quarta-feira, 19 de maio de 2010

DINAMICAS

O que te faz feliz?

28/02/2009

OBJETIVO: Refletir sobre o que é a Felicidade e como podemos buscá-la.
IDADE: 13 a 18 anos
MATERIAL: quadro-negro e giz

DINÂMICA:

Escreva no quadro a frase: O que te faz feliz?

Deixe que os alunos respondam aleatoriamente. Anote abaixo em tópicos algumas respostas.

Depois, escreva a frase: O que te faz infeliz?

Provavelmente eles irão levantar problemas externos, muitas vezes apontando pessoas específicas.

Para definir o que me faz feliz ou infeliz, precisamos entender a felicidade…

A nossa felicidade depende de quem? Ninguém além de nós mesmos.. Então por que dizemos que tais fatores externos me deixam feliz ou infeliz. Nós não podemos dar as rédeas para a nossa felicidade? Como podemos impor limites e usufruir da verdadeira felicidade?

Estas são questões que podem ser levantadas e explicadas durante a aula. Podemos falar sobre a definição de felicidade do Livro dos Espíritos e concluir que a felicidade depende única e exclusivamente de nós mesmos.

Você acha que um asssasino deve morrer?

18/05/2008

OBJETIVO: Demonstrar que a pena de morte é falha do ponto de vista do espiritismo.

IDADE: Alunos de 11 a 15 anos.

MATERIAL: Uma folha e um lápis para cada grupo (5 grupos)

JUSTIFICATIVA:

Neste final de semana eu levei uma aula pronta para a turma mas acabei não dando pois a aula se transformou nesta que contarei aqui. Enquanto esperávamos o AP que toca o violão para cantarmos no início das aulas, eu perguntei pra turma sobre a semana, o que eles contavam de novo. Faço isso com freqüência. Ninguém contou nada e eu perguntei sobre uma notícia que tenha chamado a atenção. Uma aluna citou o caso Isabella. Logo depois um aluno falou baixinho: “Tem que cortar a cabeça do pai”. Foi quando percebi que precisava mudar o curso da aula e abordar este tema.

DINÂMICA:

Faça a pergunta para a turma toda: “Um assassino deve morrer?” (A aula falará da pena de morte e principalmente da opinião tola que temos de que um assassino tem que morrer.)

Para facilitar a linha de raciocínio, cite um caso da atualidade que eles estejam acompanhando. (não seja ingênuo, infelizmente as crianças acompanham isso hoje em dia).

Alguns alunos responderão a pergunta dizendo que sim, o assassino merece morrer e outros que não, não devemos punir com a morte.

Separe os alunos em grupos com afinidade na resposta. Se possível, dois grupos que acham que sim para o lado direito da turma e dois grupos que acham que não para o lado esquerdo.

Diga que eles participarão de um debate. Peça para que conversem entre si para um entender por que o outro também tem a mesma opinião e para que eles elaborem três perguntas para o grupo que tem opinião diferente.

Será necessário ajudá-los nas perguntas e não tem jeito,você terá que ajudar com perguntas para os que escolheram sim, um assassino deve morrer, afinal foi a escolha deles.

Abaixo vão algumas sugestões:

Perguntas para o grupo que respondeu sim fazer para o grupo que respondeu não. Estas perguntas tem argumentação fraca que serão “quebradas” no final da aula.

1) Se você fosse a mãe da filha asassinada, não iria querer que o assassino morresse também?

2) Você não acha que a justiça tem que ser feita?

3) Você não acha que ele merece morrer por ter matado uma pessoa inocente?

Perguntas para o grupo que respondeu não fazer para o grupo que respondeu sim. Estas perguntas vão embasar a conclusão final.

1) Você acha que alguém merece morrer?

2) Se fosse você mesmo ou um parente próximo, você aceitaria que o matasse por um erro cometido?

3) A justiça não pode ser feita com uma prisão ao invés de morte?

Monte um esquema para um grupo perguntar para o outro com direito a resposta e incite a discussão. o ponto mais importante é fazer com que eles pensem em argumentos para justificar a escolha. Diga que é como se eles quisessem convencer o outro a mudar de opinião, facilitará o entendimento do objetivo do debate.

Ao final de toda a discussão, peça um tempo para concluir. Fale sobre a pena de morte do ponto de vista do espiritismo e levantes os seguintes aspectos:

· Ninguém merece morrer;

· Ninguém vem ao mundo para matar alguém, então não pode fazer parte do processo a pena de morte;

· A justiça de Deus atua independente da justiça do homem;

· Um bandido morto tem mais liberdade para atuar, pois desencarnado tem mais liberdade para influenciar as pessoas

· Ao ser morto, o assassino ficará com mais raiva e isso poderá causar mais problemas para as próximas encarnações;

· A morte não vai ajudar no crescimento do assassino, na verdade só irá atrapalhar mais;

· A pena de morte devolve na mesma moeda o erro do assassino. Devemos mostrar a outra face como disse Jesus;

Alguns alunos vão até mudar de opinião, mas não se preocupe com isso, pois o obejtivo não é esse. Não devemos nos preocupar em tentar mudar a opinião dos que pensam que um assassino deve morrer. O objetivo é deixar o material para a reflexão. Com certeza eles sairão da aula pelo menos conhecendo o outro lado da moeda que provavelmente nem conheciam antes.

Quem somos nós

12/04/2008

OBJETIVO: Levar o aluno à percepção de que somos espíritos imortais e que estamos encarnados como homens neste momento.

IDADE: Alunos de 11 a 15 anos.

MATERIAL: Uma folha e um lápis para cada aluno e pilot para quadro branco ou giz.

DINÂMICA:

Antes de dar qualquer explicação, coloque no quadro a pergunta: Quem somos nós?

Sem deixar que eles falem, e sem dar nenhuma explicação, dê uma folha para cada aluno e peça para que eles façam um desenho sobre este tema.

Alguns irão desenhar o corpo humano, outros irão desenhar um espírito, pode ser que alguns desenhem já o que querem ser ou o que fazem atualmente, como por exemplo um surfista ou um médico.
Após todos terem terminado, peça para que eles expliquem o desenho e mostrem para a turma, um a um. Conforme eles forem mostrando vá perguntando o por quê e vá conduzindo uma linha de raciocínio para que eles deduzam que somos espíritos encarnados.

A partir deste momento você terá abertura para falar sobre diversos temas. Uma sugestão é discorrer sobre a evolução dos seres e dizer que formos criados simples e ignorantes e estamos em constante evolução. Criados simples, na estrutura e ignorantes na inteligência. Todos nós fomos criados para sermos felizes. No princípio não tínhamos inteligência, éramos apenas princípio inteligente e habitávamos o reino mineral, depois passamos para o reino vegetal, para depois o animal até chegarmos a seres humanos.

Você pode perguntar: Em que momento viramos espírito?

Alguns responderão que será depois de humanos, pois tem a imagem de que viramos espíritos ao desencarnar, como se essa encarnação fosse a primeira como ser humano. Neste momento pode ser falado que nós estamos constantemente indo e voltando do plano espiritual mas que a todos momento somos espíritos, sendo que em planos diferentes.

Outra questão que pode ser abordada é que não existe um momento que o princípio inteligente vira espírito, de uma hora para a outra. O espírito como somos hoje é resultado de toda a evolução.

Estas são apenas sugestões, deixem seus comentários dizendo como aplicaram em suas aulas esta idéia!

Todo mundo, Alguém, Qualquer um, Ninguém

17/09/2007

OBJETIVO: conscientizar o grupo da necessidade de união, de cooperação ou de apoio; lembrar que somos todos herdeiros de nossas ações, de que tudo o que fazemos é resultado que será colhido para nós mesmos, nesta ou numa próxima encarnação.

MATERIAL: folhas de papel com o texto para serem distribuídos para os alunos para que eles possam fazer uma leitura individual e com calma.

COMO APLICAR: você pode iniciar solicitando uma ou mais tarefas de diferentes complexidades e observando como o grupo reage: se há cooperação, se há iniciativa, se os problemas são conversados e solucionados.

Em seguida distribua o texto. Ajude na leitura para que eles entendam quem são os personagens. Após um tempo para a leitura, converse com o grupo se uma das tarefas pedidas se encaixa na situação do texto, que situações vivenciamos semelhantes, como eles se sentem sendo um destes personagens e porque agimos assim.

TEXTO:

Esta é uma história sobre quatro pessoas: Todo mundo, Alguém, Qualquer um, Ninguém .

Havia um importante trabalho a ser feito e TODO MUNDO tinha certeza de ALGUÉM o faria.

QUALQUER UM poderia tê-lo feito, mas NINGUÉM o fez.

ALGUÉM zangou-se porque era um trabalho de TODO MUNDO.

TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia fazê-lo, mas NINGUÉM imaginou que ALGUÉM ou mesmo TODO MUNDO deixasse de fazê-lo.

Ao final, TODO MUNDO culpou ALGUÉM quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito.

A partir de e-mail recebido; autor desconhecido.

Nenhum comentário:

Postar um comentário