sábado, 27 de agosto de 2011

Louise L. Hay - Você pode curar sua vida - Parte 09

Louise L. Hay - Você pode curar sua vida - Parte 08

Louise L. Hay - Você pode curar sua vida - Parte 07

Louise L. Hay - Você pode curar sua vida - Parte 06

Louise L. Hay - Você pode curar sua vida - Parte 05

Louise L. Hay - Você pode curar sua vida - Parte 04

Louise L. Hay - Você pode curar sua vida - Parte 03

Louise L. Hay - Você pode curar sua vida - Parte 02

Louise L. Hay - Você pode curar sua vida - Parte 02

Louise L. Hay - Você pode curar sua vida - Parte 02

Louise L. Hay - Você pode curar sua vida - Parte 01

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Dinâmica a União faz a força - Eclesiastes 4. 9

Material: fios finos de barbante ou de lã (pedaços de mais ou menos 30cm) ou palitos de churrasquinho.

Distribuir entre os participantes os fios de barbante, pedir que cada um analise a aparência, utilidade e propósito daquele pedaço de barbante, (cerca de 2 minutos, para não ficar cansativo).

Pedir que eles arrebentem e observem como foi fácil.

Depois, pedir que cada um ofereça o maior pedaço que

lhe sobrou para formar um feixe de barbantes e pedir a alguns voluntários que tentem arrebentar este feixe.

Observem como fica mais difícil se à medida que o feixe fica grosso.

Para concluir leia o texto bíblico e discutam sobre a relação com a dinâmica e o grupo. ("Melhor é serem dois do que um porque têm melhor paga do seu trabalho Pois se caírem um levantará o seu companheiro").

Ouça o que seus colegas têm a dizer, por mais que você não concorde em gênero, número e grau. Ouvir com atenção é uma questão de respeito. Depois que tiver entendido tudo, aí sim, é o momento para você expor seus pontos de vista e suas opiniões. Seja paciente e não se envolva em discussões bobas.

Dê o melhor de si na execução do seu trabalho, ajude seus colegas quando necessitarem e não fique constrangido ao pedir ajuda. Lembre-se: a união faz a força.


DINÂMICAS ENTRE PROFESSORES E PAIS DE ALUNOS


O objetivo desta dinâmica é mostrar que apesar das diferenças (a diversidade das peças), quando trabalham em harmonia, integração, cooperação, o resultado é sempre promissor (há uma enormidade de figuras feitas com as mesmas peças).

Português

Relembrando provérbios.

Peça para que os pais se organizem em círculo.
Cada um deverá dizer um provérbio inteiro e inédito.
O pai que repetir sairá do círculo.
Se ficar pensando por mais de um minuto sairá do círculo.
O campeão dos provérbios será o que permanecer até o fim.

Após o término o pai vencedor deverá ressaltar o provérbio que melhor pode ser aplicado na parceria pais, escola e aluno.
Outros pais poderão se manifestar ressaltando outros provérbios.
O objetivo desta dinâmica é fazer com que reflitam sobre a aplicação dos mesmos.

Geografia

Faça uma viagem ilusória com os pais.
Escolha um local para visitar.
Peça para que fechem os olhos e os conduza, através da imaginação, até o destino combinado. É interessante que seja um local conhecido por todos. Pode ser até a rua em frente a escola.
Inicie pelo levantar da carteira, o sair da sala de reunião, sair da escola, e então faça-os “voar” através das palavras até chegar ao destino pretendido. Depois volte, fazendo o percurso inverso, terminando o exercício com os pais entrando novamente na escola, passando pelos corredores, entrando na sala de aula e finalmente sentando na carteira. Somente após estarem sentados é que poderão abrir os olhos.
Ao final a professora deve perguntar quem teve a sensação de realmente ter saído da escola e ter visualizado o local descrito.

O objetivo desta dinâmica é justamente trabalhar o entrosamento, a disponibilidade, a boa vontade para atingir um mesmo objetivo.
Todos demonstraram boa vontade e seguiram as regras até o término da dinâmica. Cada um contribuiu para que a dinâmica tivesse um bom resultado.
Estes são os requisitos fundamentais para que exista a parceria entre a família e a escola, pois os dois priorizam o sucesso do aluno, que é o resultado pretendido

Ciências

Resultado da dinâmica: Montar um boneco.

A cada três grupos deverá sair um boneco, ou seja um grupo vai desenhar a cabeça, o outro grupo o tronco e o outro grupo os membros.
Um grupo não pode se comunicar e nem ver o trabalho do outro grupo.
A intenção é que o Grupo 1A, o Grupo 2A e o Grupo 3A ao juntarem as partes para montar o boneco, estas apresentem tamanho desproporcional deixando o boneco completamente deformado.Que a cabeça fique desproporcional ao tronco e este aos membros.
O objetivo maior desta dinâmica é justamente trabalhar a maneira diferenciada que as pessoas têm ao enfocarem o mesmo assunto. Também deixa bem claro o que a falta de comunicação e entrosamento propicia, uma vez que eles não puderam se comunicar.
Não existe nada mais familiar que o próprio corpo e cada um o representou de tamanhos e maneiras diferentes.
Porém, caso os grupos tivessem tido contato uns com os outros, ou seja, trabalhassem em harmonia, em cooperação visando um mesmo interesse, esta desproporção não teria acontecido.
O objetivo desta dinâmica mostra a importância do entrosamento, da união, da comunicação para que exista a parceria entre a escola, o professor e o aluno.

1- Formar grupos com os pais. O número de grupos deverá ser múltiplo de três.
2- Distribuir folhas de sulfite, lápis preto, borracha, lápis de cor e tesoura para cada grupo.
3- Cada grupo sorteará o comando que poderá ser ou “cabeça” ou “tronco” ou “membros”
Obs. Se houverem muitos grupos, para que não haja confusão vindo a prejudicar o resultado da dinâmica, é aconselhável que ao se sortear os três primeiros comandos, sendo que um é a cabeça, o outro o tronco e o outro os membros, se designe chamar grupo A, em seguida se fará o sorteio dos próximos três grupos nomeando-os de grupo B e assim por diante.
Quando se iniciar a montagem do boneco, chama-se os três representantes dos grupos A e montam o boneco, em seguida os representantes dos grupos B e assim por diante.
Somente após a montagem de todos os bonecos é que se inicia a análise enfocando o acima exposto.

Ética
Jogo das bexigas
Distribua entre os pais uma bexiga para cada um. Cada qual deverá encher a sua bexiga.
Em seguida pedir para que todos fiquem de pé e que formem um grande círculo. Cada um deverá manter-se em movimento, andando pelo espaço feito pelo círculo não devendo se afastar do grupo. Deverá manter sua bexiga no ar dando tapinhas. Não poderá deixa-la cair no chão. Caso isso aconteça, deverá pegá-la e colocá-la novamente no ar.
O Professor já deve deixar combinado antes do jogo começar que irá tocar nas costas dos participantes e que esse ao ser tocado, deverá se afastar do grupo deixando a bexiga.
Com isso, ficarão cada vez mais bexigas e cada vez menos participantes, e os que continuarem no jogo, deverão se esforçar ao máximo para manter todas as bexigas no ar.
Vai chegar um determinado momento que isso não será mais possível por mais que os participantes que restaram, se esforcem.

Objetivo da dinâmica: A importância do dividir tarefas. Se cada um fizer a sua parte, ninguém fica sobrecarregado. Mostrar a importância da participação dos pais no processo ensino-aprendizagem do seu filho.

Referências

http://paixaodeeducar.blig.ig.com.br/

http://www.chabad.org.br/biblioteca/artigos/reuniao/home.html

http://www.morcegolivre.vet.br/tangram.html



NO RUMO DA PAZ


funscrape.com

Se você retirar a sombra da tristeza que lhe cobre o olhar, observará que o Sol e o Tempo renasceram hoje a fim de que você possa refazer-se e recomeçar. Não se sabe de ninguém que houvesse conseguido a restauração ou o êxito em clima de desabafo.

Sorrir atraindo dedicações e possibilidades ou mostrar a face agoniada da irritação, suscitando adversários ou problemas, dependerá sempre de você mesmo.

Ódio e medo, inveja ou ciúme, desespero ou ressentimento desajustam a mente, e a mente desequilibrada envenena o corpo.

Procure ver o melhor dos outros e dê aos outros o melhor de você, porque o pessimismo jamais edifica.

Você receberá auxílio e assistência na medida exata das suas prestações de serviço ao próximo, recebendo, ainda, por acréscimo, valiosas bonificações da Providência Divina.

Recordemos que situar-nos nas dificuldades dos outros, de modo a senti-las como se fossem nossas, para auxiliar aos outros, sem exigência ou compensação, é a maneira mais justa de garantir a paz.

Lembremo-nos sempre de que a criatura humana, seja qual for a condição em que se encontre, conquanto as imperfeições ou fraquezas que ainda carregue, é um anjo em formação, caindo às vezes para levantar-se e aprender as lições do bem com mais segurança.


E, segundo as leis da evolução, toda criatura, a fim de burilar-se, é chamada a esforço máximo, no qual a dificuldade e o sofrimento estão incluídos por ingredientes de progresso e sublimação.

Por isto mesmo, em quaisquer ocasiões, seja de alegria ou inquietação, fracasso ou refazimento, se aspiramos a seguir para as vanguardas de elevação e felicidade, amor e luz, só nos resta uma solução: trabalhar.

Espírito: André Luiz
Médiuns: Francisco Cândido Xavier e José Herculano


terça-feira, 23 de agosto de 2011

VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE ESPIRITISMO E ESPIRITUALISMO?


ESPIRITISMO X ESPIRITUALISMO


No item I – Espiritismo e Espiritualismo, da Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita, constante de O Livro dos Espíritos Kardec esclarece:

"Para as coisas novas necessitamos de palavras novas, pois assim o exige a clareza de linguagem, para evitarmos a confusão inerente aos múltiplos sentidos dos próprios vocábulos. As palavras espiritual, espiritualista, espiritualismo tem uma significação bem definida; dar-lhes outra, para aplicá-las à Doutrina dos Espíritos, seria multiplicar as causas já tão numerosas de anfibologia. Com efeito, o espiritualismo é o oposto do materialismo; quem quer que acredite haver em si mesmo alguma coisa além da matéria é espiritualista; mas não se segue daí que creia na existência dos Espíritos ou em suas comunicações com o mundo visível.

Em lugar das palavras espiritual e espiritualismo empregaremos, para designar esta última crença, as palavras espírita e Espiritismo, nas quais a forma lembra a origem e o sentido radical e que por isso mesmo tem a vantagem de ser perfeitamente inteligíveis, deixando para espiritualismo a sua significação própria. Diremos, portanto, que a Doutrina Espírita ou Espiritismo tem por princípio as relações do mundo material com os Espíritos ou seres do mundo invisível. Os adeptos do Espiritismo serão os espíritas, ou, se o quiserem, os espiritistas.

Como especialidade O Livro dos Espíritos contém a Doutrina Espírita; como generalidade liga-se ao Espiritualismo, do qual representa uma das fases. Essa a razão porque traz sobre o título as palavras: Filosofia Espiritualista."


--------------------------------------------------------------------------------

Espiritualismo
Doutrina filosófica que admite a existência de Deus e da alma. Contrapõe-se ao Materialismo, que só admite a matéria.

Segundo o Materialismo no ser humano só haveria o corpo físico. Até as funções superiores como a memória, o raciocínio, as emoções, os sentimentos poderiam ser reduzidos a simples reações físico-químicas do sistema nervoso, do sangue, das glândulas internas. O Universo seria formado por acaso e seria explicado dentro das leis das ciências exatas (Matemática, Física, Química, Astronomia etc.). Esta é a tese do Materialismo Filosófico, que não deve ser confundido com o Materialismo Pragmático e Hedonista adotado por aquele que, embora se diga até mesmo religioso, só quer mesmo é gozar os prazeres da vida terrena, nem que seja em cima da miséria alheia.

Todos os religiosos, como aceitam a Alma e Deus, são, por isto mesmo, espiritualistas.

Assim, a pala espiritualista tem significado muito vasto, abrangendo o católico, o protestante, o umbandista, o candomblecista, o israelita ou judeu, o islâmico ou mamometano etc.


--------------------------------------------------------------------------------

Espiritismo
Doutrina filosófica também espiritualista, mas que se diferencia das outras correntes filosóficas por Ter características bem definidas, a saber:

a – concepção tríplice do homem: Espírito – Perispírito – Corpo Físico;

b – sobrevivência do Espírito como individualidade;

c – continuidade da responsabilidade individual;

d – progressividade do Espírito dentro do processo evolutivo em todos os níveis da natureza;

e – comunicação mediúnica disciplinada voltada para o esclarecimento e a consolação de encarnados e desencarnados;

f – volta do Espírito à matéria (reencarnação) tantas vezes quantas necessárias para alcançar a perfeição relativa a que se destina, não admitindo, no entanto, a metempsicose, ou seja, a volta do Espírito no corpo de animal para pagar dívidas, como aceita o Hinduísmo. Conforme o Espiritismo, o Espírito não retroagrada;

g – ausência total de hierarquia sacerdotal;

h – abnegação na prática do bem, ou seja, não se dobra nada por esta ou aquela atividade espírita;

i – terminologia própria, como por exemplo, perispírito, Lei de Causa e Efeito, médium, Centro Espírita, e nunca corpo astral, karma, Exu, Orixá, "cavalo", "aparelho", "terreiro", "encosto", vocábulos utilizados por outras religiões e que não têm cabimento no meio espírita;

j – total ausência de culto material (imagens, altares, roupas especiais, oferendas, velas etc.);

l – na prática espírita não há batismo nem culto ou cerimônia para oficializar casamento;

m – respeito a todas as demais religiões, embora não incorpore a seu corpo doutrinário os princípios e rituais delas;

n – a moral espírita é a moral cristã: "Fazer ao próximo aquilo que dele se deseje".


--------------------------------------------------------------------------------

Espiritismo, Sincretismo e Cultos Afro-Brasileiros
Na obra Africanismo e Espiritismo – Cap. I, Deolindo Amorim afirma:

"Tem-se procurado, aliás sem razão plausível, confundir o Espiritismo com velhas práticas afro-católicas, enraizadas no Brasil desde o período colonial. Argumenta-se, em defesa de tal suposição, que nas práticas africanas se verificam manifestações de espíritos, o que, no entender de muitas pessoas, é suficiente para dar cunho espírita a essas práticas. O raciocínio é mais ou menos este: onde há manifestações de espíritos, há Espiritismo; logo, as práticas fetichistas são também práticas espíritas, porque nelas se faz evocações de espíritos".

"Eis aí uma preliminar discutível. Em primeiro lugar, o que caracteriza o ato espírita não é exclusivamente o fenômeno; em segundo lugar, o Espiritismo (corpo de doutrina organizado por Allan Kardec) surgiu no mundo em 1857, e quando suas obras chegaram ao Brasil, já existia o Africanismo generalizado, principalmente na Bahia."

"Historicamente, como se vê, não é possível estabelecer qualquer termo de comparação, porquanto o Africanismo data da época muito recuada, ao passo que a Doutrina Espírita é do século passado..."(século XIX)

"O Africanismo tem ritual organizado, de acordo com suas tradições seculares, fundadas na crença em divindades peculiares a seu culto, enquanto o Espiritismo não adota ritual de espécie alguma, não tem forma de culto, nem adora divindades. É uma doutrina de base científica, propensa ao método experimental, de cogitações filosóficas muito elevadas, porque trata do destino da alma humana, preparando o homem para a prática do Bem, única estrada que conduz a Deus."

"Muito deve o Brasil ao braço africano, cujo suor, com sacrifício e dedicação, regou os alicerces da prosperidade econômica do país. O africano trouxe para o Brasil os elementos de sua cultura, já muito velha àquele tempo. Deu-se logo a mesclagem cultural, mais esclarecida, atualmente, pelas investigações da Sociologia. Com o tempo, porém, o culto africano começou a desfigurar-se, perdendo as suas linhas originais, em conseqüência d gradativa e inevitável influência do Catolicismo. Fundiram-se, pois, três tipos diferentes na formação do Brasil: europeu, africano e aborígene. Entre os filhos da terra, os aborígenes, não havia uniformidade de usos e costumes, o que não deixa de refletir a forma de culto..."

"O Africanismo perdeu há longo tempo, no Brasil, seus traços primitivos. Formou-se no país uma cultura de fusão, disto resultando o sincretismo religioso: um pouco de Catolicismo, um pouco de Africanismo e um pouco de Espiritismo deturpado pelo misticismo popular."

No Cap. II, o autor, informa:

"Não se discute que o objetivo do culto afro-católico, com todos os seus elementos religiosos e culturais, seja ou não o Bem; mas o que se acentua é que Espiritismo não se identifica nem se confunde com o Africanismo. A prática deste último obedece a prescrições ritualísticas, enquanto a prática espírita dispensa e rejeita qualquer fórmula sacramental, qualquer objeto de culto etc..."

"O Espiritismo encontrou, no Brasil, a preponderância do Africanismo e do Catolicismo, com um fator absolutamente favorável: o baixo nível intelectual das massas, educadas na superstição e sob o influxo da Religião Católica, que lhe imprimiu o apego aos ídolos, aos símbolos etc... Difícil tem sido ao Espiritismo reagir contra a propensão de grande parte de seus simpatizantes para o culto fetichista. Daí muita gente, que desconhece o assunto, que não sabe o que é Espiritismo, dizer que Espiritismo e Africanismo são sinônimos... Eis um erro que precisa ser desfeito. Umbandismo, ou qualquer outra forma de Africanismo não constitui modalidade do Espiritismo.

No Livro O Espiritismo e as Doutrinas Espiritualistas no Cap. III Deolindo Amorim acrescenta:

"Apesar do aspecto comum – o caráter espiritualista – a Umbanda não se configura no corpo da Doutrina Espírita nem o Espiritismo se conforma à organização religiosa da Umbanda. À parte o fenômeno, que é ponto pacífico, devemos considerar os dois movimentos em seus campos adequados, sem confusão nem rivalidade: Umbanda deve ser compreendida como Umbanda e Espiritismo deve ser compreendido como Espiritismo".

A propósito, cabe esclarecer que não existe espiritismo de mesa, alto espiritismo, baixo espiritismo, espiritismo de mesa branca, e outras expressões similares. Existe somente Espiritismo.

Aliás, ficam também esclarecido que a expressão Kardecismo não corresponde à realidade, pois a doutrina não é de Kardec. Allan Kardec organizou, codificou a Doutrina Espírita ou Espiritismo, que lhe foi passada pelos Espíritos encarregados de concretizar entre nós o Consolador prometido por Jesus.

Transcrevemos abaixo pergunta de um céptico e a resposta de Allan Kardec, constante da obra O que é o Espiritismo, que bem esclarece o assunto:

"V. – O senhor tinha razão de dizer que das mesas giratórias e falantes saiu uma doutrina filosófica, e longe estava eu de suspeitar as conseqüências que surgiram de um fato encarado como simples objeto de curiosidade. Agora vejo quanto é vasto o campo aberto pelo vosso sistema.

A.K. – Nisso vos contesto, caro senhor; dais-me subida honra atribuindo-me esse sistema quando ele não me pertence. Ele foi totalmente deduzido do ensino dos Espíritos. Eu vi, observei, coordenei e procuro fazer compreender aos outros aquilo que compreendo; esta é a parte que me cabe.

Há entre o Espiritismo e outros sistemas filosóficos esta diferença capital; que estes são todos obra de homens, mais ou menos esclarecidos, ao passo que, naquele que me atribuís, eu não tenho o mérito da invenção de um só princípio.

Dize-se: a filosofia de Platão, de Descartes, de Leibnitz,; nunca se poderia dizer: a doutrina de Allan Kardec; e isto, felizmente, pois que valor pode ter um nome em assunto de tamanha gravidade?

O Espiritismo tem auxiliares de maior preponderância, ao lado dos quais somos simples átomos."

Leitura complementar:
Espiritismo Básico – Pedro Franco Barbosa – FEB.
O Espiritismo de A a Z – FEB.
Manual e Dicionário Básico de Espiritismo – Ariovaldo Cavarsan e Geziel Andrade – EME.
A Revelação da Chave – Raymundo Rodrigues Espelho – EME.
O Além e o Aquém – Cristóvam Marques Pessoa – EME.
Capítulo do Livro "O Espiritismo ao alcance de todos"

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

funscrape.com

Meu herói

Meu herói. Este é o nome de matéria de uma revista de circulação nacional, que apresentou ao público relatos muito valiosos.

Abaixo do título do artigo veio escrito:

Todo mundo tem um ídolo assim: em vez de voar ou soltar raios, seu superpoder é o de repassar valores que moldam nosso caráter e nos acompanham pela vida inteira.

Em seguida, as jornalistas apresentam diversos relatos de pessoas falando sobre seus ídolos especiais – esses heróis que lhes deixaram uma contribuição imensurável para a vida.

Deixaram bons exemplos, bons valores. Deixaram uma referência de conduta que lhes permitiu passar pela vida com maior segurança.

Os relatos são belíssimos, singelos, emocionantes.

Um deles, de uma menina de 18 anos, dizia assim:

Meu avô abandonou a família quando meu pai tinha 5 anos. Tempos depois, apareceu em nossa casa, velho e doente.

Meu pai cuidou dele até a morte. Naquele dia, jurei fazer o mesmo:nunca abandonar esse homem tão generoso: meu pai, meu exemplo, meu herói.

Percebamos a beleza desta breve narrativa. Imaginemos que exemplo esse pai está deixando para as próximas gerações!

Um exemplo de amor, de dedicação, de perdão.

Filhos criados em lares que lhes apresentam estas referências elevadas, honrosas, têm muito mais chance de se tornarem homens e mulheres de bem.

Os pais da nova era precisam ter esta vontade de se tornarem heróis para seus filhos, heróis da dignidade, da honestidade, da fraternidade.

Se os filhos encontram seus ídolos dentro do lar, quem sabe possam ser menos influenciados pelos ídolos do momento, pelos ícones instantâneos dos dias atuais, tão perigosos.

Se é natural que as crianças, que os adolescentes e jovens imitam aquilo que julgam interessante, que esta imitação possa ter, no seio da família, uma fonte inesgotável e de qualidade superior.

Depois da vontade, precisam ter o esforço e a abnegação, pois para ser herói de verdade é preciso se dedicar, planejar as ações. Construir em casa uma fonte de boas referências em tudo.

O exemplo vivenciado entre as paredes de um lar possui uma força inimaginável, na construção do caráter da alma infantil.

Não se exige perfeição dos progenitores, de forma alguma. Aliás: a constatação das falhas, das deficiências também é parte importante da construção de um herói.

Heróis não são seres perfeitos: são seres que buscam a perfeição, dia após dia, batalha após batalha.

Que os pais possam ter em mente este objetivo: de deixarem, a cada dia, ano após ano, um jardim de boas referências a seus filhos.

Tais exemplos terão a força de modificar as próximas gerações, pois se forem fortes o suficiente, se marcarem a vida dos filhos, certamente seguirão na direção de netos, bisnetos, etc.

Que os pais deixem belas histórias, belas lembranças, que serão sempre um grande farol a guiar os filhos nos momentos de dificuldade.

Estes são os heróis dos novos tempos: os homens e mulheres de bem que deixarão o legado dos exemplos inesquecíveis, das lições que jamais se poderá olvidar.

Redação do Momento Espírita com base em matéria de Ana Luísa Vieira e Juliana Dias, da revista Sorria, de abril/maio 2011.





sábado, 20 de agosto de 2011

ABENÇOA TAMBÉM


funscrape.com

DIANTA DAS VOZES E DOS BRAÇOS QUE TE AMPARAM NA ENFERMIDADE, COOPERA COM OS INSTRUMENTOS DA CURA, ABENÇOANDO A TI MESMO. EM QUALQUER DESAJUSTE ORGÂNICO, NÃO CONDENES O CORPO.
O OPERÁRIO HÁ DE AMAR ENTERNECIDAMENTE A MÁQUINA QUE O AJUDA A VIVER, LUBRIFICANDO-LHE AS PEÇAS E HARMONIZANDO-LHE OS IMPLEMENTOS, SE NÃO DESEJA RELEGÁ-LA Á INUTILIDADE E À SECURA.

*
ABENÇOA TEU CORAÇÃO. É O PÊNDULO INFATIGÁVEL, MARCANDO-TE AS DORES E ALEGRIAS.
ABENÇOA TEU CÉREBRO. É O GABINETE SENSÍVEL DO PENSAMENTO.
ABENÇOA TEUS OLHOS. SÃO COMPANHEIROS DEVOTADOS NA EXECUÇÃO DOS COMPROMISSOS QUE A EXISTÊNCIA TE CONFIOU.
ABENÇOA TEU ESTÔMAGO. É O SERVO QUE TE ALIMENTA.
ABENÇOA TUAS MÃOS. SÃO ANTENAS NO SERVIÇO QUE CONSEGUES REALIZAR.
ABENÇOA TEUS PÉS. SÃO APÓIOS PRECIOSOS EM QUE TE SUSTENTAS.
ABENÇOA TUAS FACULDADES GENÉSICAS. SÃO FORÇAS DA VIDA PELAS QUAIS RECEBESTE NO MUNDO O ACONCHEGO DO LAR E O CARINHO DE MÃE.

*
EIS QUE DEUS TE ABENÇOA, A CADA INSTANTE, NO AR QUE RESPIRAS, NO PÃO QUE TE NUTRE, NO REMÉDIO QUE REFAZ , NA PALAVRA QUE ANIMA, NO SOCORRO QUE ALIVIA, NA ORAÇÃO QUE CONSOLA...

JUNTO DAS CÉLULAS DOENTES OU FATIGADAS, NÃO EMPREGUES O FOGO DA TENSÃO, NEM O CORROSIVO DO DESESPERO.

ABENÇOA TAMBÉM.

Emmanuel
Francisco Cândido Xavier- LIVRO:Coragem . Por Espíritos Diversos. cap. 25.

Gratidão, por quê?



Renato Costa – rsncosta@terra.com.br


funscrape.com


Agostinho de Hypona discorre, no Item 9 do Capítulo XIV de O Evangelho segundo o Espiritismo, sobre um tema ao qual Kardec intitulou de “A Ingratidão dos Filhos e os Laços de Família”. Naquele trecho, um dos muitos classificados pelo Codificador como “Instruções dos Espíritos”, Agostinho inicia afirmando ser a ingratidão um dos frutos diretos do egoísmo. De fato, quem não é grato por um favor que recebe é porque se julga merecedor de tal favor, entendendo que aquele que o prestou nada mais fez que sua obrigação. Ora, o que é alguém que se julga merecedor do favor de todos sem a ninguém achar necessário agradecer, senão alguém totalmente centrado em si mesmo, isto é, um egoísta?

A seguir, Agostinho apresenta as três situações básicas em que a sociedade humana entende estar ocorrendo a ingratidão de filhos para com seus pais, a saber:

- quando os espíritos guardam ódio entre si por força de ocorrências passadas e a sua aproximação, encarnando como membros de uma mesma família, não logra atenuar suficientemente tais ódios;

- quando os pais, por motivos vários, são tolerantes em demasia para com os vícios de seus filhos, faltando ao seu dever de transmitir a eles valores morais e lhes permitindo que façam tudo o que desejam fazer, colhendo, quando idosos, os frutos que eles mesmos plantaram;

- quando uma família constituída de espíritos afins e harmonizados recebe em seu meio um espírito em desequilíbrio e, mesmo tudo fazendo para integrá-lo ao ambiente de paz e harmonia do restante do núcleo familiar, não conseguem desviá-lo totalmente do vício.

Explicando-nos os motivos para cada situação e nos orientando sobre como proceder em cada caso, o ex-bispo de Hipona, uns dos grandes pensadores cristãos e grande colaborador da Codificação, encerra sua mensagem.

Gostaríamos, neste ponto, de fazer uma reflexão junto com o amável leitor. Sabemos que os preceitos morais de Jesus nos foram explicados pelos espíritos que colaboraram na Codificação, sobre a liderança de nosso amado Mestre, com a finalidade de nos consolar quanto às angústias que atormentavam nosso coração e nos esclarecer quanto às dúvidas que intrigavam nossas mentes, apontando-nos, dessa forma, um rumo seguro a tomar. Ora, como não poderia deixar de ser, os esclarecimentos voltados a consolar nossas angústias tiveram que ser direcionados àquelas que atormentavam a sociedade humana no século XIX, muitas das quais ainda o fazem neste século XXI. Tais angústias eram, como ainda são, fruto de nossa percepção das coisas e, como tal, passíveis de atenuação, à medida que tal percepção se torna mais clara e tem melhor correspondência com a realidade.

É nessa linha de raciocínio que nos propomos a refletir sobre a percepção da sociedade humana quanto ao que seja gratidão ou ingratidão de filhos.

Ingratidão é falta de gratidão. O sentimento de gratidão está associado à percepção, por aquele que é grato, de ter recebido um favor daquele a quem ele é agradecido. Ao falamos de gratidão dos filhos, portanto, é mister que saibamos qual o favor que fazemos a nossos filhos para que venhamos a esperar deles gratidão. Vejamos algumas hipóteses.

Talvez nossos filhos nos devam ser gratos porque os trouxemos à vida. No entanto, trazer filhos à vida, todos os animais trazem. O prazer que todos os animais e o ser humano sentem no ato de acasalamento existe como estímulo à reprodução, com finalidade, segundo a ciência, da perpetuação da espécie. Trazer filhos à vida é, portanto, uma simples lei da natureza. Talvez nos devam ser gratos porque os agasalhamos, abrigamos e educamos. Mas, agasalhar, abrigar e educar filhos, os animais superiores também fazem com os seus. Mais uma vez, o ser humano nada faz de especial.

Que fazemos por nossos filhos, então, que mereça a sua gratidão? Antecedendo um pouco essa questão, perguntemos a nós mesmos o que fazem os outros por nós que nos faça sentir agradecidos. Quando um pintor faz um serviço perfeito em nossa casa, sem uma falha, somos gratos a ele por isso? Quando deitamos na cama, tranqüilos, à noite, sabendo que há um vigia noturno na portaria cuidando para que estranhos não entrem em nosso prédio e abrindo a porta para os moradores que chegam tarde, somos gratos a ele por isso? Quando saímos na rua e pisamos em uma calçada limpa, somos gratos ao lixeiro que a varreu? Ocorre que esses, poderia nos dizer o leitor amigo, são casos em que pagamos pelos serviços, logo não há porque sermos gratos por eles serem bem executados. Tudo bem, vejamos, então, casos onde não ocorre pagamento.

Quando vamos ao Centro Espírita e somos beneficiados pela espiritualidade e pelos trabalhadores anônimos que ali trabalham, somos gratos a eles pelas bênçãos recebidas? Ao longo do dia, sempre que nos sentimos bem e inspirados em nossos pensamentos ou ações ou quando nos sentimos confortados em nossas crises emocionais, lembramos de agradecer a nossos guias espirituais, pela paciência com que eles, há séculos ou milênios, nos guiam e orientam, sempre acreditando em nós, mesmo quando nós mesmos não o fazemos mais? Quando contemplamos a natureza e vemos a beleza de suas formas e a sabedoria expressa em cada um de seus seres, somos gratos a Jesus por nos ter oferecido como lar um jóia tão preciosa? Quando acordamos pela manhã, somos gratos a Deus, pelas suas soberanas, sábias e amorosas leis que nos oferecem mais uma oportunidade de corrigir nossos erros, vencer provas e progredir sem cessar até a perfeição?

Se nunca somos gratos pelos benefícios que recebemos diariamente de Deus, de Jesus, de nossos guias espirituais e dos homens, por que razão haveríamos de esperar a gratidão dos filhos pelo simples fato de termos cumprido nosso dever para com eles?

Desconcertados por não encontrarmos nenhum motivo para que nossos filhos nos sejam gratos, lembramos, finalmente, do amor. Sim, nosso filho nos deve ser grato porque o amamos, dizemos, aliviados por termos encontrado um motivo. Mas, como foi que o amamos? Era nosso amor um amor “eros”, o amor egoísta, todo o tempo levando nosso filho a fazer coisas que fizessem bem ao nosso ego e não ao seu progresso espiritual? Era “filis” o nosso amor, um amor possessivo, sufocando nosso filho na infância e adolescência com nossa permanente presença, nada deixando que ele decidisse por si só e, quando adulto, cobrando dele constantes visitas e telefonemas como se a única razão de seu viver fosse estar sempre junto de nós? Ou nosso amor era “ágape”, o amor altruísta e desprendido, tudo fazendo para ajudá-lo em sua caminhada, incentivando-o, orientando-o com paciência e dedicação no caminho do bem, mas nada esperando em troca?

Enfim, chegamos onde queríamos chegar. A única coisa que podemos dar a nossos filhos que, em tese, mereceria gratidão, é justo aquela que nada espera em troca, o amor incondicional. Amemos nossos filhos com desprendimento, nada esperando deles por isso. Nossos filhos são espíritos, filhos de Deus que estão sob nossos cuidados porque nossos guias espirituais julgaram que poderíamos ajudá-los em sua evolução. Façamos o que se espera de nós dando o melhor que temos nessa missão. Nossa recompensa pelo amor que dedicarmos a eles será a satisfação de vê-los trilhando o caminho do bem, sinalizando para nós que nossa missão para com eles terá sido cumprida. Quem ama de verdade já está recompensado e não espera gratidão da pessoa amada.

Artigo publicado originalmente em O Clarim, edição de setembro de 2006. Matão, O Clarim.



alguns gifs animados

funscrape.com








funscrape.com
funscrape.com

funscrape.com


funscrape.com
funscrape.com

funscrape.com


funscrape.com
funscrape.com
funscrape.com


funscrape.com
funscrape.com
funscrape.com



funscrape.com

funscrape.com
funscrape.com
funscrape.com




funscrape.com

funscrape.com

funscrape.com


funscrape.com


funscrape.com

funscrape.com


funscrape.com


funscrape.com