
quarta-feira, 3 de novembro de 2010


A surpreendente morte
Ela sempre chega em momento inoportuno. Não a convidamos mas ela comparece, quando e onde bem entende.
Ela estabelece o seu calendário de visitas, totalmente aleatório aos nossos olhos mortais. Mas preciso, especialmente concorde com a Lei Divina, em cada detalhe.
Somente os que não estejam em equilíbrio mental é que a evocam, desejando-lhe a presença.
Todos os demais preferimos deixar para mais tarde, mais tarde...
É a morte, essa não desejada presença.
Ela dilacera corações plenos de esperança e nos leva a perguntar: Por quê? Por que agora? Por que com minha família?
Assim foi com a família Camargos. Na cidade de Natal, no Nordeste brasileiro, no dia doze de janeiro, a pequena Giovanna fazia seis anos.
Festa de aniversário. Tudo pronto para a comemoração. Pouco antes das oito horas da noite, a família só aguardava o telefonema do pai da menina, para a comemoração.
Ele integrava a missão de paz do exército brasileiro no Haiti. E ele adorava seu trabalho. O único senão eram as saudades da família: a mulher e dois filhos.
Seu retorno ao Brasil estava marcado para o dia vinte e oito. E ele dizia para a esposa que ela acabaria ficando enjoada dele, porque passariam o tempo todo juntos.
Veio o telefonema, ele falou com Giovanna. E a esposa pediu que ele ficasse um pouco mais na linha para cantar o Parabéns pra você.
Mas, de repente, a conexão do Skype caiu. Ela tentou ligar de volta. Sem êxito. A festa continuou.
No dia seguinte, o cunhado ligou para saber notícias de Raniel.
Está bem, informou Heloísa. Conversamos ontem à noite.
Ela não sabia do terremoto e, ao tomar conhecimento, se deu conta que fora a hora em que conversara com seu marido.
Na mesma tarde, um telefonema do batalhão onde Raniel servia, confirmou para a família que ele fora uma das vítimas do terremoto no Haiti.
Embora a tristeza, Heloísa diria mais tarde:
O que me consola é que Raniel morreu fazendo o que sempre quis: ajudar os necessitados e servir ao seu país.
Ele morreu como um herói.
As palavras da esposa traduzem o sentimento sublimado do amor. Ela sabia que o marido amava o seu trabalho, no exército brasileiro.
A saudade é grande. Os filhos perguntam pelo pai e terão que se habituar à sua ausência física.
Mas, eles terão a presença do ser amado em suas vidas nas doces lembranças, no telefonema de aniversário, nos sonhos...
Para essa família, como para todos os que cremos na Imortalidade, existe a certeza de que o Subtenente Raniel somente abandonou o casulo de carne.
Ele prossegue vivendo e amando, na Espiritualidade.
Que esse exemplo de serenidade nos possa servir.
Preparemo-nos. Quando a morte chegar, de inopino, rompendo nossos mais acalentados planos, pensemos: foi só um adiamento de tudo que planejamos. Logo mais tornaremos a estar juntos.
Redação do Momento Espírita, com base no artigo Heróis no Haiti (O soldado), da revista Seleções Reader’s Digest, de abril de 2010

O aprendiz buscou o orientador e clamou, agoniado:
- Amigo querido, por que a contradição em que me vejo? Vivia tranqüilo, quando adquiria fé.
Depois de instalar a fé no coração, o sofrimento apareceu em minha vida. . .
Se acumulei tanta confiança na Divina Providência, qual a razão pela qual tantas tribulações me acompanham?
Momentos surgem, nos quais me sinto em doloroso desespero.
Por que tamanho contra-senso?
O interpelado, entretanto, respondeu sem hesitar:
- Filho, não te revoltes. A Lei do Senhor é justiça e misericórdia.
O Pai Todo-Sábio não podia livrar-te da provação, mas não podes negar que a Infinita Bondade te amparou com o apoio oportuno, a fim de que atravesses as tempestades de hoje com o agasalho preciso. . .

Emmanuel
Caminham desfalecentes, embuçados na sombra, ainda que o sol resplenda em torno.
Sonâmbulos das paixões em que se desregravam, são cativos dos seus próprios reflexos dominantes.
Por mais se lhes atraia a atenção para as esferas sublimes, encasulam-se nos interesses inferiores, encarcerando na Terra as antenas da alma.
Aferrolhavam o coração no recinto estreito de burras preciosas e sentem-se, no esquife, como quem se refestela em poltrona de ouro.
Empenhavam as forças, a tiranizarem multidões indefesas, manejando o verbo fácil, e deitam oratória fulgente, no barranco em que se lhes guardam os restos, qual se ocupasse os primeiros lugares em tribuna de honra.
Aniquilavam recursos, plasmando imagens viciosas, em nome do sentimento, e escrevem ou gesticulam, na solidão, supondo transmitir emoções enfermiças a legiões de admiradores imaginários.
Aprisionavam a mente, no egoísmo feroz, e tornam à paisagem doméstica, à maneira de loucos, envolvendo os entes queridos em fluidos tentaculares.
Hipotecavam energias aos prazeres sensuais e choram agressivos, na clausura da cova, disputando com os vermes a posse do corpo transformado em ruínas.
Empregavam as horas, ilaqueando a si mesmos, e vagueiam errantes, hipnotizados por inteligências corrompidas com as quais se conjugam em delitos nas trevas.
Não acredites, porém, sejam eles doentes sem esperança.
O Criador não quer escravos na Criação.
Todos são livres para escolher os nossos caminhos.
Por isso, quase sempre, em sucessivas reencarnações, gastamos séculos no mal, a fim de entender o bem.
E se a Lei te permite conhecer o suplício das consciências transviadas, pra lá do sepulcro, é para que trabalhes em teu próprio favor.
Corrige em ti mesmo tudo aquilo que nos censuram outros.
Clareia-te por dentro.
Aprimora-te e serve.
Enquanto no corpo físico, desfrutas o poder de controlar o pensamento, aparentando o que deves ser; no entanto, após a morte, eis que a vida é verdade, mostrando-te como és.
Do livro “Justiça Divina”

e da mulher
Questões para debate
1. As desigualdades sociais são obra dos homens ou de Deus?
2. As desigualdades que se observam em nosso planeta desaparecerão um dia?
3. O homem e a mulher devem ter, tanto nas leis dos homens como nas leis de Deus, os mesmos direitos?
4. Os Espíritos podem reencarnar como homens e como mulheres? Por quê?
5. Qual é, na realidade, a causa primária de tantas calamidades e aflições que observamos no organismo social, tais como a miséria, as guerras e os cataclismos devastadores?
Texto para leitura
As desigualdades sociais não são obra de Deus, mas do homem
1. As desigualdades sociais, provenientes das mais variadas condições econômicas e espirituais dos vários povos da Terra, são sempre obra dos homens e não de Deus. O Pai criou os Espíritos iguais e destinados ao mesmo fim, mas os homens, por força das imperfeições morais que ainda possuem, estatuíram leis muitas delas injustas e até mesmo cruéis – para regular as relações em sociedade.
2. Como conseqüência dessas leis, surgiram muitas desigualdades, que são mais ou menos acentuadas em determinadas nações, conforme o grau evolutivo dos seus componentes.
3. O progresso segue, no entanto, o seu curso ascendente e por isso a desigualdade social, como tudo o que é inferior, dia a dia se atenua, até que se apague em definitivo, quando o egoísmo e o orgulho deixarem de predominar na Terra.
4. Restará, então, em nosso mundo tão-somente a desigualdade do mérito, porquanto dia virá em que os membros da grande família universal deixarão de considerar-se como de sangue mais ou menos puro e entenderão, enfim, que apenas o Espírito pode ser mais ou menos puro, mas isso não depende da posição social.
A abolição das desigualdades não se fará de repente
5. Ninguém pense, porém, que as desigualdades desaparecerão de repente e serão o resultado de revoluções, de guerras, de leis ou de decretos. Não. Sua abolição se fará de modo lento e gradual, de acordo com o ritmo dos esforços individuais e coletivos e como conseqüência do progresso moral alcançado pela Humanidade, o que levará à destruição dos privilégios de casta, de sangue, de posição social, de sexo, de raça, de religião e de quaisquer outros.
6. Compreendamos também que com o banimento das desigualdades sociais não se verificará na Terra um processo de uniformização dos homens. A espécie humana não se transformará em máquina, a sociedade terrena não se tornará um sistema robotizado. Os homens é que passarão a orientar-se pelas leis divinas, a fim de que seus pendores naturais possam desabrochar e desenvolver-se normalmente, sem nenhuma atitude de coerção por parte de quem quer que seja.
7. Haverá, evidentemente, quem ocupe cargos de maiores ou de menores responsabilidades, mas, com o adiantamento espiritual, os homens não sofrerão os males do egoísmo, da inveja, do orgulho e do preconceito.
O homem e a mulher gozam, aos olhos de Deus, dos mesmos direitos
8. Em uma sociedade moralizada, não se compreenderá a diferença de tratamento, ainda tão comum, que se observa entre o homem e a mulher, porque todos entenderão que, perante os códigos divinos, ambos possuem os mesmos direitos e que a diferença dos sexos existe por força da necessidade de experiências específicas pelas quais o Espírito precisa e deve passar.
9. O Espírito – ensina o Espiritismo – não possui sexo, do modo como entendemos esse vocábulo em nosso plano. É por isso que, embora as funções do homem e da mulher sejam diferentes e específicas, seus direitos são exatamente os mesmos e todo privilégio concedido a um ou a outro é contrário à lei de justiça.
10. A lei humana deve, pois, para ser eqüitativa, consagrar a igualdade dos direitos do homem e da mulher, cientes todos nós de que a emancipação feminina acompanha o progresso geral da civilização, e sua escravização marcha de par com a barbárie. Sexos existem apenas na organização física. Os Espíritos encarnam-se num e noutro e devem, por conseguinte, gozar dos mesmos direitos.
A desigualdade social é o mais elevado testemunho da realidade da reencarnação
11. As funções, evidentemente, resultam das aptidões próprias de cada gênero. Por exemplo, só a mulher pode ser mãe e amamentar uma criança. Preciso é, pois, que cada um esteja no lugar que lhe compete. O homem e a mulher são, no instituto conjugal, como o cérebro e o coração do organismo doméstico, e essa diversidade de funções verifica-se por necessidade de planificação reencarnatória.
12. São um e outro portadores de uma responsabilidade igual no sagrado colégio familiar. Se a alma feminina apresentou sempre um coeficiente mais avançado de espiritualidade na vida, é que, desde cedo, o Espírito masculino intoxicou as fontes da sua liberdade por meio de todos os abusos, prejudicando a sua posição moral no decurso de existências numerosas, em múltiplas experiências seculares. A ideologia feminista dos tempos modernos, com suas diversas bandeiras políticas e sociais, pode ser, segundo Emmanuel, um veneno para a mulher desavisada dos seus grandes deveres espirituais na face da Terra.
13. A desigualdade social é o mais elevado testemunho da realidade da reencarnação, mediante a qual cada Espírito tem sua posição definida de regeneração e resgate. Pobreza, miséria, guerras, ignorância e tantas outras calamidades coletivas não passam de enfermidades do organismo social, em razão da situação de prova da quase generalidade dos seus membros. Cessada a causa patogênica com a iluminação espiritual de todos em Jesus Cristo, a moléstia coletiva, assevera Emmanuel, estará, obviamente, eliminada dos ambientes humanos.
Respostas às questões propostas
1. As desigualdades sociais são obra dos homens ou de Deus? R.: As desigualdades sociais são obra dos homens e não de Deus, que criou os Espíritos iguais e destinados ao mesmo fim, mas os homens, por causa de suas imperfeições morais, estatuíram leis – muitas delas injustas e mesmo cruéis – para regular as relações em sociedade. Como conseqüência dessas leis, surgiram muitas desigualdades, que são mais ou menos acentuadas em determinadas nações, conforme o grau evolutivo dos seus componentes.
2. As desigualdades que se observam em nosso planeta desaparecerão um dia?R.: Sim. As desigualdades sociais, como tudo o que é inferior, um dia desaparecerão da face da Terra, quando o egoísmo e o orgulho deixarem de predominar em nosso mundo. Restará, então, em nosso mundo tão-somente a desigualdade do mérito, porquanto dia virá em que os membros da grande família universal deixarão de considerar-se como de sangue mais ou menos puro e entenderão, enfim, que apenas o Espírito pode ser mais ou menos puro, mas isso não depende da posição social.
3. O homem e a mulher devem ter, tanto nas leis dos homens como nas leis de Deus, os mesmos direitos? R.: Sim. Em uma sociedade moralizada não se compreende a diferença de tratamento, ainda tão comum, entre o homem e a mulher, porque perante os códigos divinos possuem ambos os mesmos direitos.
4. Os Espíritos podem reencarnar como homens e como mulheres? Por quê?R.: Podem reencarnar como homens ou mulheres, porque o Espírito, em si considerado, não possui sexo do modo como entendemos esse vocábulo em nosso plano.
5. Qual é, na realidade, a causa primária de tantas calamidades e aflições que observamos no organismo social, tais como a miséria, as guerras e os cataclismos devastadores? R.: Pobreza, miséria, guerras, ignorância e tantas outras calamidades coletivas não passam de enfermidades do organismo social, em razão da situação de prova da quase generalidade dos seus membros. Cessada a causa patogênica com a iluminação espiritual de todos em Jesus Cristo, a moléstia coletiva estará, obviamente, eliminada dos ambientes humanos.
Bibliografia:
O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, itens 806, 817, 820 e 822.
O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, cap. 5, item 4.
O Consolador, de Emmanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier, perguntas 55 e 67.
Religião dos Espíritos, de Emmanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier, págs. 131 e 132.
Grandes e Pequenos Problemas, de Angel Aguarod, 3a. edição, pág. 174.

Por Jennifer Hoffman
Quanto mais as mudanças de energia abrem os nossos corações para a divindade de quem nós somos, mais nos tornamos conscientes das energias mais escuras e mais densas que carregamos. E vemos as nossas limitações, a nossa infelicidade e a nossa frustração nas conexões que temos com aquelas energias.
Algumas destas são fáceis de deixar ir, porque podemos nos destacar das experiências que vêm com elas. Ao aprendermos a não assumirmos pessoalmente o comportamento dos outros, se torna mais fácil a liberação da traição e da decepção. Podemos até liberarmos as questões do abandono, quando compreendemos que outros nos amam e nos dão os seus próprios recursos limitados.
Mas estas emoções têm um resíduo de culpa e de vergonha que é muito mais difícil de processar e permanece conosco, como uma mancha em nosso coração, até que sejamos capazes de trabalhar através dos seus aspectos pessoais. Culpa e vergonha são duas das emoções mais desafiadoras, porque elas são difíceis de compreender e estão entrelaçadas em nossa história física, emocional e espiritual.
Podemos manter a culpa por coisas que fizemos, ou que não fizemos ou dissemos, ações que não empreendemos ou oportunidades que deixamos escapar. Quando a nossa vida escapa do controle, o nosso medo é forte, mas é ofuscado pela culpa que sentimos por termos permitido que as coisas chegassem a este ponto.
Nós nos punimos através de nossa culpa, porque acreditamos que poderíamos ter feito melhor e impedido que isto acontecesse. Acrescentando a isto, os sentimentos de nos ter deixado e talvez aos outros, deprimidos, não é de admirar que fiquemos deprimidos e sejamos incapazes de fazer quaisquer mudanças.
Aqueles que sofreram através dos ensinamentos da igreja católica foram alimentados por uma dieta constante de culpa que incluiu o nosso caminho de condenação eterna, porque somos indignos de uma comunicação direta com Deus.
Nossos pais podem ter usado a culpa ao nos fazer comer tudo o que havia no prato (há crianças famintas na África), nos comportarmos (a nossa mãe se magoaria se constrangêssemos a família), e seguirmos a carreira que eles consideravam ser melhor para nós (como eles ficariam orgulhosos se nos tornássemos um médico ou advogado!).
Assim, a culpa se tornou a razão pela qual agimos, não porque estivéssemos seguindo para o que queríamos, mas porque não queríamos ser a razão para a infelicidade ou desapontamento dos outros.
Quantas vezes dizemos “sim”, quando realmente queremos dizer “não”, somente porque queremos deixar de nos sentirmos culpados quanto a ferirmos os sentimentos de alguém?
Com que freqüência assumimos uma obrigação porque queremos evitar de nos sentirmos culpados quanto a sermos egoístas e fazermos algo que nos serve?
Assim, freqüentemente dizemos “sim” e então temos culpa em dobro.
Há culpa da pessoa que pediu e a própria culpa de nosso ressentimento ao não satisfazermos as nossas necessidades. A culpa é um sentimento incômodo e irritante que poderemos superar quando nos lembrarmos que mantemos o poder da escolha e da ação em nossa vida.
A vergonha é uma emoção ainda mais destrutiva, porque ela emana de dentro de nós, de um núcleo de indignidade que define como nos percebemos. Este sentimento se propaga para cada área de nossa vida, colocando as nossas vibrações energéticas em um nível tão baixo que nos sentimos indignos a cada momento.
A pessoa que nos envergonha faz isto de seu próprio núcleo de vergonha e onde a culpa se refere freqüentemente à manipulação, a vergonha se refere à destruição. Nossa experiência de sermos envergonhados leva a sentimentos de não sermos dignos, de não sermos suficientemente bons, corretos ou dignos. E nos envergonhamos quando acreditamos que falhamos em algo, sem compreendermos que a vergonha é responsável pelo fracasso.
Enquanto estamos processando mais e mais volumes de energia agora, o que esteve escondido no fundo do barril está agora surgindo para nossa análise.
Nós já processamos as energias mais fáceis, agora estamos preparados para estas, que são a base de todo o nosso comportamento de auto-defesa e de nos sabotarmos. Não importa quanta culpa ou vergonha tenhamos, tudo isto é destrutivo e desafiador.
A qualquer momento que nos sentimos aproveitados, abusados ou manipulados, a culpa e a vergonha estão presentes de alguma forma.
Se o medo do sucesso ou do fracasso os aborrece, que culpa ou vergonha que vocês têm que os está impedindo de compreender o seu verdadeiro potencial?
Como os curamos e os liberamos?
Esta é a nossa chave para a liberdade.
Em todos os lugares que estamos presos é uma área onde precisamos procurar a culpa e a vergonha. E isto é onde perdemos o acesso às bênçãos da vida, porque nos impedem de estarmos totalmente ligados a nós mesmos, buscando os nossos sonhos e de acreditarmos que merecemos viver, amar, ter alegria e sucesso e criarmos a satisfação.
Quando a culpa e a vergonha surgirem em sua vida, observem bem de onde elas vêm, quem está envolvido, que mensagens elas têm para vocês e então se lembrem de que vocês são dignos, como uma centelha divina do Criador, de tudo o que o seu coração deseja e deixem a culpa e a vergonha fluírem para fora de sua vida, sendo substituídas pelo amor por si mesmos, pelos seus sonhos, milagres e pela alegria e a abundância que são os seus direitos divinos.
___________________________________
Pois é.....
Quanto mais nos iluminamos, mais as sombras em nós aparecem....
Mas isto é bom!!
É hora de limparmos tudo que nos prende, nos amarra, nos sabota... e isto tudo está DENTRO de nós, e não no outro.
Precisamos transmutar crenças, medos, culpas, vergonhas, traumas etc que estão bem escondidinhos em nosso subconsciente... e que ficam rodando, como um programa pirata, em nós... É daí que vem a auto sabotagem e outras coisas mais que não compreendemos e que, volta e meia, se manifestam em nossas vidas.
Conheço muitas pessoas (eu me incluo nisto tambem...) que passaram anos fazendo técnicas de pensamento positivo, decretos, mantras, meditação e, mesmo assim, ainda enfrentam situações negativas na saude, vida profissional, relacionamentos, prosperidade....
Por que isso acontece??
Todas essas técnicas são ótimas para aprendermos a nos centrar, relaxar etc... mas o que está láááááá no subconsciente? Como limpar??
Eu posso afirmar que a unica técnica que já usei, e ainda uso SEMPRE, que realmente limpa e transmuta o que está em nosso subconsciente é o Ho'Oponopono....
É uma técnica tão simples, que muitos duvidam de seu efeito.
Mas, como tudo na vida, é preciso determinação, ritmo e vontade.
Já publiquei vários textos sobre esta técnica, mas volto a colocar o link do post que julgo mais completo, para que cada um possa avaliar e, se sentir ressonância, praticar.
http://stelalecocq.blogspot.com/2010/06/hooponopono-limite-zero.html

Conceitos de unificação das casas Espíritas
Luiz Monteiro de Barros - Jornal Unificação 1966
Unificar é reunir, para unir, produzindo mais e melhor.
Os Espíritos do Senhor, através de Kardec, reuniram princípios espiritualistas já existentes, formando um código em que eles se uniram para o discernimento desejado do plano espiritual da vida. Esses princípios antes esparsos, já possuíam o seu valor intrínseco pelo conteúdo de ensinamentos neles existentes; a reunião deles num conjunto harmônico trouxe para a Humanidade o compêndio da iniciação espiritualista, orientando o indivíduo e a coletividade humana para o verdadeiro mundo das causas, esclarecendo, no seu conjunto, todos os problemas sociais que afligem a Humanidade no seu anseio de alcançar a felicidade permanente e a compreensão real da vida
.
Assim surgiu a Terceira Revelação, à doutrina espírita, trazendo luz para as ciências, as filosofias, as religiões, enfim, para todos os setores do conhecimento humano. Como Doutrina que é, surgiu para ser estudada, difundida e vivida pelos seus adeptos, que se constituíram logo em núcleos esparsos.
O movimento de unificação dos espíritas visa exatamente à reunião desses núcleos sociais esparsos, formados em torno da doutrina, para o cumprimento integral, por parte de toda população espírita, do estudo metódico, da difusão bem orientada e da vivência edificante da Doutrina.
Kardec deu-nos a luz que aclarou os caminhos da evolução espiritual; pelo movimento de unificação reunimos as forças sociais para o cumprimento ou realização da marcha evolutiva dos espíritas e da Humanidade. O espírita deve ser o representante idôneo do Espiritismo na sociedade; foi exatamente para que o espírita, isoladamente e em coletividades, estudasse bem a doutrina, difundindo-a na sua pureza original e vivendo-a no seu esplendor moral, que surgiu o movimento de unificação.
Nesse movimento idealista, a orientação doutrinária é traçada pela codificação kardequiana, e a vivência social é estabelecida pela moral de Jesus. Assim, na unificação dos espíritas, estuda-se Kardec para se viver Jesus.
Por isso os vários núcleos espíritas são chamados para um trabalho de conjunto a bem da Doutrina e da Humanidade. A tarefa é árdua e universal; necessita ser realizadas por equipes espiritualmente esclarecidas e evangelicamente abnegadas. O Espiritismo, na sua finalidade essencial de reforma moral do homem e da sociedade pelo conhecimento do mundo das causas ou o mundo espiritual, interfere em todos os ramos do conhecimento humano trazendo ponderáveis elementos de aprimoramento a todas as funções exercidas pelo homem.
Disse o espírito da Verdade a Kardec que a tarefa do Espiritismo era a de revolver e reformar o mundo inteiro. Dada a amplitude dos estudos e da difusão da doutrina e suas realizações sociais consecutivas surgem, evidente, a necessidade da reunião dos espíritas e de suas agremiações esparsas, para o trabalho de conjunto, impossível de ser realizado apenas por uma das partes componentes, por mais esclarecida e abnegada que ela seja.
À proporção que a Doutrina se difunde e se aprofunda, atingindo maior massa popular complica-se os problemas a serem resolvidos, e somente um trabalho de conjunto de todos os núcleos poderá dar solução adequada e eficiente aos mesmos.
Em relação ao movimento doutrinário, o próprio codificador revelou a necessidade de uma direção coletiva. Do ponto de vista da função social do espírita se dá o mesmo; há necessidade do trabalho coletivo, porém sempre estabelecido nas bases fundamentais da Codificação Kardequiana e na realização da moral pregada e exemplificada por Jesus.
No movimento de unificação as partes componentes se reúnem para viverem mais unidas, deliberando com igual autoridade e apresentando a direção coletiva uma autoridade disciplinar de aspecto puramente moral, autoridade essa que deixará de existir se as deliberações forem contrárias àquelas bases estabelecidas em Kardec e em Jesus.
Não há a fusão das partes num só todo; não há absorção das partes pelo todo; as partes componentes continuam independentes, livres, ligadas ao conjunto apenas pelo idealismo comum, ligação essa que há de se fazer sempre de modo voluntário e consciente.
A direção coletiva assim estabelecida funciona mais como movimento aglutinador do que como entidade. O movimento é democrático e jamais poderá ser ditatorial, pois o livre arbítrio é sempre respeitado no Plano Divino da Vida
.
No movimento de unificação sugere-se, aconselha-se, orienta-se, pede-se e se abrem sempre à mente e o coração; não há sanções, penas ou expulsões; como medida de precaução, não se chamam prevaricadores doutrinários ou morais, para a linha de frente, para os cargos e encargos de grande destaque.
No movimento, as partes componentes estudam e deliberam; elas mesmas deverão cumprir suas deliberações.
Os vários núcleos espíritas convergem para um centro e esse centro vive em função da aglutinação desses núcleos; isso é unificação. Ninguém manda, senão Kardec e Jesus, que estabeleceram as bases fundamentais que todos procuram obedecer e realizar, fazendo o movimento evoluir sobre elas.
O trabalho realizado deverá ser sempre o produto do conjunto, sem personalismos de indivíduos ou de grupos.
Unificação é verdadeira ceia de Jesus, no seu objetivo doutrinário e social; os discípulos aprendendo com o mestre e trocando reciprocamente seus talentos a favor da evolução individual e coletiva, com vistas à reforma do mundo pela difusão e exemplificação da Doutrina redentora.
Esse magnífico e indispensável movimento ainda está, apesar dos progressos alcançados no Brasil, em sua fase de semeadura. Procura preparar o Brasil para vir a ser realmente, num futuro próximo, o coração do mundo, a pátria do evangelho, a pátria de Kardec, a pátria de Jesus, para o bem da Humanidade toda.
Transcrição de Sebastião Bugolin - 2010
http://wwwuse-smp.com.br

Terminamos sempre nossas preces com um sonoro
ASSIM SEJA.
E como ficamos esperançosos que de fato a nossa
prece está sendo ouvida.
Em diversas circunstancias nós apelamos para o Pai Nosso, às vezes, Ave Maria, e assim ficamos conectados com Deus.
Mas tem vezes que achamos que nossas preces não estão sendo ouvidas.
É quando desejamos algo muito intensamente pensando que a satisfação desse nosso desejo vai nos fazer feliz.
Não paramos para analisar se realmente estamos merecendo o que pedimos, ou que a resposta a essa nossa prece vai atrapalhar a nossa evolução.
É assim que ficamos meio para baixo. Pensamos:
Deus não me ouviu.
Até que ele sempre ouve, mas como Pai que é só quer o bem de seus filhos. E não percebemos que o que achamos que nos faria feliz só vai nos atrapalhar ainda mais a nossa vida.
Realmente a insatisfação corre solta dentro de nós.
Não estamos contentes com o nosso emprego. Quando tem muitos que não acha nenhum.
O nosso companheiro (a) não nos faz feliz. Deixamos sempre de ver as qualidades para ver só os defeitos.
A doença que nos trás acamados é o que necessitamos para equilibrar a nossa vida que deixamos de cuidar e só pensamos em abusar.
Não lembramos das preces de agradecimento. Sim.
Devemos olhar as nossas mãos, os nossos pés, enfim todo o nosso corpo que Deus nos deu para que pudéssemos de alguma forma progredir e sermos felizes.
Irmãos, vamos recuperar a nossa confiança em nosso poder de oração. Vamos orar com sentimento de que a prece está chegando até onde dirigimos o nosso pensamento.
Seja a resposta que tivermos, vamos nos conscientizar que é exatamente o que nós precisamos e que Deus, que é nosso Pai, está enviando para nós.
Que Deus nos ajude e abençoe

ANTE OS VIAJORES DA MORTE
Emmanuel
Se a morte visitou o circulo das tuas atividades pessoais, guarda uma atitude de reverência e de amor para com a memória do irmão que partiu.
Não lhe julgues a experiência e nem lhe critiques o roteiro que o sepulcro modificou.
Entre os véus asfixiantes do corpo, é sempre difícil e perigoso ajuizar quanto à conduta de alguém.
Não sabes que males aparentes na vida se transformaram em bens na realidade Eterna e ignoras os bens imaginários do caminho humano que se metamorfosearam em amargurar, alem da fronteira da cinza que o tumulo estabelece entre os que seguem e os que ficam...
Compadece-te e ampara sempre.
Não permitas que a tua saudade se converta em aflição sobre o espírito bem amado que te antecede os passos na grande viagem e nem admitas que a tua mágoa se transforme em espinheiro, na senda do adversário que tomba antes de ti.
Cultiva, na terra das tuas recordações acerca dos mortos que prosseguem sempre vivos, as bênçãos de tua compreensão e de tua bondade...
Todos eles escutam a mensagem silenciosa que lhes é endereçada do mundo... Todos recebem as rosas ou brasas que o irmão da retaguarda lhes atira ao nome...
Lembra-te sempre de que a tua jornada de regresso realizar-se-á hoje ou amanhã... E, hoje ou amanhã, encontrarás, além, os frutos de tua própria sementeira, de vez que na Terra ou noutros setores de trabalho universal, receberemos invariavelmente de acordo com as nossas próprias obras.
Do livro: Saudação do Natal

ANTE OS PEQUENINOS
Emmanuel
Observa a criança e reconsidera o tratamento que talvez lhe tenhas dado até agora.
Sabes desincumbir-te dos compromissos para com os adultos;
Respeitar os semelhantes;
Instruir os companheiros menos cultos quanto à orientação no próprio caminho;
Auxiliar aqueles outros irmãos que te pedem simpatia e consolo.
Considera os pequeninos que se ajustam à existência e faze o mesmo.
Não prometas à criança o que não hás de cumprir e guia-lhe o passo, sempre que a vejas órfã de rumo.
Não nos referimos unicamente aos rebentos humanos que se desenvolvem no chão das necessidades materiais.
Estejam eles – os pequeninos – em ásperas provas no mundo ou acobertados pelo reconforto doméstico, são, todos eles, espíritos sedentos de apoio c luz na marcha evolutiva que lhes compete realizar.
Não lhes imponhas rejeição ou sofrimento a pretexto de penúria nem lhes relegues a vida ao abandono, na suposição de que a assistência puramente mercenária lhes resolva os problemas.
Aceita-os e convive com eles nos alicerces da sinceridade que te caracteriza o trato com os amigos amadurecidos nos melhores raciocínios da Humanidade.
Nem fantasia.
Nem violência.
Atenção e amor.
Verdade humanizada e entendimento constante.
Culto de bondade e prestação de serviço, nos mesmos recursos de que te utilizas na edificação dos afetos que te rodeiam.
Leva teus filhos ao pediatra e ao dentista, ao cabeleireiro e ao alfaiate, satisfazendo às exigências da vida comum.
Não olvides conduzi-los à idéia de Deus e às lições vivas do bem, a fim de que se lhes modele o coração para a Vida Superior.
És a imagem.
A criança é a objetiva.
Ou, melhor considerando, a criança é a terra adubada em que semeamos.
E de toda plantação que lhe dermos, os frutos correspondentes virão depois.
Do livro: Caminhos de Volta

AÇÃO E REAÇÃO - POR QUE TANTAS DESIGUALDADES ENTRE AS PESSOAS?
Cotidianamente, e em toda parte, observamos situações e ocorrências que nos parecem profundamente injustas.
Ao lado da favela onde há tanto sofrimento e miséria encontramos a suntuosa mansão, cujos moradores locupletam-se com tudo que o dinheiro e o prestígio podem proporcionar.
A cada instante, nos mais diversos pontos da Terra nascem crianças saudáveis e outras doentias, deformadas, excepcionais e limitadas; enquanto uma parte da humanidade já nasce com inclinações boas, dignas e honestas, outra demonstra desde a mais tenra infância tendências para o furto, a mentira, a hipocrisia, a crueldade, a perversidade etc.
O mesmo ocorre com a inteligência, que não é hereditária, porque muitos luminares da ciência e do intelecto eram e são filhos de pais comuns e até mesmo pouco inteligentes, enquanto pais de grande capacidade mental têm gerado filhos limitados.
E perguntamos então a nós mesmos por que tantas e tão dolorosas diferenças entre os filhos do mesmo Pai?
Se nós, humanos e falíveis, não seríamos capazes de atos tão injustos ou maus para com nossos filhos, como poderia Deus, sendo onipotente, justo, sábio e perfeito, demonstrar tanta incompetência, injustiça e perversidade?
Mas a nossa razão diz que não pode ser... que têm de haver outras explicações, caso contrário, deixamos de Nele acreditar e, nessa descrença sofremos o grande vazio que a fuga da fé deixa dentro de nós.
A criatura sem fé é como a lâmpada apagada, em meio à escuridão noturna.
Mas, felizmente, sempre chega o dia em que tomamos conhecimento da reencarnação e das leis de causa e efeito ou ação e reação, que os orientais chamam karma.
Esse conhecimento então nos coloca de bem com a existência e começamos a ver Deus, o universo e os mecanismos da vida sob nova luz.
Compreendemos, assim, que já vivemos muitas e muitas existências na matéria, que somos o resultado do que fomos e fizemos em nossas vidas passadas.
Entendemos também que Deus não é o responsável pelas nossas inclinações boas ou más, pela nossa inteligência e aptidões, doenças ou sofrimentos.
Os responsáveis somos nós mesmos, pela maneira como vivenciamos nossas existências passadas, assim como também a presente.
Tudo o que fomos reflete-se em nossa vida atual.
É a lei do retorno que nos devolve pelas mãos da justiça divina, tudo o que fizemos no passado distante ou próximo.
A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
É preciso, no entanto, observar que o karma não é só negativo, é também positivo.
Ele representa nossa conta corrente com a vida, o retorno dos atos bons e maus, das ações e omissões que praticamos ao longo das encarnações e pode mesmo ser atenuado pela prática do bem, pelo amor posto em ação.
Sempre é oportuno lembrar o que disse o apóstolo:
“O amor cobre uma multidão de pecados”.
Isto significa que se dedicarmos parte do nosso tempo e possibilidades, tais como o amor, o trabalho, a palavra ou dádivas materiais, visando diminuir o sofrimento do próximo ou a lhe mostrar um novo caminho com mais luz e esperança, nossa própria vida, sendo mais útil aos outros, será também menos sofrida para nós.
Essa orientação, aliás, foi dada por Jesus quando disse: “A cada um será dado de acordo com suas obras”.
Também é importante entender que nem todos os sofrimentos são kármicos, porque muitas vezes refletem apenas nossas próprias necessidades evolutivas.
A dor é a mensageira divina que desperta em nós os valores imortais do espírito.
É ela quem nos acorda e faz sair do marasmo ou da acomodação espiritual. Também é através do sofrimento que mais nos aproximamos de Deus.
Acontece, igualmente, que muitos espíritos, ao planejarem suas futuras
encarnações, pedem aos mentores para nascerem com defeitos físicos ou outros problemas, visando evitar-lhes maiores quedas espirituais.
Conta o espírito André Luiz, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier (Chico Xavier) que certa mulher pediu para reencarnar com determinado defeito físico, porque queria preservar-se de tentações e quedas, já que em sua última encarnação fora muito bonita e caíra espiritualmente pelas vias do sexo.
Outros espíritos programam suas encarnações de forma a precisarem enfrentar dificuldades diversas, a fim de não terem tempo nem energia para nutrirem vícios ou leviandades prejudiciais, que lhes atrapalharam o progresso em anteriores encarnações.
Nossas faltas, na verdade, e todo o mal que fazemos, ficam marcando presença em nossa consciência profunda e, quando no mundo espiritual, com maior acesso a essas recordações, chega sempre o momento em que sentimos a necessidade de liberar-nos desse peso.
Trabalhamos então para merecer nova encarnação na Terra, visando esses resgates, assim como também novos avanços ou ganhos em nossa evolução.
Como se vê, a lei de causa e efeito reflete a perfeita justiça e sabedoria do Criador para com suas criaturas.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Abrace!
Aproxime-se mais!
Tente sentir mais do que um abraço é capaz.
Quando bem apertado, ele ampara tristezas, sustenta lágrimas,
combate incertezas, põe a nostalgia de lado.
É até consegue amenizar o medo.
Se for cheio de ternura, ele guarda segredos e jura cumplicidade.
Um abraço sincero divide alegrias e se apraz em comemorações.
Abraços são pequenas orações de fé e de energia.
Olhe para o lado!
Há sempre alguém que na solidão precisa de um abraço
e sem coragem as palavras no silêncio morrem...
Enlace-o!
O que vai receber de volta é um sorriso de carinho e uma palavra sincera.
E assim vai perceber que ninguém está sozinho
e que a vida pode ser um eterno céu de primavera.
(DE)
Um iluminado final de semana!
Com um grande Abraço!
Emmanuel
Tuas lágrimas são gotas de fel em sua taça de esperança.
Tuas aflições são espinhos a se lhe implantarem no coração.
Tua mágoa destrutiva é como neve de angústia a congelar-lhe os sonhos.
Tua tristeza inerte é sombra a escurecer-lhe a nova senda.
Por mais que a separação te lacere a alma sensível, levanta-te e segue para a frente, honrando-lhe a confiança, como a fiel execução das tarefas que o mundo te reservou.
Não vale a deserção do sofrimento, porque a fuga é sempre a dilatação do labirinto em que nos arroja a invigilância, compelindo-nos a despender longo tempo na recuperação do rumo certo.
Recorda que a lei de renovação atinge a todos e ajuda quem te antecedeu na grande viagem, como o valor de tua renúncia e com a fortaleza de tua fé; sem esmorecer no trabalho – nosso invariável caminho para o triunfo.
Converte a dor em lição e a saudade em consolo, porque, de outros domínios vibratórios, as afeições inesquecíveis te acompanham os passos, regozijando-se com as tuas vitórias solitárias, portas a dentro de teu mundo interior.
Todas as provas objetivam o aperfeiçoamento do aprendiz e, por enquanto, não passamos de meros aprendizes na Terra, amealhando conhecimento e virtude, em gradativa e laboriosa ascensão para a vida eterna.
Deus, a Suprema Sabedoria e a Suprema Bondade, não criaria a inteligência e o amor, a beleza e a vida, para arremessá-los às trevas.
Repara em torno dos próprios passos.
A cada noite no mundo segue-se o esplendor do alvorecer.
O Inverno áspero é sucedido pela Primavera estuante de renascimento e floração.
A lagarta, que hoje se arrasta no solo, amanhã librará em pleno espaço com asas multicolores de borboleta.
Nada parece.
Tudo se transforma na direção do Infinito Bem.
Compreendendo, assim, a Verdade, entesourando-lhe as bênçãos, aprendamos a encontrar na morte o grande portal da vida e estaremos incorporando, em nosso próprio espírito, a luz inextinguível da gloriosa imortalidade.
Nunca se é tão feliz ou tão desgraçado quanto as aparências possam fazer supor.
Do livro Escrínio de Luz
Em alguns ambientes e setores da sociedade, há uma extrema preocupação com resultados.
Por exemplo, no meio empresarial o foco costuma ser o lucro.
Nas escolas, a obtenção de boas notas.
Em concursos, lograr aprovação.
Não há nada de errado em buscar eficácia no que se faz.
O problema em supervalorizar os resultados é concluir que os fins justificam os meios.
Ou levar esse paradigma para todos os aspectos da existência.
É ótimo quando bons resultados surgem. Mas, em variadas situações, eles não são o aspecto primordial.
Em questões morais, não dá para agir a fim de obter a consequência mais favorável.
Muitas vezes, apesar de um proveito mínimo ou inexistente, é preciso perseverar.
A respeito, convém refletir sobre a passagem Evangélica conhecida como o óbolo da viúva.
Nela, Jesus afirma que duas moedas doadas por uma pobre viúva representavam mais do que os tesouros ofertados por outros mais abastados.
Em uma visão objetiva e mundana, as amplas ofertas dos ricos certamente tinham maior valor.
Mais coisas poderiam ser compradas com elas do que com os centavos saídos das mãos da viúva.
Ocorre que para essa a doação exigiu sacrifício, pois ofereceu o que lhe faria falta.
Extrai-se daí a lição de que a correção da conduta vale por si só.
Pouco importa que os resultados sejam insignificantes, pelos padrões do mundo.
Este ensinamento é muito precioso.
Em questões capitais da vida humana, não dá para agir com base no interesse em atingir determinado fim.
Quem age exclusivamente por interesse, ainda que esse seja bom, é moralmente frágil.
Se a conduta é difícil ou se o resultado demora, esmorece.
Pode ficar tentado a alterar seu comportamento para melhorar a situação.
Já quem se ocupa primordialmente do dever e nele encontra justificativa logra seguir firme.
A dignidade vem do comportamento correto.
Quem consegue manter dignidade em face de situações muito adversas revela grande valor moral.
Sinaliza estar disposto a acumular prejuízos os mais variados, para viver o que julga ser certo.
Imagine-se uma mãe cujo filho seja desequilibrado.
Se ela não entender que seu dever reside em fazer o melhor, pode se sentir uma perdedora e desanimar.
Ela não tem condições de alterar o caráter do filho à força.
Pode educar, exemplificar e confiar na vida.
Mas o filho se modificará em seu ritmo próprio.
Não é o resultado que confere o mérito, mas a dificuldade em manter a reta conduta.
O resultado depende das injunções do mundo e da vontade alheia, sobre as quais não se tem domínio.
Já o controle sobre o próprio comportamento é total.
Pense nisso.
Item 1. "As tendências instintivas do homem, sendo uma reminiscência do seu passado, segue-se que, pelo estudo dessas tendências, ele poderá conhecer as faltas que cometeu?
- Sem dúvida, até certo ponto, mas é necessário ter em conta a melhora que se possa ter operado no Espírito e as resoluções que ele tomou no seu estado errante. A existência atual pode ser muito melhor que a precedente." (Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Pergunta 398.)
Fazer a pergunta para os alunos, solicitando deles a definição de:
O que são tendências? O que são reminiscências?
Comentários:
a) As aptidões musicais são tendências que trazemos de outras existências?
b) As predileções por algumas áreas do conhecimento podem ser resultantes de aquisições do passado?
c) As animosidades ou antipatias, as intolerâncias ou implicâncias, entre irmãos, entre pais e filhos, podem indicar reminiscências de inimizades reencarnatórias?
(Levar uma pergunta por vez, deixando as respostas aos alunos; solicitar outros exemplos deles mesmos, que possam caracterizar tendências e reminiscências.)
Item 2. O que faz o espírito, antes de reencarnar-se, visando à própria melhoria?
— Antes da reencarnação, nós mesmos, em plenitude de responsabilidade, analisamos os pontos vulneráveis da própria alma, advogando em nosso próprio favor a concessão dos impedimentos físicos que, em tempo certo, nos imunizam, ante a possibilidade de reincidência nos erros em que estamos incursos.
(Colocar a pergunta; situar um exemplo figurativo de alguém que foi em vida comprometido com o vício e que, na Espiritualidade, prepara-se para reencarnar. Que desejaria ele para melhor aproveitar sua próxima existência?)
Comentários:
a) A mente invigilante pode instalar doenças no organismo?
b) O que pode, nessa própria vida, provocar doenças de causas espirituais? (Id., ibid. Pergunta 12.)
Observação:
Movimentar as perguntas, situando exemplos como: Imprudência, revolta, intolerância, agressividade podem causar doenças cardíacas, hepáticas e nervosas.
Ociosidade, desânimo, desmazelo, preguiça podem alojar parasitas destruidores e a falta de movimentação atrofia membros e órgãos.
Item 3. A caridade pode auxiliar na cura dos males humanos?
- O pensamento reto é o agente preservativo da saúde moral, como a caridade é a terapêutica de alívio e correção de todos os males.
(Id., ibid. Capítulo VII. O Tratamento das Doenças e o Espiritismo, Pergunta 9.)
(Apresentar a pergunta e deixar que surjam comentários sobre a caridade e a sua grande importância em nossa vida. Lembrar: por que razões Jesus estabeleceu "Fora da Caridade não há salvação?".)
Item 4. Apresentar o quadro das causas e efeitos para ser individualmente analisado, devendo cada aluno marcar os itens que se referem a si mesmos.
(Distribuir cópias para serem marcadas em classe pelos participantes.)
Comentários:
Com o quadro já marcado por todos, solicitar que cada um analise melhor cada item marcado e indague-se o que deverá fazer para se corrigir, se aprimorar, se conscientizar, vencendo as tendências e reminiscências das próprias imperfeições.
Os quadros poderão ser recolhidos pelo expositor ou coordenador do grupo, para os analisar e indicar algumas possíveis recomendações em benefício dos próprios alunos. Isso será feito na mesma folha.
Na aula seguinte do Programa de Estudo em andamento o coordenador do grupo poderá fazer uma abordagem geral, sem descer a particularidades pessoais, no intuito de dinamizar os esforços corretivos das "reminiscências e tendências" entre os alunos.
As folhas marcadas pêlos integrantes e já analisadas deverão ser devolvidas.
5ª aula — As Virtudes a Serem Cultivadas (I)
Item l. Qual a mais meritória de todas as virtudes?
- Todas as virtudes têm o seu mérito, porque todas são indícios de progresso no caminho do bem. Há virtude sempre que há resistência voluntária ao arrastamento das más tendências; mas a sublimidade da virtude consiste no sacrifício do interesse pessoal para o bem do próximo, sem segunda intenção. A mais meritória é aquela que se baseia na caridade mais desinteressada. (Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Pergunta 893.)
(Apresentar a pergunta aos alunos para que tentem falar o que pensam a respeito.)
Comentários:
a) O que valoriza em cada um e faz aumentar o seu mérito nas virtudes praticadas? (O amor com que as praticamos.)
b) O que significa resistir voluntariamente ao arrastamento das más tendências? Citar exemplos.
c) O que compreende o sacrifício próprio em favor do próximo sem segunda intenção? Citar exemplos. (Abnegação, renúncia, devotamento.)
d) Qual o sentido de caridade?
Esmola pode ser caridade? Quando?
Um gesto pode ser caridade? Quando?
Uma palavra pode ser caridade? Quando?
Observações:
1. Conduzir cada pergunta por vez, colocadas para os ouvintes.
2. Dinamizar as respostas deles.
3. Pedir-lhes exemplos.
Item 2. Está ao alcance de qualquer um praticar virtudes?
— Sim, todos estão em condições, qualquer que seja a situação
em que se encontrem, de praticar virtudes. (Fazer a pergunta para os alunos, deixando a eles a resposta.)
Comentários:
a) Ë' difícil praticar as virtudes?
b) Ser virtuoso implica em ser perfeito?
c) O desejo de ser melhor é virtude? (O desejo apenas é o começo, o que vale são as realizações.)
d) Quais são as características fundamentais das virtudes?
Observações:
1. Fazer as perguntas aos alunos.
2. Recolher deles as respostas.
3. Concluir que todos nós temos necessidade de cultivar virtudes, praticando-as.
Item 3. Como se pode ser humilde, modesto, sóbrio? (Retirar do capitulo 25 as características indicadas.)
Observações:
1. Obter dos alunos as idéias a respeito.
2. Solicitar-lhes exemplos.
3. Indagar se haveria dificuldades em praticá-la.
Item 4. Como se pode ser resignado? (Retirar do capítulo 26 as características indicadas.
Observações:
1. Obter dos alunos o que pensam a respeito.
2. Solicitar-lhes exemplos.
3. Saber das dificuldades na prática.
6ª aula — As Virtudes a Serem Cultivadas (II)
Item 1. Como vivenciar Afabilidade e Doçura? (Reportar-se ao capítulo 29.)
Comentários:
a) Entende que a afabilidade e a doçura são formas de manifestação da benevolência, fruto do amor ao próximo? Por quê?
b) Podemos aparentar socialmente afabilidade sem a sentirmos de coração? Isso tem algum valor?
c) Como è ser afável? Cite algumas situações em que podemos ser afáveis de coração.
Observações:
1. Desenvolver com os alunos as respostas às perguntas feitas.
2. Procurar exemplificar com casos e situações.
3. Conscientizar que as pequenas dificuldades de aplicação podem ser vencidas.
Item 2. Como perdoar sempre?
(Reportar-se ao capítulo 31.) Comentários:
a) O que nos impede de perdoar sempre? (O nosso orgulho.)
b) A visão estreita da grandiosidade da Criação seria uma explicação para as nossas reações tão personalistas e inflexíveis?
c) Exemplifiquemos algumas situações em que podemos exercitar o perdão.
Observações:
1. Trabalhar com os alunos nas respostas dadas por eles mesmos.
2. Procurar mostrar exemplos práticos na vida diária.
3. Conscientizar que as dificuldades de perdoar devem ser superadas com nosso esforço.
Item 3. Como reagir com brandura e pacificação num mundo de violências e agressões?
(Referir-se ao capítulo 32.)
Comentários:
a) Por que reagimos frequentemente com violência aos que nos agridem?
b) Será a falta do conhecimento da nossa destinação evolutiva, o motivo de permanecermos em conflitos?
c) Podemos colaborar nas mudanças dos sentimentos humanos? Como?
d) Exemplifiquemos algumas situações em que podemos ser brandos e pacíficos.
Observações:
1. Movimentar com os alunos as respostas às perguntas feitas.
2. Buscar ilustrar com exemplos comuns.
3. Concluir que para transformar o mundo de violência cada um deve colaborar com a sua parte, praticando a brandura e a pacificação.
Item 4. Faça a sua Avaliação Individual — Prática:
Numa folha de papel, ou mesmo num caderno separado, pode-se solicitar dos alunos que façam em classe sua própria avaliação por alguns minutos, posicionando-se em relação a cada uma das virtudes estudadas.
As auto-avaliações poderão ser recolhidas para análise pelo expositor ou pelo coordenador do grupo, devolvendo-as depois, na aula seguinte, com algumas recomendações esclarecedoras e úteis.
7ª aula — Como Fazer uma Auto-Análise
Item 1. Quais as fases do método de auto-análise sugerido? Resposta:
lª fase: Preparação
2ª fase: Sintonia espiritual
3ª f ase: Reflexão
4ª fase: Detalhamento
5ª fase: Renovação
(Basear-se no capítulo 39.)
Comentários:
a) Quando aplicaríamos a auto-análise?
b) Podemos nos auto-analisar sem que alguma ocorrência marcante nos leve a fazê-la? Quando? (Diariamente, como o fez Santo Agostinho.)
c) Em que consiste cada fase do método de auto-análise sugerido? (Ver capítulo 39.)
Observações:
1. Comentar a experiência de Santo Agostinho, apresentada na resposta à pergunta 919-a do Livro dos Espíritos.
2. Obter dos alunos suas idéias sobre as respostas às perguntas a) e b).
3. Ensinar o método explicando como seguir cada fase do mesmo.
Item 2. Escolha individual de uma situação vivida para aplicação do método de auto-análise.
Observações:
1. Solicitar aos alunos que tomem papel e caneta para fazer anotações.
2. Levá-los a um retrospecto, na semana transcorrida, dia por dia, fazendo-os localizar algum acontecimento que tenham vivido com impulsos íntimos que devam ser corrigidos.
3. Caso tenham individualmente alguma situação vivida anteriormente à semana que passou e que seja importante analisar, poderá ser a mesma utilizada.
Item 3. Prática individual do método de auto-análise. Procedimento:
1° Conduzir os alunos à 1ª fase - Preparação - conforme ensinado;
2° Conduzi-los à 2ª fase — Sintonia Espiritual —, como já conhecido;
3° Fazer, sobre o acontecimento que cada um escolheu, a aplicação da 3ª fase — Reflexão — que, individualmente, os alunos elaborarïo em silêncio;
4° Levá-los agora à 4ª fase —Detalhamento em que cada um responderá a si mesmo, anotando:
a) O que deu origem ao acontecimento?
b) Quais os impulsos íntimos vividos?
c) Quais os motivos ou as causas que geraram os acontecimentos?
d) Quais as consequências provocadas?
5° Conduzi-los, agora, a verificar se estão intimamente dispostos a se renovarem, ou seja, a trabalhar para se corrigirem, iniciando a 5ªfase —Renovação;
6° Pedir aos próprios alunos que relacionem, agora, o que devem fazer para se corrigir, tomando como metas a seguir.
Item 4. O que acharam da experiência?
Comentários:
a) Quais as dificuldades encontradas?
b) Seguiram bem fase por fase?
c) Poderão repetir a prática sozinhos?
Observações:
1. Obter uma avaliação da prática realizada com os alunos.
2. Conhecer as dificuldades comuns para aprimorar a prática que deverá ser feita depois pelos alunos isoladamente.
3. Motivar os alunos a repetir sempre a prática, sozinhos em casa.
8ª aula — Como Programar a Nossa Reforma Intima
Item 1. Podemos dirigir os nossos esforços de auto-aprimoramento com maior eficiência?
Resposta:
- Sim, aplicando os mesmos com disciplina, estabelecendo nossas metas a cumprir, dentro das próprias possibilidades. (Antes de responder, obter as impressões dos alunos sobre a pergunta feita.)
Comentários:
a) Quais as metas básicas a serem alcançadas no trabalho de auto-aprimoramento? (Eliminar vícios, remover defeitos, cultivar virtudes.)
b) Como iniciar o trabalho de eliminar os vícios? (Preenchido o Quadro l: Resumo dos Vícios.)
c) Que processo usaria para eliminar os vícios? (Fixando resultados progressivamente menores.)
d) Alguém já teve experiências reforçando a vontade com auto-sugestões? Observações:
1. Movimentar com os alunos as respostas às perguntas feitas.
2. Deixar as metas estabelecidas.
3. Apresentar o Quadro l e o Quadro 2 do capítulo 40.
4. Comentar o método de fixar resultados progressivamente menores.
5. Indicar algumas auto-sugestões a serem usadas. Item 2. Como combater, na prática, os nossos defeitos?
Comentários:
a) Como examinar os defeitos relacionados? (Observando-os isoladamente por 5 a 7 dias e respondendo às 15 perguntas indicadas no capítulo 40. Preenchendo o Quadro n° 4.)
b) Como podemos contar as ocorrências dos defeitos? (Veja no capítulo 40 — Preenchendo o Quadro n° 6.)
c) O que devemos nos propor na prática? (Diminuir sempre o número de ocorrências dos defeitos.)
Observações:
1. Dinamizar, entre os alunos, sugestões a serem utilizadas na prática.
2. Mostrar o método sugerido no capítulo 40 como uma alternativa.
3. Conscientizar que todos podem diminuir o número de ocorrências dos defeitos.
4. Sugerir, se desejarem, a aplicação individual do método apresentado. Item 3. Como cultivar as virtudes, praticamente?
Comentários:
a) Para quais renovações devemos conduzir nosso esforço de aprimoramento?
b) Como fazê-lo na prática? (Substituindo os defeitos pelas virtudes que os correspondem. Exemplificar com o trabalho do lavrador.)
Observações:
1. Obter sugestões próprias dos alunos.
2. Mostrar que o processo discutido é de esforço mental e realizado com o sentimento.
3. Reforçar que todo indivíduo pode e deve cultivar virtudes.
4. Fixar o processo discutido com um método a seguir.
9ª aula — Como Trabalhar Intimamente
Item 1. "Não existem paixões de tal maneira vivas e irresistíveis, que a vontade seja impotente para as superar?
— Há muitas pessoas que dizem: 'Eu quero', mas a vontade está somente em seus lábios. Elas querem, mas estão muito satisfeitas que assim não seja. Quando o homem julga que não pode superar suas paixões, é que o seu Espírito nelas se compraz, por consequência de sua própria inferioridade..."
(Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Pergunta 911.)
Comentários:
a) Ninguém carrega um fardo maior do que pode suportar. Relacionar esse princípio com os defeitos que cada um tem.
b) Haverá algo tão irresistível que não possamos conter?
c) Como acontecem as lutas íntimas quando queremos controlar nossos desejos grosseiros?
(Colocar, cada comentário por vez, na forma de pergunta aos participantes, fazendo considerações sobre questões práticas, colhendo contribuições que os alunos façam.)
Item 2. Além da auto-análise, diante dos perigos, como trabalharmos intimamente? Resposta:
— Aplicando a nossa energia e a nossa coragem para afastar os desejos e as tentações.
(Antes de dar a resposta, movimentar entre os frequentadores as opiniões a respeito, procurando encaminhá-los ao sentido da resposta apresentada.)
Comentários:
a) Exemplifiquemos alguns meios e algumas ocasiões em que precisamos aplicar nossa energia corajosamente.
b) Como são as conversas com nós mesmos?
c) Já experimentou gritar mentalmente, sem articular palavras? (Colher os exemplos citados pelos próprios assistentes, bem como as suas respostas. Enfeixar no final a necessidade de utilizarmos na prática.)
Item 3. O bom hábito de ler e orar pode nos auxiliar a sair dos envolvimentos aos quais estamos sujeitos?
Resposta:
— Sem dúvida, pois além de nos ampliar o entendimento, intensificam nossa sintonia com os planos mais elevados da Espiritualidade, que podem nos encorajar nas dificuldades.
(Antes de dar a resposta, solicitar dos presentes o que pensam a respeito e daí levá-los à necessidade de colocar em prática.)
Comentários:
a) Que tipo de leituras nos elevam?
b) Conhece os efeitos das orações emitidas com profundo amor?
(Movimentar com os alunos, buscando a contribuição deles nas respostas a serem dadas.)
Item 4. Até que ponto veremos concluída a nossa meta nesse objetivo de auto-remodelação?
Resposta:
- Até quando nossas reações e nossos hábitos refletirem naturalmente as construções íntimas do Evangelho, sem que para isso nos custe maiores esforços.
(Antes de citar a resposta, conseguir dos presentes as suas idéias a respeito da indagação.)
Comentários:
a) Poderemos, com o tempo, pelo trabalho constante, imprimir ao nosso espírito apenas impulsos benevolentes?
b) Quanto tempo leva para a isso chegarmos?
c) A que níveis de consciência precisamos atingir?
(Colocar uma pergunta por vez, dinamizando entre os assistentes suas respostas, evidenciando a necessidade da persistência, da paciência e da dedicação.)
10ª aula - Como Desenvolver a Vontade
Item 1. "O homem poderia sempre vencer as suas más tendências pelos seus próprios esforços?
— Sim, e às vezes com pouco esforço; o que lhe falta é a vontade. Ah, como são poucos os que se esforçam!"
(A. Kardec. O Livro dos Espíritos. Perg. 909.) Comentários:
a) Haverá algum meio prático de dinamizar e fortalecer a nossa vontade?
b) Como entendemos o que seja "força de vontade"?
c) Acha que o esforço de algo realizar está ligado à vontade? (Conseguir as respostas dos alunos, fazendo uma pergunta por vez, procurando identificar na prática as experiências individuais.)
Item 2. Num estudo mais direto como poderíamos compreender a vontade? Resposta:
— Como um conjunto de fatores dinâmicos originados no "impulso" que para se concretizar requer "autodomínio", esse se fundamenta em nossa "deliberação" que requer "determinação" para, enfim, se revestir numa realização nas "ações." (Antes de responder solicitar dos presentes as respostas conduzindo-as para os fatores indicados que podem ser identificados entre eles.)
Comentários:
a) Do "impulso" à "ação" como vencer sempre as más tendências?
b) A nossa motivação em lutar pelo auto-aprimoramento pode ser provocada? De que modo?
c) Acha que concentrar esforços num propósito é um dos meios para concretizá-lo?
(Movimentar com os alunos as respostas e colocar o que trata o cap. 42.)
Item 3. As idéias ou pensamentos de alguém podem nos induzir desejos ou necessidades. Será possível explorar os próprios pensamentos para estimular nossas realizações?
Resposta:
— Sim, pela auto-sugestão.
(Movimentar com exemplos apresentados pelos alunos, chegando-se à conclusão da resposta.)
Comentários:
a) Em que consiste a auto-sugestão?
b) Poderá ser indicado algum método para sua aplicação?
c) Cite alguns pensamentos que possamos nos auto-sugerir.
(Discutir as respostas com os assistentes, fazendo-os ver como aplicar em proveito deles.)
A elevação espiritual não se nos incorpora à vida:
nem pela prosperidade;
nem pela carência;
nem pelo renome;
nem pela obscuridade;
nem pela cultura intelectual;
nem pela insipiência;
nem pela autoridade humana;
nem pela condição de subalternidade;
nem pelo ajustamento à vida considerada normal;
nem pelos conflitos psicológicos que se carregue;
nem pelos amigos;
nem pelos adversários;
nem pelo elogio;
nem pelo desapreço da injúria.
A elevação íntima depende unicamente de nossa reação pessoal
ao aceitar e usar para o bem tudo isso.
Francisco Cândido Xavier/Albino Teixeira
Renove-se a cada manhã
Quando nos renovamos, abraçamos a esperança, o dia, as horas, e assim construímos um novo mundo sem resistências... E somos paz, e plantamos optimismo ao nosso redor, porque tudo fica mais lindo quando sorrimos.
Respire fundo e considere-se renovado, fortificado, saudável e pronto para as acções positivas que o dia requer. A sua transformação interna surte benefícios no que você faz no exterior
Ah! Quer saber quem eu sou ?
- Sou a nova sementinha da renovação que pede morada em seu coração!
Um carinhoso abraço!
O culto aos mortos foi uma das práticas fundamentais de quase todas as religiões, mesmo das mais primitivas, e esteve, inicialmente, ligado aos cultos agrários e aos da fertilidade.
Os defuntos, como as sementes, eram enterrados com vistas a uma futura ressurreição ou nascimento.
Pensava-se que, assim como as sementes, os mortos ficavam no solo esperando uma nova vida.
Os hindus comemoravam os mortos em plena fase da colheita, justamente como a festa principal desse período.
Assim, sondando as primeiras manifestações de culto aos mortos, percebemos que a prática foi se desfigurando ao longo dos tempos.
No princípio, o Dia de Finados era uma verdadeira festa em louvor à imortalidade da alma.
Sem aspecto fúnebre, marcava o fim de uma, e o início de outra etapa para o Espírito, que deixava seu corpo no túmulo para germinar outra vez e renascer.
Sabemos hoje que não é possível ressurgir no corpo já morto.
Assim como ocorre com as sementes, que morrem para libertar a vida pulsante de sua intimidade em forma de plantas, flores e frutos, assim também o corpo morre para libertar o Espírito nele cativo.
Fenômeno semelhante ao que ocorre com a borboleta, que deixa o casulo para surgir ainda mais bela e mais livre, acontece com o Espírito, que deixa o casulo do corpo físico e vibra na imortalidade gloriosa.
Dessa forma, os seres amados com os quais convivemos por mais ou menos tempo, não estão cativos no túmulo, de onde até mesmo o corpo físico já se evadiu para formar, com seus átomos, outras formas de vida.
E para demonstrar-lhes o nosso carinho e gratidão, um único dia no ano é muito pouco, para quem verdadeiramente não os deixou de amar.
É importante que cuidemos, com carinho, do lugar que abriga os despojos carnais dos entes queridos, mas tenhamos mais cuidado em manter acesa a chama do afeto que nos une uns aos outros, embora em planos diferentes da vida.
Não os recordemos somente no Dia de Finados, pois que finados eles não são.
Busquemos, sempre, lembrar os bons momentos que Deus nos permitiu desfrutar juntos do lado de cá, para que, ao adentrarmos o mundo espiritual, possamos abraçá-los com o afeto de quem jamais os esqueceu, embora já tenha passado algum tempo.
Tenhamos em mente que os ditos mortos registram os nossos pensamentos. E lembremos que, tanto quanto nós, eles sentem saudades. Por isso, não deixemos para nos lembrar deles somente uma vez por ano.
* * *
O dia 2 de novembro não é efetivamente o dia dos mortos, mas sim, o dia consagrado à imortalidade da alma.
Portanto, seja o dia 2 de novembro, para nós, o dia em que prestamos homenagem especial aos seres amados que partiram para a pátria espiritual, para onde também seguiremos um dia...
Pensemos nisso!
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
A doutrina espírita nos alerta sobre a liberdade que temos de escolher caminhos em nossa vida: é o livre arbítrio.
Embora muitos desavisados aleguem que essa liberdade é ilusória, devido a tantas imposições da matéria, do mundo moderno, etc, os queridos benfeitores incansavelmente nos esclarecem que podemos sempre selecionar a nossa atitude em presença de qualquer fato ou situação: podemos, a todo momento, optar por aquilo que sabemos ser o correto ou cedermos ante os apelos negativos que ainda permanecem em nós.
Exemplo: diante de uma doença séria, desesperamo-nos e revoltamo-nos contra Deus, dificultando todo tratamento que venhamos a fazer, físico ou espiritual...
Ou, em contrapartida, elegemos acertadamente optar por confiar na Justiça e na Bondade do Pai, executando a nossa parte tanto no tratamento devido, quanto na nossa contínua prática do bem. Essa é a autêntica resignação, palavra tão mal interpretada por muitos de nós...
“Resignação” vem do latim, da junção do prefixo “re” (de novo), com o verbo “signare” (assinar), mais o substantivo “Actionem” (ação); e significa, ao pé da letra, “ação de assinar de novo”. Ora, quem “assina” algo, concorda com esse algo: resignação é atuante, não conformismo como várias pessoas pensam...
Nós já “assinamos” antes de reencarnar, ao participarmos da preparação da nossa futura existência na carne, quando, usando nosso livre arbítrio, pedimos ou apenas concordamos com as situações que se apresentarão em nosso caminho, visando nosso aprendizado e conseqüente aperfeiçoamento. Assim, tudo isso que aceitamos estará presente, “pré-determinado” por nós mesmos, em nossa vida terrena, quando reencarnarmos.
Porém, não está determinado o resultado de cada uma dessas situações, pois sempre dependerá de nós, das escolhas que fizermos perante elas...
Sem dúvida, a melhor dessas escolhas dar-se-á toda vez que seguirmos a Lei do Amoroso Pai, a nós trazida pelo Mestre dos Mestres, Jesus.
E nós conhecemos essa Lei!
Nenhum de nós pode alegar desconhecê-la...
Então, faz-se a seguinte pergunta: “Como estão nossas escolhas?
Realmente adequadas a quem deseja sinceramente se melhorar e tornar-se, um dia, genuíno tarefeiro de Jesus?...
Quais as companhias espirituais que escolhemos, sabendo sobre a “lei de afinidade”, e que nosso pensamento é energia, vibrando em determinada freqüência, e sintonizando com encarnados e desencarnados que vibrem em modo semelhante?...”
O benfeitor Marco Prisco, no livro “Luz Viva”, através da psicografia de Divaldo Franco, oferece-nos o capítulo 11, cujo título é justamente “Questão de escolha”.
Aí, mais uma vez, dedicadamente incentiva-nos a seguir na estrada da evolução, descortinando para nós a realidade daquele que se esforça, de verdade, em “domar as suas más inclinações” (como está em “O Evangelho segundo o Espiritismo”, no capítulo 17, item 4) e avançar rumo à luz: esse estabelecerá “sintonia com vibrações superiores”, consequentemente “recebendo estímulos vigorosos” e alcançando crescentes “harmonia interior e renovação”, tendo “visão mais ampla” e respirando “ar mais saudável”...
Mostra-nos Marco Prisco o mal que faz a si mesmo aquele que, seja por inércia, acomodamento, e até mesmo por pessimismo, estaciona, paralisa-se, “acalentando insucessos” e assimilando “ondas inferiores, cheias de miasmas pestilenciais”, que geram “desequilíbrios e enfermidades”...
E quantas pessoas vivenciam as célebres frases destrutivas:
“Nada dá certo comigo!”,
“Ninguém gosta de mim!”,
“Não vou conseguir, por isso não vou nem tentar!”, ou “Eu vou tentar, mas a tarefa é muito difícil!”...
Vamos resolutamente mudar a colocação dessa conjunção adversativa “mas”, dando-lhe o enfoque positivo da construção:
“A tarefa é muito difícil, mas eu vou tentar!”
E certamente irá conseguir executá-la...
Confiantes no amparo do Plano Maior, deixemos de nos atormentar com “dúvidas e paixões dissolventes”, e escolhamos entregar-nos a Jesus através da decisão de usarmos nosso livre arbítrio com sabedoria, trabalhando no bem, reparando erros, aprendendo sempre, cheios da energia que a fé espírita, raciocinada, claramente nos confere.
Sigamos as recomendações finais de Marco Prisco, que nos oferece o seguinte roteiro:
- “Utilizar acertadamente seu tempo” aqui na Terra: o tempo é um talento do qual também teremos que prestar contas.
- “Insistir no nosso esforço de melhoria”: não desanimemos ante os desfalecimentos ao longo do trajeto; recomecemos com mais força, capacitando-nos com a observação dos nossos enganos, a fim de não repeti-los desastradamente.
- “Eleger ideais nobres”: definitivamente o bem, definitivamente o amor, como nos ensinou Jesus.
Desse modo, indubitavelmente, estaremos fazendo excelentes escolhas.
A doutrina espírita nos alerta sobre a liberdade que temos de escolher caminhos em nossa vida: é o livre arbítrio.
Embora muitos desavisados aleguem que essa liberdade é ilusória, devido a tantas imposições da matéria, do mundo moderno, etc, os queridos benfeitores incansavelmente nos esclarecem que podemos sempre selecionar a nossa atitude em presença de qualquer fato ou situação: podemos, a todo momento, optar por aquilo que sabemos ser o correto ou cedermos ante os apelos negativos que ainda permanecem em nós.
Exemplo: diante de uma doença séria, desesperamo-nos e revoltamo-nos contra Deus, dificultando todo tratamento que venhamos a fazer, físico ou espiritual...
Ou, em contrapartida, elegemos acertadamente optar por confiar na Justiça e na Bondade do Pai, executando a nossa parte tanto no tratamento devido, quanto na nossa contínua prática do bem. Essa é a autêntica resignação, palavra tão mal interpretada por muitos de nós...
“Resignação” vem do latim, da junção do prefixo “re” (de novo), com o verbo “signare” (assinar), mais o substantivo “Actionem” (ação); e significa, ao pé da letra, “ação de assinar de novo”. Ora, quem “assina” algo, concorda com esse algo: resignação é atuante, não conformismo como várias pessoas pensam...
Nós já “assinamos” antes de reencarnar, ao participarmos da preparação da nossa futura existência na carne, quando, usando nosso livre arbítrio, pedimos ou apenas concordamos com as situações que se apresentarão em nosso caminho, visando nosso aprendizado e conseqüente aperfeiçoamento. Assim, tudo isso que aceitamos estará presente, “pré-determinado” por nós mesmos, em nossa vida terrena, quando reencarnarmos.
Porém, não está determinado o resultado de cada uma dessas situações, pois sempre dependerá de nós, das escolhas que fizermos perante elas...
Sem dúvida, a melhor dessas escolhas dar-se-á toda vez que seguirmos a Lei do Amoroso Pai, a nós trazida pelo Mestre dos Mestres, Jesus.
E nós conhecemos essa Lei!
Nenhum de nós pode alegar desconhecê-la...
Então, faz-se a seguinte pergunta: “Como estão nossas escolhas?
Realmente adequadas a quem deseja sinceramente se melhorar e tornar-se, um dia, genuíno tarefeiro de Jesus?...
Quais as companhias espirituais que escolhemos, sabendo sobre a “lei de afinidade”, e que nosso pensamento é energia, vibrando em determinada freqüência, e sintonizando com encarnados e desencarnados que vibrem em modo semelhante?...”
O benfeitor Marco Prisco, no livro “Luz Viva”, através da psicografia de Divaldo Franco, oferece-nos o capítulo 11, cujo título é justamente “Questão de escolha”.
Aí, mais uma vez, dedicadamente incentiva-nos a seguir na estrada da evolução, descortinando para nós a realidade daquele que se esforça, de verdade, em “domar as suas más inclinações” (como está em “O Evangelho segundo o Espiritismo”, no capítulo 17, item 4) e avançar rumo à luz: esse estabelecerá “sintonia com vibrações superiores”, consequentemente “recebendo estímulos vigorosos” e alcançando crescentes “harmonia interior e renovação”, tendo “visão mais ampla” e respirando “ar mais saudável”...
Mostra-nos Marco Prisco o mal que faz a si mesmo aquele que, seja por inércia, acomodamento, e até mesmo por pessimismo, estaciona, paralisa-se, “acalentando insucessos” e assimilando “ondas inferiores, cheias de miasmas pestilenciais”, que geram “desequilíbrios e enfermidades”...
E quantas pessoas vivenciam as célebres frases destrutivas:
“Nada dá certo comigo!”,
“Ninguém gosta de mim!”,
“Não vou conseguir, por isso não vou nem tentar!”, ou “Eu vou tentar, mas a tarefa é muito difícil!”...
Vamos resolutamente mudar a colocação dessa conjunção adversativa “mas”, dando-lhe o enfoque positivo da construção:
“A tarefa é muito difícil, mas eu vou tentar!”
E certamente irá conseguir executá-la...
Confiantes no amparo do Plano Maior, deixemos de nos atormentar com “dúvidas e paixões dissolventes”, e escolhamos entregar-nos a Jesus através da decisão de usarmos nosso livre arbítrio com sabedoria, trabalhando no bem, reparando erros, aprendendo sempre, cheios da energia que a fé espírita, raciocinada, claramente nos confere.
Sigamos as recomendações finais de Marco Prisco, que nos oferece o seguinte roteiro:
- “Utilizar acertadamente seu tempo” aqui na Terra: o tempo é um talento do qual também teremos que prestar contas.
- “Insistir no nosso esforço de melhoria”: não desanimemos ante os desfalecimentos ao longo do trajeto; recomecemos com mais força, capacitando-nos com a observação dos nossos enganos, a fim de não repeti-los desastradamente.
- “Eleger ideais nobres”: definitivamente o bem, definitivamente o amor, como nos ensinou Jesus.
Desse modo, indubitavelmente, estaremos fazendo excelentes escolhas.
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