia só os espíritas ou os freqüentadores da casa espírita. Cabe a nós, espíritas, respeitarmos as mais diversas modalidades e formas de cura. São meios úteis de minimizar o sofrimento alheio.
SE É BOM, POR QUE O ESPIRITISMO NÃO ADOTA TAL MÉTODO? Porque o passe espírita também é bom e para ser bom aprendemos que não precisa de recursos materiais. Os espíritas precisam ajudar a renovação das idéias religiosas e não conseguirão isso, se ocultar o que já conhecem e se cederem sempre aos atuais costumes ou novidades. Além do que, o espírita tem o dever de não ficar preso às fórmulas religiosas que nada mais lhe significam como: maca, lâmpadas coloridas, etc., que fazem função de amuletos. Divaldo numa entrevista dada ao Correio Espírita disse: “deve-se evitar, quanto possível, a exposição de lâmpadas coloridas, no pressuposto de realizar-se ação cromoterapêutica.” Vejamos o que disse José Herculano Pires, no mesmo livro acima citado: “Todas essas tolices decorrem essencialmente do apego humano às formas de atividades materiais. O passista consciente, conhecedor da doutrina e suficientemente humilde compreende que ele pouco sabe a respeito dos fluidos espirituais, e o que pensa saber é simples pretensão orgulhosa, limite-se à função mediúnica de intermediário. Muitas vezes os Espíritos recomendam que não façam movimentos com as mãos e os braços para não atrapalhar os passes.”
Ultimamente estamos encontrando muitas novidades no meio espírita. Há, por exemplo, quem acredite que a desobsessão e o passe espírita pararam no tempo, conseqüentemente, precisam de ajuda. Perguntemos: ALLAN KARDEC ESTÁ ULTRAPASSADO? J. Herculano Pires responde: “O Kardec superado, dos espíritas pretensiosos dos nossos dias está sempre na dianteira das conquistas atuais. O Espiritismo é a Ciência e acima de tudo a Ciência que antecipou e deu nascimento a todas as Ciências do Paranormal, desde as mais esquecidas tentativas científicas do passado até a Metapsíquica de Richet e a Parapsicologia atual de Rhine e McDougal. Qualquer descoberta nova e válida dessas Ciências tem as suas raízes no O Livro dos Espíritos. Todos os acessórios ligados à prática tradicional do passe devem ser banidos dos Centros Espíritas sérios. O que nos cabe fazer nessa hora de transição da Civilização Terrena não é inventar novidades doutrinárias, mas penetrar no conhecimento real da doutrina, com o devido respeito ao homem (Kardec) de ciências e cientista eminente que a elaborou, na mais perfeita sintonia com o pensamento dos Espíritos Superiores.”).
Então, queremos esclarecer, que não somos contra métodos, técnicas, rituais, etc., adotados por outras seitas, religiões, terapias holísticas ou alternativas. A Doutrina nunca diz ser “contra” alguma coisa, no máximo “não é favorável”. Ela nunca diz “não pode”, no máximo diz “não deve”. Pregamos o livre arbítrio, portanto, temos obrigação de exercê-lo. Mas, não é por respeitarmos que as adotaremos. Não queremos impor aquilo que acreditamos a ninguém, mas não queremos que nos imponham o que não aceitamos. Não gostaríamos de ver implantado na Casa Espírita o que não pertence a ela. Mas aquele que acredita ser certo o que pratica, não deve se melindrar com opinião contrária, “a cada um segundo sua consciência”. Portanto, gostaríamos que todos compreendessem que não escrevemos para criticar, ofender, brigar, até porque este não é o intuito da Doutrina Espírita. Escrever textos espíritas e omitir o que o “Espiritismo” prega para não desagradar este ou aquele, seria covardia da nossa parte e falta de caridade com o Espiritismo. Apenas utilizamos este meio de comunicação para tirarmos dúvidas e divulgarmos a Doutrina dos Espíritos como ela é aos espíritas, não-espíritas, simpatizantes e até não-simpatizantes. “A maior caridade que podemos fazer ao Espiritismo é sua divulgação”, disse Emmanuel. Portanto, a pratiquemos com respeito e responsabilidade.GRUPO DE ESTUDO ALLAN KARDEC

SUICÍDIO - Para onde vai o suicida?


PARA ONDE VAI UM SUICIDA?
Cada espírito é uma história.
Alguns suicidas sentem-se presos ao corpo de tal modo que, leva-os a ver e sentir os efeitos da decomposição; outros vão para as regiões umbralinas (região destinada a esgotamento de resíduos mentais); outros ainda, como conta no livro “Memórias de um suicida”, tornam-se presas de obsessores, que as vezes, também foram suicidas, entidades perversas e criminosas, que sentem prazer na prática de vilezas, e que continuam vivendo na Terra ao lado dos homens, contaminando a sociedade, os lares terrenos que não lhes oferecem resistências através da vigilância dos bons pensamentos e prudentes ações. Esses infelizes unem-se, geralmente, em locais pavorosos e sinistros da Terra, afinados com seus estados mentais como: florestas tenebrosas, catacumbas abandonadas dos cemitérios, cavernas solitárias de montanhas muitas vezes desconhecidas dos homens e até antros sombrios de rochedos marinhos e crateras de vulcões extintos. Eles aprisionam, torturam por todas as formas, desde maus tratos físicos e da obscenidade, até a criação da loucura para mentes já torturadas por sofrimentos que já lhes são pessoais, etc.
QUANTO TEMPO OS SUICIDAS FICAM PRESOS AO CORPO FÍSICO?
Não há previsão para o tempo que os suicidas ficam presos ao corpo vendo sua decomposição, vagando nas regiões umbralinas, prisioneiros de obsessores, etc. Isso varia de espírito para espírito. É o tempo que levam para harmonizar sua mente e entenderem o apoio que está sendo dado a ele. Pois, há grupos de socorro para os Espíritos que sofrem. No Vale dos Suicidas, por exemplo, o grupo de trabalhadores é chamado de: Legião dos Servos de Maria, pois o Vale é chefiado pelo grande Espírito de Maria de Nazaré.
TODO SUICIDA VAI PARA O VALE DOS SUICIDAS?
A médium Yvonne Pereira, em seu livro “Memórias de um Suicida”, fala do Vale dos Suicidas. Entretanto, há notícias de outros suicidas que não foram para o referido Vale. O próprio Camilo (personagem principal do livro) diz que não sabe como acontece os trabalhos de correção para suicidas nos demais núcleos ou colônias espirituais.
COMO REENCARNA UM SUICIDA?
Geralmente renascem com defeito ou deficiência no órgão afetado. E o resgate também não é igual para todos. Por exemplo: Jerônimo, personagem do livro “Memórias de um suicida”, que se matou com um tiro no ouvido porque sua empresa faliu, deixando esposa e filhos em situação difícil, reencarnou em família rica, com o propósito de não formar família, montar uma instituição para crianças órfãs, e ir à ruína financeira novamente, para ter que lutar com coragem. Seria um teste para ele; Camilo, personagem principal do livro referido, tornou-se grande trabalhador no Vale dos Suicidas, e após 50 anos reencarnou para cegar aos 40 anos e desencarnar aos 60 anos. Como vemos, ambos deram um tiro no ouvido, mas o resgate foi diferente.
É ERRADO MATAR-SE PARA ENCONTRAR COM O ENTE QUERIDO?
Além de ser errado adiará ainda mais o reencontro com este ente querido. No livro O Céu e o Inferno, de Allan Kardec, 2ª parte, capítulo V, há um relato de uma mãe que suicidou-se logo após a desencarnação de seu filho. Sua intenção era acompanha-lo. Mas não aconteceu o esperado.
É ERRADO MATAR-SE PARA SALVAR UMA VIDA?
Sacrificar sua vida para salvar outra, só sem intenção de morrer. Exemplo: bombeiro. Suicídio, nunca! Portanto, deixemos claro que, só Deus tem o direito de retirar a vida. Deus não castiga o suicida, é o próprio suicida quem se castiga, através de sua consciência pesada. O tribunal do suicida (e de todos nós) é a sua própria consciência. Se o ato do suicida é covarde ou corajoso, não podemos precisar, porque há casos de loucura, onde o suicida, por estar em estado de demência, não pode avaliar o crime que está cometendo. No caso de Getúlio Vargas, ex-presidente do Brasil, diz Emmanuel, que ele não foi considerado como suicida, uma vez que evitou uma guerra civil com sua morte. Como vemos, cada caso é um caso. Por isso, aprendamos a não julgar pela aparência. Pois, não sabemos se já fomos ou estamos sendo suicidas indiretos, ou seja, aquele que se mata devagarzinho, todos os dias através de vícios, excesso alimentar, sexo desregrado, etc. Nossos sentidos são primários e não temos direito de julgar. Só há um juiz, perfeito e infalível: DEUS. Para nós cabe a caridade da prece à esses irmãos.
KARDEC COMETEU SUICIDO?
Devemos esclarecer aos que desconhecem sua biografia ou conhecem e tentam denegrir sua imagem que, Kardec não cometeu suicídio, ele desencarnou aos 64 anos, entre 11 e 12 horas no dia 31 de março 1869, devido ao rompimento de um aneurisma, cumprindo, e muito bem, sua missão.

Infelizmente, recebemos notícias, quase que diariamente, sobre pessoas que cometeram suicídio. Porque o suicídio para o materialista, é visto como uma porta de saída para os problemas. Mas, para o espiritualista, ou seja, para quem acredita que a vida continua após a morte do corpo físico, o suicídio é porta de entrada para mais problemas, dores e aflições.
Portanto, lembremos que Deus não nos dá um fardo cujo peso não aguentaremos.
Tenhamos fé e esperança no futuro.

NÃO SE MATE, VOCÊ NÃO MORRE. 
GRUPO DE ESTUDOS ESPÍRITAS ALLAN KARDEC

segunda-feira, 29 de julho de 2013


A AÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MOMENTO DA CURA ESPIRITUAL







Com relação à ação dos Espíritos sobre quem quer curar, Allan Kardec relembrou-nos o seguinte:

"Os Espíritos derramam o fluído sobre o magnetizador, servindo este de condutor. É o magnetismo misto, semi-espiritual ou humano-espiritual. O fluído espiritual, combinado com o fluído humano, dá a este último as qualidades que lhe faltam. O auxílio dos Espíritos, em tais circunstâncias, é por vezes espontâneo, porém, com mais freqüência, é provocado pelo apelo do magnetizador".

Evidentemente, neste caso, o termo magnetizador não é o mais apropriado, porque ele está servindo de intermediário para os Espíritos. Neste caso, o termo mais apropriado é médium curador. (Observação: Por dificuldade de acesso ao texto original de Allan Kardec tornou-se impossível, pelo menos ao autor destas páginas, saber se ele usou mesmo o termo magnetizador ou médium curador).

Fonte: Grupo Espírita Renascer

sábado, 4 de maio de 2013


Houve a Ressurreição!

Há dois mil anos atrás, 
um homem veio ao mundo disposto a ser o maior exemplo de amor e verdade que a humanidade conheceria. 
Sua proposta de vida não foi entendida por muitos e então, condenaram este homem e crucificaram-no, 
ignorando todos os seus propósitos de um mundo melhor. Houve dor, angústia e escuridão. 
Por três dias, o sol se recusou a brilhar, a lua se negou a iluminar a Terra, é que no terceiro dia algo aconteceu... 
Houve a Ressurreição! 
A Páscoa existe para nos lembrar deste espetáculo inigualável chamado ressurreição! 
Páscoa... 
Ressurreição do sorriso... 
Ressurreição da alegria de viver... 
Ressurreição do amor... 
Ressurreição da amizade... 
Ressurreição da vontade de ser feliz. 
Ressurreição dos sonhos, das lembranças 
e de uma verdade que está acima dos ovos de chocolate 
ou até dos coelhinhos: 
Cristo morreu, mas ressuscitou 
e fez isso somente para nos ensinar a matar os nossos piores defeitos e ressuscitar as maiores virtudes sepultadas no íntimo de nossos corações.
Que esta seja a verdade da sua Páscoa.
 Feliz Páscoa para todos  .  Muita  paz...

Desconheço a autoria

MAGNETISMO DO BANHO

O Poder da água.



O contato da água no corpo provoca um estímulo magnético que percorre todo o organismo, deixando-o calmo, e preparando-o para o sono reparador ou para as lutas de cada dia.
O banho diário, quando encontra na mente apoio, torna-se um passe.
Além das virtudes curativas da água, enxertar-se-ão fluidos  magnéticos, de acordo com a irradiação da alma.
A disciplina dos pensamentos é uma fonte de bem-estar na hora da higiene do instrumento carnal.
No instante do banho é preciso que se entenda a necessidade da alegria, que nosso pensamento sustente o amor, até um sentimento de gratidão à água que nos serve de higiene.
Visualize, além da água que cai em profusão, como fluidos espirituais banhando todo o seu ser.
O impulso dessa energia destampa em nosso íntimo a lembrança da fé, da esperança, da solidariedade, do contentamento e do trabalho.
Por este motivo, banho e passe, conjugados, são uma magia divina ao alcance de nossas mãos.
O chuveiro seria como um médium da água e esta o fluido que vivifica o corpo.
Poder-se-á vincular o banho ao passe, e ele poderá ser uma transfusão de energias eletromagnéticas, dependendo do modo pelo qual nós pensamos enquanto nos banhamos.
Uma mente ordenada na alta disciplina e pela concentração, em segundos, selecionará, em seu derredor, grande quantidade de magnetismo espiritual e os adicionará, pela vontade, na água que lhe serve de veículo de limpeza física, passando a ser útil na higiene psíquica.
Observem que, ao tomar banho, sentimo-nos comovidos, a ponto de nos tornarmos cantores!
E a alegria advinda da esperança nos chega da água, que é portadora dos fluidos espirituais, que lhes são ajustados por bênção do amor.
O lar é o nosso ninho acolhedor, e nele existem espíritos de grande elevação, cuja dedicação e carinho com a família nos mostrará como Deus é bom.
Essa assistência atinge, igualmente, as coisas materiais, desde a harmonização até o preparo das águas que nos servem.
Quantas doenças surgem e desaparecem sem que a própria família se conscientize disso?
É a misericórdia do Senhor pelos emissários de Jesus, operando na dimensão oculta para os homens, e encarregados de assistir ao lar.
Eles colocam fluidos apropriados nas águas para o banho, e nas que bebemos.
E, quando eles encontram disposições mentais favoráveis, alegram-se pela grande eficiência do trabalho.
Na hora das refeições, é sagrado e conveniente que as conversas sejam agradáveis e positivas.
No momento do banho, é preciso que ajudemos, com pensamentos nobres e orações, para que tenhamos mãos mais eficientes operando em nosso favor.
Se quisermos quantidade maior de oxigênio nitrogenado, basta pensarmos firmemente que estamos recebendo esses elementos, e a natureza nos dará isto, com abundância.
É o “pedi e obtereis”, do Cristo.
E, com o tempo, estaremos mestres nessa operação que pode ser considerada uma alquimia.
A alegria tem também bases físicas.
Um corpo sadio nos proporcionará facilidades para expressar o amor.
Quando tomar o seu café pela manhã, tome convicto(a) de que está absorvendo, juntamente com os ingredientes materiais, a porção de fluidos curativos, de modo a desembaraçar todo o miasma pesado que impede o fluxo da força vital em seu corpo.
E sairá da mesa disposto(a) para o trabalho, como também para a vida.
Despeça-se de sua família com carinho e atenção, e deixe que vejam o brilho otimista nos seus olhos, de maneira a alegrar a todos que o amam; assim, eles lhe transmitirão as emoções que você mesmo despertou neles e isso lhe fará muito bem.
Lembre-se de que um copo de água que tome, onde quer que seja, pode ser tomado e sentido como um banho e passe internos.
Não se esqueça de bebê-lo com alegria e amor, lembrando com gratidão de Quem lhe deu essa água tão necessária, pois se ela vem rica de dons espirituais, aumentará a sua conexão com o divino poder interno.
É muito bom estar consciente a cada coisa que nos acontece e estar agradecido, se sentindo abençoado(a) e cheio(a) de amor.
A consciência, a gratidão e o amor são dois caminhos paralelos, que a felicidade percorre com alegria.


André Luiz