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sexta-feira, 8 de julho de 2011
A CURA PELA FÉ
“Fé é a confiança que se deposita na realização de determinada coisa, a certeza de atingir um objetivo”
Kardec, ESE: XIX
Mesmo não cristãos não deixam de se referir à expressão “a fé remove montanhas”, quando querem se referir à obstinação de alguém que queira atingir determinado objetivo.
Já os verdadeiros cristãos sabem que a expressão vem do texto de Mateus, cap. XVII, v.14 a 19, se referindo ao episódio em que Jesus ouve de um pai aflito que seu filho está atormentado, e que apresentado aos discípulos do Mestre, não o puderam curá-lo. Jesus manda para trazê-lo, e ameaçando o demônio este se retirou curando o menino.
Os discípulos procuraram Jesus mais tarde e Lhe indagaram “porque não pudemos expulsar esse demônio? Jesus lhes respondeu: por causa de vossa incredulidade, pois em verdade vos digo :se tiverdes a fé do tamanho de um grão de mostarda, direis a esta montanha: transporta-te daqui para lá, e ela se transportará, e nada vos será impossível”.
Os estudos sobre o poder da fé vão encontrar na sua forma mais simples no capítulo XIX do Evangelho Segundo o Espiritismo, como lição magistral de Kardec a todos cristãos para que tenham fé inabalável nas palavras do Mestre.
Importante distinguir a fé raciocinada da fé cega, pois a fé cega pode nos levar a aceitar o falso pelo verdadeiro, pois nada examinando é levada ao fanatismo. E por falta de convicção e baseada em erro, cedo ou tarde ela será destruída e aí surge a decepção.
A fé raciocinada é a que tem por base a verdade, assentada em garantia de futuro promissor, onde se realizarão os desejos que cada um anseia alcançar na graça da Divina Providência. Ela se apóia nos fatos e na lógica, não deixa se influenciar por nenhuma obscuridade. E Kardec nos diz “não existe fé inabalável, senão aquela que pode olhar a razão face a face, em todas as eras da humanidade”. (Revista Espírita, 1867, pg. 41)
Vamos buscar algumas afirmativas de espíritos iluminados e evoluídos:
“Fé é a força que sustenta o espírito na vanguarda do combate pela vitória da luz divina e do amor universal” (No mundo Maior, André Luiz)
“Ter fé é guardar no coração a luminosa certeza em Deus, certeza de que ultrapassou o âmbito da crença religiosa, fazendo o coração repousar numa energia constante de realização divina da personalidade” (O Consolador, Emmanuel, q. 354)
“... A fé só foi compreendida, até o presente, no seu sentido religioso porque o Cristo a revelou como poderosa alavanca, e porque Nele só viram um chefe de religião” (Kardec, ESE, XIX)
E como abordar a cura pela fé?
Simplesmente buscando nessas afirmativas sobre a fé a vontade de se ver curado, a vontade de receber do Divino Mestre o lenitivo para os males do corpo. Mas que não se leve à conta de milagre, pois a cura espiritual também está ligada ao valor do mérito de cada um, subordinada a um momento muito especial que trazemos da espiritualidade como recompensa pelas obras que conseguimos juntar a nosso favor.
“Na obra Entre o Céu e o Inferno o espírito André Luiz transmite a seguinte explicação, que recebeu de Clarêncio:”. Na obra assistencial dos espíritos amigos que interferem nos tecidos sutis da alma, é possível, quando a criatura se desprende parcialmente da carne, a realização de maravilhas. Atuando nos centros de força do períspirito, por vezes efetuamos alterações profundas na saúde dos pacientes, alterações essas que fixam no corpo somático de maneira gradativa. Grandes males são assim corrigidos, enormes renovações são assim realizadas, mormente quando encontramos o serviço da prece na mente enriquecida pela fé transformadora, facilitando-nos a intervenção pela passividade construtiva do campo em que devemos operar; a tarefa de socorro realiza verdadeiros milagres”.
Desejo agora descrever, sucintamente, um episódio de que participei no ano de 1957, em São Paulo, integrando um grupo de trabalhadores espirituais formado no seio da minha família.
Participava um amigo muito querido que veio a ter um problema muito grave de gangrena e que deveria ser operado para amputar parte do pé. Estava internado no Hospital Leão XIII. no Ipiranga, e na noite anterior fomos ao seu quarto para rogarmos a magnitude e bondade de Jesus em favor do nosso querido irmão.
Éramos cinco médiuns e ele próprio também médium. Ao chegarmos ele nos informou que havia escrito uma carta ao médico cirurgião rogando que antes de levá-lo para a mesa cirúrgica, tornasse a examiná-lo, pois acreditava e tinha fé no poder Divino.
Eu mesmo fechei a porta com chave ao ser dado o sinal de encerramento das visitas, e nos colocamos ao redor da cama formando uma corrente de caridade e preces. Enquanto orávamos o Pai Nosso a porta se abriu e uma freira nos disse que como orávamos pedindo a Jesus pelo paciente, poderíamos permanecer e voltei a trancar a porta.
Concentrados sentimos a ação benéfica de mentores espirituais e Tia Amélia, vidente, ia nos descrevendo o que se passava. Espíritos de médicos desencarnados trabalhavam na zona necrosada, removendo (do períspirito) a gangrena e fazendo circular o sangue limpo.
Durante mais ou menos uma hora e pouco ali permanecemos em preces e rogativas ao Alto, elevando o nosso pensamento a Deus com muita fé e convicção na ação espiritual em favor do nosso amigo e irmão. Ao final agradecemos a Deus a oportunidade que nos foi dada de poder nos reunir procurando praticar a caridade em favor de alguém que padecia de um mal do corpo, e se fosse esse o desejo de Deus, que os amigos espirituais pudessem ter êxito no trabalho que realizavam.
No dia seguinte o médico atendeu ao pedido, e leu a carta. Resolveu fazer o exame solicitado e qual não foi a sua surpresa ao verificar que a cirurgia se tornara desnecessária pela melhora acentuada resultante da aplicação dos remédios prescritos.
A nós coube, naquela mesma noite, nos reunirmos e agradecer a Deus pelos instantes venturosos que vivêramos no atendimento fraterno.
A fé remove ou não remove montanhas? Claro que sim, se entendermos que como sempre Jesus nos mostrou Suas lições de forma figurada, e nesse caso a montanha era a moléstia que acometeu o nosso amigo.
A nossa fé removeu a montanha e demos graças a Deus.
retirado do site kardec on line
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Carma de Solidão Livro: Viver é amar |
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A OUTRA FACE |
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Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero e não enganar os outros. No entanto, é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que sentimos. É desnudar a alma, deixar cair as máscaras e baixar as armas.
É destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche e transborde.
Infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam da profundeza do nosso ser.
Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que não sabemos todas as respostas, que somos frágeis, que temos medo.
Por mais doloroso que seja construir uma máscara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção.
E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que não condizem com o nosso verdadeiro eu.
Não porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso.
Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que já não sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a doçura, a compaixão e a compreensão.
Muitas vezes sofremos e nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos sozinhos, num silêncio que nos remete à saudade de nós mesmos.
Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de nós e que não temos coragem de mostrar àqueles que nos querem bem e que nos amam.
Aprendemos que nos mostrar com transparência é sinal de fraqueza, é ser menos do que o outro. Na verdade, se agíssemos deixando que a nossa razão ouvisse o nosso coração, poderíamos evitar muita dor.
* * *
Quando formos surpreendidos pelo sofrimento de qualquer natureza, lembremos primeiramente de Deus, Pai amoroso, que nunca desampara um filho Seu. Fortaleçamo-nos na prece e na fé que conforta e acalma.
Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas serão abrandadas, pois dividir as angústias, medos e aflições, as torna menores.
Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes também aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos é nossa também.
Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais será sinal de fraqueza.
Procuremos, pois, de forma equilibrada, não prender tanto o choro, não conter a demonstração da alegria, não esconder tanto o nosso medo e nossas aflições. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer tão invencíveis.
Redação do Momento Espírita
O que não mata, engorda! Esse trocadilho continua sendo uma grande verdade, sabia? Tudo o que acontece ou aconteceu com você até agora, só foi para ter fortalecer.
Hoje você é uma pessoa muito mais preparada, mais forte, mais linda... mais gente! Parabéns por ter chegado até aqui! Valeu ter passado por tudo o que passou, não valeu?
Por isso, queira aprender sempre. Deseje crescer sempre, tá? E viva intensamente tudo o que estiver por vir, especialmente aqueles desafios que julga não ser capaz de enfrentar sozinho. Agarre o touro à unha. Nunca fuja dos compromissos! A vida judia mas também ensina!
Não importa como sejam estranhas, difíceis ou doloridas as experiências impostas a você. Tudo tem um um bom propósito, uma boa intenção, um ensinamento, uma lição. É melhor e mais inteligente pensar assim do que ficar lamentando, tá? Procure entender qual é o propósito daquilo que está acontecendo.
Tente ver a mão de Deus em tudo! Tente aceitar que nada acontece por acaso! Continue dando chance à vida, continue dando chance a Deus!
Dê um comando pra você mesmo: estou atraindo sempre o que há de melhor, sempre! E nunca mais culpe o ambiente e nem as pessoas que o cercam, pelos fracassos e erros, ok?
"O amor cresce quando se dá. O amor que você dá é o único que guarda consigo.
Portanto, a única forma de conservar o amor junto de você é dá-lo a outras pessoas"
Mensagem de Luis Carlos Mazzini
"Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro.
Existem outros tipos de morte e precisamos morrer todo dia. A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação.
Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio!
A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo.
É a fronteira entre o passado e o futuro. "
Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente.
Quer ser um bom profissional? Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só suficiente para fazer as provas.
Quer ter um bom relacionamento, então mate dentro de você o jovem inseguro ou ciumento ou o solteiro solto que pensa poder fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projetos e tempo com mais ninguém.
Enfim, todo processo de evolução exige que matemos o nosso "eu" passado, inferior.
E, qual o risco de não agirmos assim?
O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo nossa produtividade e, por fim, prejudicando nosso sucesso.
Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser.
Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam.
Acabam se transformando em projetos acabados, híbridos, adultos "infantilizados".
Precisamos manter as virtudes de criança que também são necessárias a nós, adultos, como:
brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade etc.
Então, o que você precisa matar em si ainda hoje para que nasça o ser que você tanto deseja ser ?
Pense nisso e morra!
Mas, não esqueça de nascer melhor ainda!
"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem".
Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis." (Fernando Pessoa)
terça-feira, 5 de julho de 2011

Não se vê chão, não se vê céu... Apenas um movimento ritmado para frente... para trás...
Juliana tem 13 anos e está feliz como nunca.
Mais forte, papai! - Diz ela, eufórica.
Naquele momento inesquecível, a paisagem se apaga para ela. Some em meio à alegria de estar com quem se ama.
Seu sorriso de criança encontra o ar leve, perfumado.
Seus ouvidos se deleitam com a voz tranquila do pai amado. Ela se sente segura, como nunca antes se sentira.
O balanço vai diminuindo o ritmo, e quando está prestes a parar ela percebe que o pai está diante do seu rosto.
Como ele é bonito... - ela pensa. Uma beleza especial, que está mais dentro do coração da filha, do que nos olhos do mundo.
Filha... Você precisa voltar. - Diz o homem ternamente.
Mas eu não quero, papai... - Responde ela com voz de cristal.
Eu sei, meu amor... Mas você precisa voltar.
Ela começa a chorar... O choro da brincadeira que acaba tão cedo. O choro da vontade de continuar ali.
A menina acorda em pranto.
Era um sonho! - Pensa ela. Mas parecia tão real...
Sente um aperto forte no peito e não consegue identificar o que é.
É a saudade... - Diz uma pequena voz em sua cabeça.
Sim, era a saudade do pai, do amor que havia partido quando tinha apenas 3 anos de idade.
Ela já havia sonhado com ele várias vezes, mas dessa vez foi inesquecível. Tão especial que, a partir desse dia, ela aprendeu a chamar aqueles sonhos de visitas.
Todo balanço que vê, ativa sua memória, acelera seu coração, pois faz lembrar de um grande amor que esteve na Terra com ela, durante pouco tempo, mas que ainda a visita sempre.
* * *
Por onde andam os amores que não mais estão aqui conosco?
Se aprendemos que o amor une ao invés de afastar, por que crer na distância da morte?
Sim, a morte não nos separa. Talvez um breve afastamento físico, mas nunca o afastamento das almas.
Os que nos amam continuam ao nosso lado, e se partiram antes, quase sempre se tornam companheiros anônimos e invisíveis dos nossos dias.
São eles, muitas vezes, que nos trazem as forças que precisamos para continuar, o carinho dos bons conselhos ou os puxões de orelha amorosos.
Em espírito nos acompanham, oram e vibram por nós, da mesma forma que fariam se estivessem ainda encarnados.
A morte não muda o amor. A distância não é impedimento para o carinho.
Eles estão mais perto do que imaginamos, e neste grande ir e vir do planeta, logo mais estaremos juntos uma vez mais.
Estaremos juntos lá, pois nunca sabemos quanto tempo ainda temos, ou mesmo aqui, lembrando que a reencarnação é uma das Leis maiores do Universo.
Redação do Momento Espírita

Como somos seres em evolução,
Não é raro indivíduos que,
O raciocínio se torna quase que
E não são poucos aqueles que
Muito embora assim o façam imbuídos,
Somente nos atritos que vivemos
Somos todos indivíduos criados
É na experiência de viver com
É natural que nossas relações não
Como ainda não nos acostumamos
Pensando assim, pode-se concluir
Ninguém há no planeta que não
Desta forma, cabe a cada um de nós
Assim pensando, podemos concluir
Há tanto a se realizar de bom e de útil
Redação do Momento Espírita

Estava desiludido da vida, com boas
E, como se já não tivesse razões suficientes
Parou na sua frente, de cabeça baixa e disse,
Veja o que encontrei!
O homem olhou desanimado e percebeu
Que visão lamentável! Pensou consigo mesmo.
A flor tinha as pétalas caídas, folhas murchas,
Querendo ver-se livre do garoto e de sua flor,
Mas, ao invés de recuar, o garoto sentou-se ao seu lado, levou a flor ao nariz e declarou com estranha surpresa:
O cheiro é ótimo, e é bonita também...
Por isso a peguei. Toma! É sua.
A flor estava morta ou morrendo,
Então estendeu a mão para pegá-la
Era o que eu precisava.
Mas, ao invés de colocá-la na mão
E, naquela hora, o homem notou,
A voz lhe sumiu na garganta por alguns instantes...
Lágrimas quentes rolaram do seu rosto
O garoto saiu saltitando, feliz, cheirando
Certamente iria consolar outros corações
Agora o homem já não se sentia mais
Perguntava-se como é que aquele garoto
Concluiu que talvez a sua autopiedade
E como Deus é misericordioso, permitiu
E o homem, finalmente, conseguira ver,
E, ainda mergulhado em profundas reflexões,
* * *
Tantas vezes, pessoas que não percebem
Talvez tenha sido por essa razão
Redação do Momento Espírita
Faze Luz
Quando te confias à maledicência, despedes da própria alma raios de treva e perturbação que, de retorno, te impõem dolorosa e indefinível tortura íntima a exprimir-se em obscuros processos de enfermidade.
Quando te entregas às sugestões da calúnia, exteriorizas da própria mente forças destrutivas que, de volta, te impelem à comunhão com as inteligências perversas que a veiculam, adquirindo invisíveis passaportes para os abismos da obsessão e do crime, da loucura e da morte.
Quando desces à crítica venenosa, na preocupação de ensombrar o caminho dos que te cercam, expulsas do próprio rito'>espírito dardos intangíveis e penetrantes de sofrimento e desânimo que, de regresso, te imobilizam os passos na noite da dificuldade e do desalento, de vez que, procurando salientar as deficiências e chagas alheias, não fazes mais que levantar a antipatia gratuita dos outros contra a segurança e a paz de teu próprio caminho...
Lembra-te de Jesus, cuja Infinita Misericórdia nos acompanha em todos os passos e auxilia sempre.
Recorda quantas vezes foram teus erros apagados pela Bondade Divina e não olvides o culto incessante que todos devemos à Humana Bondade.
Faze Luz no próprio roteiro para que a luz nos encontre.
Suportemos as faltas do próximo como desejamos sejam as nossas entendidas e toleradas.
E, desculpando infinitamente, alcançaremos, em nossa marcha, o Sol do Infinito Amor, cujos Raios Celestes nos asseguram todas as bênçãos da vida e que somente aguarda a nossa compreensão e nossa boa vontade para investir-nos na posse dos sublimes tesouros da Glória Excelsa.
Autor
Emmanuel
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ATA CONCEITO Ata é um “documento de registro” no qual se resumem reuniões e assembléias de entidades públicas ou particulares dele constan...
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REFLEXÃO Para que guardes os meus conselhos e os teus lábios observem conhecimento. Provérbios 5:2 Quando o homem não mentaliza o mal...
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MOMENTO ESPÍRITA Dias de solidão Tem dias em que a gente se sente como quem partiu ou morreu. Quando o poeta da música popular escrev...