segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A conduta correta


Em alguns ambientes e setores da sociedade, há uma extrema preocupação com resultados.
Por exemplo, no meio empresarial o foco costuma ser o lucro.
Nas escolas, a obtenção de boas notas.
Em concursos, lograr aprovação.
Não há nada de errado em buscar eficácia no que se faz.
O problema em supervalorizar os resultados é concluir que os fins justificam os meios.
Ou levar esse paradigma para todos os aspectos da existência.
É ótimo quando bons resultados surgem. Mas, em variadas situações, eles não são o aspecto primordial.
Em questões morais, não dá para agir a fim de obter a consequência mais favorável.
Muitas vezes, apesar de um proveito mínimo ou inexistente, é preciso perseverar.
A respeito, convém refletir sobre a passagem Evangélica conhecida como o óbolo da viúva.
Nela, Jesus afirma que duas moedas doadas por uma pobre viúva representavam mais do que os tesouros ofertados por outros mais abastados.
Em uma visão objetiva e mundana, as amplas ofertas dos ricos certamente tinham maior valor.
Mais coisas poderiam ser compradas com elas do que com os centavos saídos das mãos da viúva.
Ocorre que para essa a doação exigiu sacrifício, pois ofereceu o que lhe faria falta.
Extrai-se daí a lição de que a correção da conduta vale por si só.
Pouco importa que os resultados sejam insignificantes, pelos padrões do mundo.
Este ensinamento é muito precioso.
Em questões capitais da vida humana, não dá para agir com base no interesse em atingir determinado fim.
Quem age exclusivamente por interesse, ainda que esse seja bom, é moralmente frágil.
Se a conduta é difícil ou se o resultado demora, esmorece.
Pode ficar tentado a alterar seu comportamento para melhorar a situação.
Já quem se ocupa primordialmente do dever e nele encontra justificativa logra seguir firme.
A dignidade vem do comportamento correto.
Quem consegue manter dignidade em face de situações muito adversas revela grande valor moral.
Sinaliza estar disposto a acumular prejuízos os mais variados, para viver o que julga ser certo.
Imagine-se uma mãe cujo filho seja desequilibrado.
Se ela não entender que seu dever reside em fazer o melhor, pode se sentir uma perdedora e desanimar.
Ela não tem condições de alterar o caráter do filho à força.
Pode educar, exemplificar e confiar na vida.
Mas o filho se modificará em seu ritmo próprio.
Não é o resultado que confere o mérito, mas a dificuldade em manter a reta conduta.
O resultado depende das injunções do mundo e da vontade alheia, sobre as quais não se tem domínio.
Já o controle sobre o próprio comportamento é total.
Pense nisso.
4ª. AULA: COMO RECONHECER REMINISCÊNCIAS E TENDÊNCIAS.


Item 1. "As tendências instintivas do homem, sendo uma reminiscência do seu passado, segue-se que, pelo estudo dessas tendências, ele poderá conhecer as faltas que cometeu?
- Sem dúvida, até certo ponto, mas é necessário ter em conta a melhora que se possa ter operado no Espírito e as resoluções que ele tomou no seu estado errante. A existência atual pode ser muito melhor que a precedente." (Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Pergunta 398.)

Fazer a pergunta para os alunos, solicitando deles a definição de:
O que são tendências? O que são reminiscências?

Comentários:

a) As aptidões musicais são tendências que trazemos de outras existências?

b) As predileções por algumas áreas do conhecimento podem ser resultantes de aquisições do passado?

c) As animosidades ou antipatias, as intolerâncias ou implicâncias, entre irmãos, entre pais e filhos, podem indicar reminiscências de inimizades reencarnatórias?
(Levar uma pergunta por vez, deixando as respostas aos alunos; solicitar outros exemplos deles mesmos, que possam caracterizar tendências e reminiscências.)

Item 2. O que faz o espírito, antes de reencarnar-se, visando à própria melhoria?
— Antes da reencarnação, nós mesmos, em plenitude de responsabilidade, analisamos os pontos vulneráveis da própria alma, advogando em nosso próprio favor a concessão dos impedimentos físicos que, em tempo certo, nos imunizam, ante a possibilidade de reincidência nos erros em que estamos incursos.

(Colocar a pergunta; situar um exemplo figurativo de alguém que foi em vida comprometido com o vício e que, na Espiritualidade, prepara-se para reencarnar. Que desejaria ele para melhor aproveitar sua próxima existência?)

Comentários:

a) A mente invigilante pode instalar doenças no organismo?

b) O que pode, nessa própria vida, provocar doenças de causas espirituais? (Id., ibid. Pergunta 12.)

Observação:

Movimentar as perguntas, situando exemplos como: Imprudência, revolta, intolerância, agressividade podem causar doenças cardíacas, hepáticas e nervosas.
Ociosidade, desânimo, desmazelo, preguiça podem alojar parasitas destruidores e a falta de movimentação atrofia membros e órgãos.

Item 3. A caridade pode auxiliar na cura dos males humanos?
- O pensamento reto é o agente preservativo da saúde moral, como a caridade é a terapêutica de alívio e correção de todos os males.
(Id., ibid. Capítulo VII. O Tratamento das Doenças e o Espiritismo, Pergunta 9.)
(Apresentar a pergunta e deixar que surjam comentários sobre a caridade e a sua grande importância em nossa vida. Lembrar: por que razões Jesus estabeleceu "Fora da Caridade não há salvação?".)

Item 4. Apresentar o quadro das causas e efeitos para ser individualmente analisado, devendo cada aluno marcar os itens que se referem a si mesmos.
(Distribuir cópias para serem marcadas em classe pelos participantes.)

Comentários:

Com o quadro já marcado por todos, solicitar que cada um analise melhor cada item marcado e indague-se o que deverá fazer para se corrigir, se aprimorar, se conscientizar, vencendo as tendências e reminiscências das próprias imperfeições.

Os quadros poderão ser recolhidos pelo expositor ou coordenador do grupo, para os analisar e indicar algumas possíveis recomendações em benefício dos próprios alunos. Isso será feito na mesma folha.

Na aula seguinte do Programa de Estudo em andamento o coordenador do grupo poderá fazer uma abordagem geral, sem descer a particularidades pessoais, no intuito de dinamizar os esforços corretivos das "reminiscências e tendências" entre os alunos.
As folhas marcadas pêlos integrantes e já analisadas deverão ser devolvidas.

5ª aula — As Virtudes a Serem Cultivadas (I)

Item l. Qual a mais meritória de todas as virtudes?
- Todas as virtudes têm o seu mérito, porque todas são indícios de progresso no caminho do bem. Há virtude sempre que há resistência voluntária ao arrastamento das más tendências; mas a sublimidade da virtude consiste no sacrifício do interesse pessoal para o bem do próximo, sem segunda intenção. A mais meritória é aquela que se baseia na caridade mais desinteressada. (Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Pergunta 893.)

(Apresentar a pergunta aos alunos para que tentem falar o que pensam a respeito.)

Comentários:

a) O que valoriza em cada um e faz aumentar o seu mérito nas virtudes praticadas? (O amor com que as praticamos.)

b) O que significa resistir voluntariamente ao arrastamento das más tendências? Citar exemplos.

c) O que compreende o sacrifício próprio em favor do próximo sem segunda intenção? Citar exemplos. (Abnegação, renúncia, devotamento.)

d) Qual o sentido de caridade?
Esmola pode ser caridade? Quando?
Um gesto pode ser caridade? Quando?
Uma palavra pode ser caridade? Quando?
Observações:

1. Conduzir cada pergunta por vez, colocadas para os ouvintes.

2. Dinamizar as respostas deles.

3. Pedir-lhes exemplos.

Item 2. Está ao alcance de qualquer um praticar virtudes?

— Sim, todos estão em condições, qualquer que seja a situação
em que se encontrem, de praticar virtudes. (Fazer a pergunta para os alunos, deixando a eles a resposta.)

Comentários:

a) Ë' difícil praticar as virtudes?

b) Ser virtuoso implica em ser perfeito?

c) O desejo de ser melhor é virtude? (O desejo apenas é o começo, o que vale são as realizações.)

d) Quais são as características fundamentais das virtudes?

Observações:

1. Fazer as perguntas aos alunos.
2. Recolher deles as respostas.
3. Concluir que todos nós temos necessidade de cultivar virtudes, praticando-as.

Item 3. Como se pode ser humilde, modesto, sóbrio? (Retirar do capitulo 25 as características indicadas.)

Observações:

1. Obter dos alunos as idéias a respeito.
2. Solicitar-lhes exemplos.
3. Indagar se haveria dificuldades em praticá-la.

Item 4. Como se pode ser resignado? (Retirar do capítulo 26 as características indicadas.

Observações:

1. Obter dos alunos o que pensam a respeito.
2. Solicitar-lhes exemplos.
3. Saber das dificuldades na prática.

6ª aula — As Virtudes a Serem Cultivadas (II)

Item 1. Como vivenciar Afabilidade e Doçura? (Reportar-se ao capítulo 29.)

Comentários:

a) Entende que a afabilidade e a doçura são formas de manifestação da benevolência, fruto do amor ao próximo? Por quê?
b) Podemos aparentar socialmente afabilidade sem a sentirmos de coração? Isso tem algum valor?
c) Como è ser afável? Cite algumas situações em que podemos ser afáveis de coração.

Observações:

1. Desenvolver com os alunos as respostas às perguntas feitas.
2. Procurar exemplificar com casos e situações.
3. Conscientizar que as pequenas dificuldades de aplicação podem ser vencidas.

Item 2. Como perdoar sempre?

(Reportar-se ao capítulo 31.) Comentários:
a) O que nos impede de perdoar sempre? (O nosso orgulho.)
b) A visão estreita da grandiosidade da Criação seria uma explicação para as nossas reações tão personalistas e inflexíveis?
c) Exemplifiquemos algumas situações em que podemos exercitar o perdão.

Observações:

1. Trabalhar com os alunos nas respostas dadas por eles mesmos.
2. Procurar mostrar exemplos práticos na vida diária.
3. Conscientizar que as dificuldades de perdoar devem ser superadas com nosso esforço.

Item 3. Como reagir com brandura e pacificação num mundo de violências e agressões?
(Referir-se ao capítulo 32.)

Comentários:

a) Por que reagimos frequentemente com violência aos que nos agridem?
b) Será a falta do conhecimento da nossa destinação evolutiva, o motivo de permanecermos em conflitos?
c) Podemos colaborar nas mudanças dos sentimentos humanos? Como?
d) Exemplifiquemos algumas situações em que podemos ser brandos e pacíficos.

Observações:

1. Movimentar com os alunos as respostas às perguntas feitas.
2. Buscar ilustrar com exemplos comuns.
3. Concluir que para transformar o mundo de violência cada um deve colaborar com a sua parte, praticando a brandura e a pacificação.

Item 4. Faça a sua Avaliação Individual — Prática:

Numa folha de papel, ou mesmo num caderno separado, pode-se solicitar dos alunos que façam em classe sua própria avaliação por alguns minutos, posicionando-se em relação a cada uma das virtudes estudadas.
As auto-avaliações poderão ser recolhidas para análise pelo expositor ou pelo coordenador do grupo, devolvendo-as depois, na aula seguinte, com algumas recomendações esclarecedoras e úteis.

7ª aula — Como Fazer uma Auto-Análise

Item 1. Quais as fases do método de auto-análise sugerido? Resposta:

lª fase: Preparação
2ª fase: Sintonia espiritual
3ª f ase: Reflexão
4ª fase: Detalhamento
5ª fase: Renovação
(Basear-se no capítulo 39.)

Comentários:

a) Quando aplicaríamos a auto-análise?
b) Podemos nos auto-analisar sem que alguma ocorrência marcante nos leve a fazê-la? Quando? (Diariamente, como o fez Santo Agostinho.)
c) Em que consiste cada fase do método de auto-análise sugerido? (Ver capítulo 39.)

Observações:

1. Comentar a experiência de Santo Agostinho, apresentada na resposta à pergunta 919-a do Livro dos Espíritos.
2. Obter dos alunos suas idéias sobre as respostas às perguntas a) e b).
3. Ensinar o método explicando como seguir cada fase do mesmo.

Item 2. Escolha individual de uma situação vivida para aplicação do método de auto-análise.

Observações:

1. Solicitar aos alunos que tomem papel e caneta para fazer anotações.
2. Levá-los a um retrospecto, na semana transcorrida, dia por dia, fazendo-os localizar algum acontecimento que tenham vivido com impulsos íntimos que devam ser corrigidos.
3. Caso tenham individualmente alguma situação vivida anteriormente à semana que passou e que seja importante analisar, poderá ser a mesma utilizada.

Item 3. Prática individual do método de auto-análise. Procedimento:

1° Conduzir os alunos à 1ª fase - Preparação - conforme ensinado;
2° Conduzi-los à 2ª fase — Sintonia Espiritual —, como já conhecido;
3° Fazer, sobre o acontecimento que cada um escolheu, a aplicação da 3ª fase — Reflexão — que, individualmente, os alunos elaborarïo em silêncio;
4° Levá-los agora à 4ª fase —Detalhamento em que cada um responderá a si mesmo, anotando:

a) O que deu origem ao acontecimento?
b) Quais os impulsos íntimos vividos?
c) Quais os motivos ou as causas que geraram os acontecimentos?
d) Quais as consequências provocadas?

5° Conduzi-los, agora, a verificar se estão intimamente dispostos a se renovarem, ou seja, a trabalhar para se corrigirem, iniciando a 5ªfase —Renovação;

6° Pedir aos próprios alunos que relacionem, agora, o que devem fazer para se corrigir, tomando como metas a seguir.

Item 4. O que acharam da experiência?

Comentários:

a) Quais as dificuldades encontradas?
b) Seguiram bem fase por fase?
c) Poderão repetir a prática sozinhos?

Observações:

1. Obter uma avaliação da prática realizada com os alunos.
2. Conhecer as dificuldades comuns para aprimorar a prática que deverá ser feita depois pelos alunos isoladamente.
3. Motivar os alunos a repetir sempre a prática, sozinhos em casa.

8ª aula — Como Programar a Nossa Reforma Intima

Item 1. Podemos dirigir os nossos esforços de auto-aprimoramento com maior eficiência?
Resposta:
- Sim, aplicando os mesmos com disciplina, estabelecendo nossas metas a cumprir, dentro das próprias possibilidades. (Antes de responder, obter as impressões dos alunos sobre a pergunta feita.)

Comentários:

a) Quais as metas básicas a serem alcançadas no trabalho de auto-aprimoramento? (Eliminar vícios, remover defeitos, cultivar virtudes.)
b) Como iniciar o trabalho de eliminar os vícios? (Preenchido o Quadro l: Resumo dos Vícios.)
c) Que processo usaria para eliminar os vícios? (Fixando resultados progressivamente menores.)
d) Alguém já teve experiências reforçando a vontade com auto-sugestões? Observações:

1. Movimentar com os alunos as respostas às perguntas feitas.
2. Deixar as metas estabelecidas.
3. Apresentar o Quadro l e o Quadro 2 do capítulo 40.
4. Comentar o método de fixar resultados progressivamente menores.
5. Indicar algumas auto-sugestões a serem usadas. Item 2. Como combater, na prática, os nossos defeitos?

Comentários:

a) Como examinar os defeitos relacionados? (Observando-os isoladamente por 5 a 7 dias e respondendo às 15 perguntas indicadas no capítulo 40. Preenchendo o Quadro n° 4.)

b) Como podemos contar as ocorrências dos defeitos? (Veja no capítulo 40 — Preenchendo o Quadro n° 6.)

c) O que devemos nos propor na prática? (Diminuir sempre o número de ocorrências dos defeitos.)
Observações:

1. Dinamizar, entre os alunos, sugestões a serem utilizadas na prática.
2. Mostrar o método sugerido no capítulo 40 como uma alternativa.
3. Conscientizar que todos podem diminuir o número de ocorrências dos defeitos.
4. Sugerir, se desejarem, a aplicação individual do método apresentado. Item 3. Como cultivar as virtudes, praticamente?

Comentários:

a) Para quais renovações devemos conduzir nosso esforço de aprimoramento?
b) Como fazê-lo na prática? (Substituindo os defeitos pelas virtudes que os correspondem. Exemplificar com o trabalho do lavrador.)

Observações:

1. Obter sugestões próprias dos alunos.
2. Mostrar que o processo discutido é de esforço mental e realizado com o sentimento.
3. Reforçar que todo indivíduo pode e deve cultivar virtudes.
4. Fixar o processo discutido com um método a seguir.

9ª aula — Como Trabalhar Intimamente

Item 1. "Não existem paixões de tal maneira vivas e irresistíveis, que a vontade seja impotente para as superar?
— Há muitas pessoas que dizem: 'Eu quero', mas a vontade está somente em seus lábios. Elas querem, mas estão muito satisfeitas que assim não seja. Quando o homem julga que não pode superar suas paixões, é que o seu Espírito nelas se compraz, por consequência de sua própria inferioridade..."
(Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Pergunta 911.)

Comentários:

a) Ninguém carrega um fardo maior do que pode suportar. Relacionar esse princípio com os defeitos que cada um tem.
b) Haverá algo tão irresistível que não possamos conter?
c) Como acontecem as lutas íntimas quando queremos controlar nossos desejos grosseiros?
(Colocar, cada comentário por vez, na forma de pergunta aos participantes, fazendo considerações sobre questões práticas, colhendo contribuições que os alunos façam.)

Item 2. Além da auto-análise, diante dos perigos, como trabalharmos intimamente? Resposta:

— Aplicando a nossa energia e a nossa coragem para afastar os desejos e as tentações.
(Antes de dar a resposta, movimentar entre os frequentadores as opiniões a respeito, procurando encaminhá-los ao sentido da resposta apresentada.)

Comentários:

a) Exemplifiquemos alguns meios e algumas ocasiões em que precisamos aplicar nossa energia corajosamente.
b) Como são as conversas com nós mesmos?
c) Já experimentou gritar mentalmente, sem articular palavras? (Colher os exemplos citados pelos próprios assistentes, bem como as suas respostas. Enfeixar no final a necessidade de utilizarmos na prática.)

Item 3. O bom hábito de ler e orar pode nos auxiliar a sair dos envolvimentos aos quais estamos sujeitos?
Resposta:
— Sem dúvida, pois além de nos ampliar o entendimento, intensificam nossa sintonia com os planos mais elevados da Espiritualidade, que podem nos encorajar nas dificuldades.
(Antes de dar a resposta, solicitar dos presentes o que pensam a respeito e daí levá-los à necessidade de colocar em prática.)

Comentários:

a) Que tipo de leituras nos elevam?
b) Conhece os efeitos das orações emitidas com profundo amor?
(Movimentar com os alunos, buscando a contribuição deles nas respostas a serem dadas.)

Item 4. Até que ponto veremos concluída a nossa meta nesse objetivo de auto-remodelação?

Resposta:
- Até quando nossas reações e nossos hábitos refletirem naturalmente as construções íntimas do Evangelho, sem que para isso nos custe maiores esforços.
(Antes de citar a resposta, conseguir dos presentes as suas idéias a respeito da indagação.)

Comentários:

a) Poderemos, com o tempo, pelo trabalho constante, imprimir ao nosso espírito apenas impulsos benevolentes?
b) Quanto tempo leva para a isso chegarmos?
c) A que níveis de consciência precisamos atingir?
(Colocar uma pergunta por vez, dinamizando entre os assistentes suas respostas, evidenciando a necessidade da persistência, da paciência e da dedicação.)

10ª aula - Como Desenvolver a Vontade

Item 1. "O homem poderia sempre vencer as suas más tendências pelos seus próprios esforços?
— Sim, e às vezes com pouco esforço; o que lhe falta é a vontade. Ah, como são poucos os que se esforçam!"
(A. Kardec. O Livro dos Espíritos. Perg. 909.) Comentários:

a) Haverá algum meio prático de dinamizar e fortalecer a nossa vontade?
b) Como entendemos o que seja "força de vontade"?
c) Acha que o esforço de algo realizar está ligado à vontade? (Conseguir as respostas dos alunos, fazendo uma pergunta por vez, procurando identificar na prática as experiências individuais.)

Item 2. Num estudo mais direto como poderíamos compreender a vontade? Resposta:

— Como um conjunto de fatores dinâmicos originados no "impulso" que para se concretizar requer "autodomínio", esse se fundamenta em nossa "deliberação" que requer "determinação" para, enfim, se revestir numa realização nas "ações." (Antes de responder solicitar dos presentes as respostas conduzindo-as para os fatores indicados que podem ser identificados entre eles.)
Comentários:

a) Do "impulso" à "ação" como vencer sempre as más tendências?
b) A nossa motivação em lutar pelo auto-aprimoramento pode ser provocada? De que modo?
c) Acha que concentrar esforços num propósito é um dos meios para concretizá-lo?
(Movimentar com os alunos as respostas e colocar o que trata o cap. 42.)

Item 3. As idéias ou pensamentos de alguém podem nos induzir desejos ou necessidades. Será possível explorar os próprios pensamentos para estimular nossas realizações?

Resposta:
— Sim, pela auto-sugestão.
(Movimentar com exemplos apresentados pelos alunos, chegando-se à conclusão da resposta.)

Comentários:

a) Em que consiste a auto-sugestão?
b) Poderá ser indicado algum método para sua aplicação?
c) Cite alguns pensamentos que possamos nos auto-sugerir.
(Discutir as respostas com os assistentes, fazendo-os ver como aplicar em proveito deles.)
ELEVAÇÃO ESPIRITUAL



A elevação espiritual não se nos incorpora à vida:
nem pela prosperidade;
nem pela carência;
nem pelo renome;
nem pela obscuridade;
nem pela cultura intelectual;
nem pela insipiência;
nem pela autoridade humana;
nem pela condição de subalternidade;
nem pelo ajustamento à vida considerada normal;
nem pelos conflitos psicológicos que se carregue;
nem pelos amigos;
nem pelos adversários;
nem pelo elogio;
nem pelo desapreço da injúria.
A elevação íntima depende unicamente de nossa reação pessoal
ao aceitar e usar para o bem tudo isso.

Francisco Cândido Xavier/Albino Teixeira


Renove-se a cada manhã

Quando nos renovamos, abraçamos a esperança, o dia, as horas, e assim construímos um novo mundo sem resistências... E somos paz, e plantamos optimismo ao nosso redor, porque tudo fica mais lindo quando sorrimos.
Respire fundo e considere-se renovado, fortificado, saudável e pronto para as acções positivas que o dia requer. A sua transformação interna surte benefícios no que você faz no exterior
Ah! Quer saber quem eu sou ?
- Sou a nova sementinha da renovação que pede morada em seu coração!

Um carinhoso abraço!
Dois de novembro


O dia dois de novembro é dia mundialmente dedicado a cultuar os mortos.
O culto aos mortos foi uma das práticas fundamentais de quase todas as religiões, mesmo das mais primitivas, e esteve, inicialmente, ligado aos cultos agrários e aos da fertilidade.
Os defuntos, como as sementes, eram enterrados com vistas a uma futura ressurreição ou nascimento.
Pensava-se que, assim como as sementes, os mortos ficavam no solo esperando uma nova vida.
Os hindus comemoravam os mortos em plena fase da colheita, justamente como a festa principal desse período.
Assim, sondando as primeiras manifestações de culto aos mortos, percebemos que a prática foi se desfigurando ao longo dos tempos.
No princípio, o Dia de Finados era uma verdadeira festa em louvor à imortalidade da alma.
Sem aspecto fúnebre, marcava o fim de uma, e o início de outra etapa para o Espírito, que deixava seu corpo no túmulo para germinar outra vez e renascer.
Sabemos hoje que não é possível ressurgir no corpo já morto.
Assim como ocorre com as sementes, que morrem para libertar a vida pulsante de sua intimidade em forma de plantas, flores e frutos, assim também o corpo morre para libertar o Espírito nele cativo.
Fenômeno semelhante ao que ocorre com a borboleta, que deixa o casulo para surgir ainda mais bela e mais livre, acontece com o Espírito, que deixa o casulo do corpo físico e vibra na imortalidade gloriosa.
Dessa forma, os seres amados com os quais convivemos por mais ou menos tempo, não estão cativos no túmulo, de onde até mesmo o corpo físico já se evadiu para formar, com seus átomos, outras formas de vida.
E para demonstrar-lhes o nosso carinho e gratidão, um único dia no ano é muito pouco, para quem verdadeiramente não os deixou de amar.
É importante que cuidemos, com carinho, do lugar que abriga os despojos carnais dos entes queridos, mas tenhamos mais cuidado em manter acesa a chama do afeto que nos une uns aos outros, embora em planos diferentes da vida.
Não os recordemos somente no Dia de Finados, pois que finados eles não são.
Busquemos, sempre, lembrar os bons momentos que Deus nos permitiu desfrutar juntos do lado de cá, para que, ao adentrarmos o mundo espiritual, possamos abraçá-los com o afeto de quem jamais os esqueceu, embora já tenha passado algum tempo.
Tenhamos em mente que os ditos mortos registram os nossos pensamentos. E lembremos que, tanto quanto nós, eles sentem saudades. Por isso, não deixemos para nos lembrar deles somente uma vez por ano.
* * *
O dia 2 de novembro não é efetivamente o dia dos mortos, mas sim, o dia consagrado à imortalidade da alma.
Portanto, seja o dia 2 de novembro, para nós, o dia em que prestamos homenagem especial aos seres amados que partiram para a pátria espiritual, para onde também seguiremos um dia...

Pensemos nisso!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

QUESTÃO DA ESCOLHA


A doutrina espírita nos alerta sobre a liberdade que temos de escolher caminhos em nossa vida: é o livre arbítrio.

Embora muitos desavisados aleguem que essa liberdade é ilusória, devido a tantas imposições da matéria, do mundo moderno, etc, os queridos benfeitores incansavelmente nos esclarecem que podemos sempre selecionar a nossa atitude em presença de qualquer fato ou situação: podemos, a todo momento, optar por aquilo que sabemos ser o correto ou cedermos ante os apelos negativos que ainda permanecem em nós.

Exemplo: diante de uma doença séria, desesperamo-nos e revoltamo-nos contra Deus, dificultando todo tratamento que venhamos a fazer, físico ou espiritual...

Ou, em contrapartida, elegemos acertadamente optar por confiar na Justiça e na Bondade do Pai, executando a nossa parte tanto no tratamento devido, quanto na nossa contínua prática do bem. Essa é a autêntica resignação, palavra tão mal interpretada por muitos de nós...

“Resignação” vem do latim, da junção do prefixo “re” (de novo), com o verbo “signare” (assinar), mais o substantivo “Actionem” (ação); e significa, ao pé da letra, “ação de assinar de novo”. Ora, quem “assina” algo, concorda com esse algo: resignação é atuante, não conformismo como várias pessoas pensam...

Nós já “assinamos” antes de reencarnar, ao participarmos da preparação da nossa futura existência na carne, quando, usando nosso livre arbítrio, pedimos ou apenas concordamos com as situações que se apresentarão em nosso caminho, visando nosso aprendizado e conseqüente aperfeiçoamento. Assim, tudo isso que aceitamos estará presente, “pré-determinado” por nós mesmos, em nossa vida terrena, quando reencarnarmos.

Porém, não está determinado o resultado de cada uma dessas situações, pois sempre dependerá de nós, das escolhas que fizermos perante elas...

Sem dúvida, a melhor dessas escolhas dar-se-á toda vez que seguirmos a Lei do Amoroso Pai, a nós trazida pelo Mestre dos Mestres, Jesus.

E nós conhecemos essa Lei!

Nenhum de nós pode alegar desconhecê-la...

Então, faz-se a seguinte pergunta: “Como estão nossas escolhas?

Realmente adequadas a quem deseja sinceramente se melhorar e tornar-se, um dia, genuíno tarefeiro de Jesus?...

Quais as companhias espirituais que escolhemos, sabendo sobre a “lei de afinidade”, e que nosso pensamento é energia, vibrando em determinada freqüência, e sintonizando com encarnados e desencarnados que vibrem em modo semelhante?...”

O benfeitor Marco Prisco, no livro “Luz Viva”, através da psicografia de Divaldo Franco, oferece-nos o capítulo 11, cujo título é justamente “Questão de escolha”.

Aí, mais uma vez, dedicadamente incentiva-nos a seguir na estrada da evolução, descortinando para nós a realidade daquele que se esforça, de verdade, em “domar as suas más inclinações” (como está em “O Evangelho segundo o Espiritismo”, no capítulo 17, item 4) e avançar rumo à luz: esse estabelecerá “sintonia com vibrações superiores”, consequentemente “recebendo estímulos vigorosos” e alcançando crescentes “harmonia interior e renovação”, tendo “visão mais ampla” e respirando “ar mais saudável”...

Mostra-nos Marco Prisco o mal que faz a si mesmo aquele que, seja por inércia, acomodamento, e até mesmo por pessimismo, estaciona, paralisa-se, “acalentando insucessos” e assimilando “ondas inferiores, cheias de miasmas pestilenciais”, que geram “desequilíbrios e enfermidades”...

E quantas pessoas vivenciam as célebres frases destrutivas:

“Nada dá certo comigo!”,

“Ninguém gosta de mim!”,

“Não vou conseguir, por isso não vou nem tentar!”, ou “Eu vou tentar, mas a tarefa é muito difícil!”...

Vamos resolutamente mudar a colocação dessa conjunção adversativa “mas”, dando-lhe o enfoque positivo da construção:

“A tarefa é muito difícil, mas eu vou tentar!”

E certamente irá conseguir executá-la...

Confiantes no amparo do Plano Maior, deixemos de nos atormentar com “dúvidas e paixões dissolventes”, e escolhamos entregar-nos a Jesus através da decisão de usarmos nosso livre arbítrio com sabedoria, trabalhando no bem, reparando erros, aprendendo sempre, cheios da energia que a fé espírita, raciocinada, claramente nos confere.

Sigamos as recomendações finais de Marco Prisco, que nos oferece o seguinte roteiro:

- “Utilizar acertadamente seu tempo” aqui na Terra: o tempo é um talento do qual também teremos que prestar contas.

- “Insistir no nosso esforço de melhoria”: não desanimemos ante os desfalecimentos ao longo do trajeto; recomecemos com mais força, capacitando-nos com a observação dos nossos enganos, a fim de não repeti-los desastradamente.

- “Eleger ideais nobres”: definitivamente o bem, definitivamente o amor, como nos ensinou Jesus.

Desse modo, indubitavelmente, estaremos fazendo excelentes escolhas.
QUESTÃO DA ESCOLHA


A doutrina espírita nos alerta sobre a liberdade que temos de escolher caminhos em nossa vida: é o livre arbítrio.

Embora muitos desavisados aleguem que essa liberdade é ilusória, devido a tantas imposições da matéria, do mundo moderno, etc, os queridos benfeitores incansavelmente nos esclarecem que podemos sempre selecionar a nossa atitude em presença de qualquer fato ou situação: podemos, a todo momento, optar por aquilo que sabemos ser o correto ou cedermos ante os apelos negativos que ainda permanecem em nós.

Exemplo: diante de uma doença séria, desesperamo-nos e revoltamo-nos contra Deus, dificultando todo tratamento que venhamos a fazer, físico ou espiritual...

Ou, em contrapartida, elegemos acertadamente optar por confiar na Justiça e na Bondade do Pai, executando a nossa parte tanto no tratamento devido, quanto na nossa contínua prática do bem. Essa é a autêntica resignação, palavra tão mal interpretada por muitos de nós...

“Resignação” vem do latim, da junção do prefixo “re” (de novo), com o verbo “signare” (assinar), mais o substantivo “Actionem” (ação); e significa, ao pé da letra, “ação de assinar de novo”. Ora, quem “assina” algo, concorda com esse algo: resignação é atuante, não conformismo como várias pessoas pensam...

Nós já “assinamos” antes de reencarnar, ao participarmos da preparação da nossa futura existência na carne, quando, usando nosso livre arbítrio, pedimos ou apenas concordamos com as situações que se apresentarão em nosso caminho, visando nosso aprendizado e conseqüente aperfeiçoamento. Assim, tudo isso que aceitamos estará presente, “pré-determinado” por nós mesmos, em nossa vida terrena, quando reencarnarmos.

Porém, não está determinado o resultado de cada uma dessas situações, pois sempre dependerá de nós, das escolhas que fizermos perante elas...

Sem dúvida, a melhor dessas escolhas dar-se-á toda vez que seguirmos a Lei do Amoroso Pai, a nós trazida pelo Mestre dos Mestres, Jesus.

E nós conhecemos essa Lei!

Nenhum de nós pode alegar desconhecê-la...

Então, faz-se a seguinte pergunta: “Como estão nossas escolhas?

Realmente adequadas a quem deseja sinceramente se melhorar e tornar-se, um dia, genuíno tarefeiro de Jesus?...

Quais as companhias espirituais que escolhemos, sabendo sobre a “lei de afinidade”, e que nosso pensamento é energia, vibrando em determinada freqüência, e sintonizando com encarnados e desencarnados que vibrem em modo semelhante?...”

O benfeitor Marco Prisco, no livro “Luz Viva”, através da psicografia de Divaldo Franco, oferece-nos o capítulo 11, cujo título é justamente “Questão de escolha”.

Aí, mais uma vez, dedicadamente incentiva-nos a seguir na estrada da evolução, descortinando para nós a realidade daquele que se esforça, de verdade, em “domar as suas más inclinações” (como está em “O Evangelho segundo o Espiritismo”, no capítulo 17, item 4) e avançar rumo à luz: esse estabelecerá “sintonia com vibrações superiores”, consequentemente “recebendo estímulos vigorosos” e alcançando crescentes “harmonia interior e renovação”, tendo “visão mais ampla” e respirando “ar mais saudável”...

Mostra-nos Marco Prisco o mal que faz a si mesmo aquele que, seja por inércia, acomodamento, e até mesmo por pessimismo, estaciona, paralisa-se, “acalentando insucessos” e assimilando “ondas inferiores, cheias de miasmas pestilenciais”, que geram “desequilíbrios e enfermidades”...

E quantas pessoas vivenciam as célebres frases destrutivas:

“Nada dá certo comigo!”,

“Ninguém gosta de mim!”,

“Não vou conseguir, por isso não vou nem tentar!”, ou “Eu vou tentar, mas a tarefa é muito difícil!”...

Vamos resolutamente mudar a colocação dessa conjunção adversativa “mas”, dando-lhe o enfoque positivo da construção:

“A tarefa é muito difícil, mas eu vou tentar!”

E certamente irá conseguir executá-la...

Confiantes no amparo do Plano Maior, deixemos de nos atormentar com “dúvidas e paixões dissolventes”, e escolhamos entregar-nos a Jesus através da decisão de usarmos nosso livre arbítrio com sabedoria, trabalhando no bem, reparando erros, aprendendo sempre, cheios da energia que a fé espírita, raciocinada, claramente nos confere.

Sigamos as recomendações finais de Marco Prisco, que nos oferece o seguinte roteiro:

- “Utilizar acertadamente seu tempo” aqui na Terra: o tempo é um talento do qual também teremos que prestar contas.

- “Insistir no nosso esforço de melhoria”: não desanimemos ante os desfalecimentos ao longo do trajeto; recomecemos com mais força, capacitando-nos com a observação dos nossos enganos, a fim de não repeti-los desastradamente.

- “Eleger ideais nobres”: definitivamente o bem, definitivamente o amor, como nos ensinou Jesus.

Desse modo, indubitavelmente, estaremos fazendo excelentes escolhas.



O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA





Muita gente acorre hoje em dia aos movimentos religiosos de quaisquer espécies, quer sejam Carismáticos, Deus é amor, e/ou aos Centros Espíritas tentando encontrar um lugar em que esteja bem, tenha a sua paz e receba um pouco de conforto para o seu espírito, de acordo com as suas necessidades.

Todo mundo quer ter um encontro com Deus, todavia a maneira de chegar ao Pai, todo poderoso, Criador de todas as coisas, este é o X do problema, é a dificuldade maior que todos encontram e não entendem porque tal fato acontece.

É, neste sentido, que se busca investigar o porque as pessoas com um certo avanço mental, ainda não conseguiram libertar-se de sua inferioridade de seus impulsos incontroláveis, da falta de conhecimento de se próprio, isto é, o despertar de sua consciência.
Por que o despertar da consciência?

É uma pergunta às vezes fácil, outras vezes difícil de responder, tendo em vista que envolve muitas variáveis de suma importância na explicação do funcionamento do psiquê do ser humano, pois cada um trabalha de maneira diferente, pessoa para pessoa .

Desta feita, o problema se caracteriza ao considerar que as pessoas agem pelo instinto, levando a uma comparação com os animais que podem ser chamados de brutos, isto significa dizer que ainda não alcançou o estado da razão, da sapiência, da liberdade.

Não se pode dizer que alguém despertou da consciência se os impulsos animalescos são mais fortes, ou se algumas vezes tem agido pela emoção, como acontece com alguns que são sentimentalistas, dificultando o auto conhecimento àqueles que querem conhecer a si mesmos.

Como ponto de metodologia do trabalho, buscam-se trabalhar alguns livros, ou revistas especializadas que tratam sobre esse assunto, tentando retirar o máximo possível das informações coletadas, para poder extrair conclusões sérias sobre o que se entende teoricamente por “despertar da consciência”.

Um outro ponto que serve para compreender o despertar da consciência é a observação e a comparação modal para verificar o certo e/ou errado, ao considerar o ponto de vista científico de encarar o verdadeiro sentido da realidade de cada um.

Sem dúvida, o método dedutivo-lógico, acompanhado com o sistema de perguntas e respostas, proporcionam uma melhor compreensão da maneira como vivem as pessoas, e como as religiões influenciam na busca do despertar da consciência, melhorando ou dificultando tal processo.

Como se pode, com a metodologia empregada, entender o que significa “o despertar da consciência”?
Quais são os parâmetros que devem ser considerados para que se compreenda que alguém despertou sua consciência?

Ou, como se sabe que alguém a cada instante desperta sua consciência cotidiana?

São questionamentos que não se podem quantificar com facilidade, ao considerar que a sua subjetividade e abstração denotam algo incomensurável e imperceptível aos sentidos humanos, todavia sente-se a existência desses retrocessos e avanços comportamentais.
Neste sentido, tem-se que o “despertar da consciência” é um processo de aprendizado que pode vir das observações científicas, e passar a ter uma conotação de cunho moral, de evolução espiritual, porque não dizer da raça humana.

“O despertar da consciência” não é algo novo, os filósofos da antiguidade, bem antes de Jesus o Cristo já professavam este pensamento de conhecer-se a si mesmo, da sua auto-consciência e do conhecimento dos seus limites não somente de maneira progressiva, mas também pela ótica da regressividade.

Quantos milhões de anos passaram, cujo ser humano continua a caminhar na sua linha de evolução, e ainda não compreendeu a sua maneira de ser, as suas inferioridades, as suas maledicências numa substituição evolutiva perene.

O ser humano como ser pensante, racional, ainda não conseguiu localizar-se no tempo, nem no espaço, quer compreender tudo e não sabe nada, quer julgar, mas não ser julgado, quer sempre dominar sem ser orientado por aqueles que já conseguiram sua auto consciência e compreensão.

Não se pode despertar da consciência quando se tem uma vida eivada de ódio, de inveja, de raiva, de ganância, de vaidade e de todo tipo de inferioridade que deve dar lugar à paciência, à tolerância, à humildade e a sapiência que é própria dos grandes sábios de todos os tempos.

Conhecer-se a si mesmo é conseguir a liberdade moral, é criar a sua própria luz, pois nesta ótica, tem-se em verdade, a felicidade que todos buscam, mas não sabem onde encontrar, justamente porque o instinto fala mais alto que a razão.

Ter a razão é libertar-se do instinto animal que ainda perdura no ser humano, porém não se pode ter consciência, sem controle dos impulsos emocionais, cujo ódio e rancor impera com todas as suas forças como sobrevivente de reinos inferiorizados, cuja razão ainda não vislumbrou.

Pode-se viver num “despertar da consciência”, se no dia-a-dia, os filhos matam os pais, irmãos matam irmãos, irmãos estupram irmãs, se as velhinhas são atacadas no meio da rua e ao meio dia, tal como acontece nos grandes centros de desenvolvimento e de dinamização da economia?

Pode-se pensar em “despertar a consciência” se os meios de comunicação anunciam cotidianamente as mais graves tragédias da comédia da vida, isto significa dizer, faturar altas somas com as desgraças alheias, tais como miséria, fome, sofrimento e dor de um viver inconseqüente?

Pode-se “despertar a consciência”, quando não se conhece a si mesmo, a sua relação frente aos demais, a sua participação no processo interativo de todos os reinos da criação, tal como a espiritualidade puríssima e perfeita construiu para todos indistintamente?

São questionamentos que todos devem fazer para procurar entender a sua própria trajetória de vida, tendo em vista que cada ser humano é um mundo difícil de compreensão, cuja matéria limita a atuação do espírito, e, este fica sem a liberdade cósmica para a sua satisfação imediata.

Neste tipo de atuação ele se deixa levar pelos seus sentimentos mais inferiorizados possíveis, causando revoltas que lhe fogem ao controle, às vezes invertendo-se ao aspecto da covardia, e da auto destruição em sua sobrevivência no auto progredir.

Desta feita, o ser humano tem por obrigação procurar sua auto educação, para que as dores não se perpetuem com tanta força, no entanto sejam amenizadas pelo despertar da consciência porque tudo depende da razão e da inteligência.

Os momentos nervosos que muitos caracterizam como um stress ou cansaço ou qualquer coisa que o valha, nada mais é do que uma condição do espírito ou alma tentando extravasar o seu interior de tanta inferioridade e falta de aprendizado para a vida eterna que é a sua libertação.

O não aprendizado espiritual faz com que aquele lodo grosso que está dentro do homem, cresça, causando os impulsos inferiores, pois quem tem algum conhecimento moral, espiritual, controla-se e quem não o tem explode e os distúrbios sociais aparecem.

O melhoramento de tudo isto não acontece com a leitura dos livros sacros, nem tão pouco com fidelidade religiosa de qualquer tipo, mas pela auto-renovação do ser humano, é claro que tudo isto ajuda a amainar as energias fortes que tomam conta do corpo humano.

Na modernidade dos tempos, as pessoas primam pela execução de uma arrogância desmedida, procurando sempre sobrepor aos demais, na maneira de vestir, na postura de andar e na imposição da voz para que sua evidência seja sempre preponderante no meio em que se encontra.

Com a arrogância, pari passu, caminha o orgulho dando o suporte necessário para uma aparência de inferioridade que indica a falta de consciência e o desconhecimento de seus próprios limites, como forma de entendimento da vida tal qual se apresenta a todos.

Muitas vezes tem-se um ser humano bastante conhecedor da intelectualidade no plano onde se vive, entretanto, a sapiência por excelência não lhe aparece devido o diferencial entre o saber humano e o conhecimento espiritual, ou a sua liberdade plena.

O “despertar da consciência” independe dos ensinos religiosos, do aprendizado intelectual, e do ensinamento familiar rumo ao amor e à perfeição, todavia exerce um poder muito forte quanto ao dissipar as energias umbralinas e deletérias para a auto consciência de todos que caminham pelos séculos afora.

Inegavelmente, sem essa formação seria bem pior, com dores e ranger de dentes bem mais fortes quanto a este processo de formação de todos aqueles que buscam o caminho da verdade e da vida.

O que na verdade faz “despertar a consciência” do ser humano ou espírito são as quedas, os tropeços que conduzem aos sofrimentos e as dores que ninguém quer suportar, mas quem não quer conhecer a verdade pelo amor, sem dúvida, conhecerá pela dor.

Finalmente, dando uma conotação reflexiva final, pode-se verificar que o “despertar da consciência” depende da evolução espiritual, numa simbiose espírito/alma para se auto libertar das entravas que a vida oferece, como se fosse um jogo de xadrez que necessita ser melhor compreendido.

Em segundo lugar, tem-se que o aprendizado aparece como uma lembrança do passado, mas sempre agregando mais conhecimentos para iluminar os labirintos que se apresentam dentro deste processo de fuga da animalidade em busca da razão.

Por isso, o espírito/alma foi criado como uma bola de neve que sai de ladeira a baixo procurando o melhor caminho enquanto não consegue seu auto controle, calmamente desce pelas valas mais adaptáveis a uma caminhada mais consciente e auto firmada nesta linha de sapiência e luz.



Quanto vale a sua vida?

Você já parou para pensar o que aconteceria se, de repente, você descobrisse que é portador de uma enfermidade que o pode conduzir para a morte, em breve tempo?

Foi uma situação dessas que aconteceu com um executivo que durante 29 anos somente viveu para o trabalho.

As suas jornadas eram de 15 a 16 horas diárias. Férias de 30 dias, jamais!

Então, veio um dia e uma noite de febre.

Ele foi ao médico que diagnosticou nada além de sintomas de gripe, mas a febre persistia.

Exames mais acurados apontaram a possibilidade de ele ser portador de uma grave doença no pulmão.

O executivo descreve sua surpresa e suas decisões assim: “é impressionante como a vida da gente pode mudar de sentido com uma simples radiografia.

O profissional seguro, acostumado a liderar grandes equipes, estava agora à mercê dos médicos, dos exames clínicos e, de Deus.”

Uma forte crise renal aconteceu em seguida e ele viu sua vida toda passar pela mente em minutos.
Medo de deixar de viver era o que sentia.

Queria continuar vivo para ver seu primeiro filho se formar em medicina.

E ele estava apenas no segundo ano.

Queria ver o segundo filho entrar na universidade.

Ele nem vestibular havia feito ainda.

Vinte dias depois, finalmente veio o diagnóstico.

O problema do pulmão não era maligno e ele poderia se tratar no ambulatório.

No período em que aguardava o resultado da biópsia a que se submetera, ele aprendeu muito sobre muitas pessoas e o carinho que elas tinham por ele.

Uma funcionária veio lhe dizer que sua mãe estava orando por ele.

Seu gerente lhe falou que sua mãe também estava orando muito pelo seu restabelecimento.

E ele nem a conhecia. Mas ela estava orando porque ele fora bom para seu filho, um dia

O executivo descobriu finalmente que a mulher com a qual estava casado há vinte anos era muito mais forte do que ele supunha.

Enquanto ele se abalou, ela se manteve de ânimo firme, incentivando-o a crer e esperar o melhor.

E ela mesma deu a notícia da enfermidade do pai para os garotos.

Depois de tudo o que passou, o executivo mudou a sua forma de viver. Acredita que Deus lhe deu um grande presente, ensinando-lhe a verdadeira importância de viver o dia-a-dia, de curtir a família e os amigos, de cuidar da saúde e, de trabalhar com prazer.

Hoje, na condição de professor, ele se envolve com os alunos muito além da sala de aula.

Aprendeu a gostar da chuva e de brincar com seu cachorro.

Passou a dar valor, de fato, à família e aos amigos.

Passou a dividir as tarefas com seus colaboradores, em vez de ser centralizador.

E concluiu, em seu depoimento: “quero viver cada minuto como se fosse o último, já que dessa experiência ficou a impressão de que, na hora do adeus, só restarão os arrependimentos pelo que deixamos de fazer.

“Espero que essa mudança seja perene. Deus me permita aproveitar todo minuto como único, o trabalho como diversão, os amigos com paixão, minha mulher e meus filhos como verdadeiro elixir da longevidade.”

E então?

Quanto vale a sua vida?

Não espere adoecer para descobrir que a saúde é precioso talento, que a família é um tesouro, e os amigos, jóias raras

Pense nisso. Comece desde agora a viver com intensidade, desfrutando de todas as oportunidades.
Não trabalhe somente para produzir, ganhar e crescer. Lembre-se que o crescimento vem do prazer de realizar.

E, num dia de 24 horas, não esqueça de reservar ao menos 40 minutos para exercícios de abraços, beijos e outras delicadas demonstrações de carinho.

Fonte: Revista Exame – agosto/2000 – “A segunda chance”























Sonhei que tinha marcado uma entrevista com DEUS.

__Entre. Falou DEUS:
-__Então, você gostaria de me entrevistar?
-Se tiver um tempinho, disse eu.
DEUS sorriu e falou:
-Meu tempo é eterno, suficiente para fazer todas as coisas; que perguntas você tem em mente?
-O que mais o surpreende na humanidade? Perguntei.
DEUS respondeu:
-Que se aborreçam de ser crianças e queiram logo crescer e aí desejam ser crianças outra vez. Que desperdicem a saúde para fazer dinheiro e aí percam dinheiro para restaurar a saúde. Que pensem ansiosamente sobre o futuro, esqueçam o presente e, dessa forma não vivam nem o presente, nem o futuro. Que vivam como se nunca fossem morrer e que morram como se nunca tivessem vivido.
Em seguida, a mão de DEUS segurou a minha e por um instante ficamos silenciosos... então eu perguntei:
-PAI, quais são as lições de vida que deseja que seus filhos aprendam?
Com um sorriso DEUS respondeu:
-Que aprendam que não podem fazer com que ninguém os ame. O que podem fazer é que se deixem amar. Que aprendam que o mais valioso não é o que se tem na vida, mas quem se tem na vida. Que aprendam que não é bom se compararem uns com os outros. Todos serão julgados individualmente sobre seus próprios méritos, não como um grupo na base da comparação! Que aprendam que uma pessoa rica não é a que tem mais, mas a que precisa menos. Que aprendam que só é preciso alguns segundos para abrir profundas feridas nas pessoas amadas e que é necessário muitos anos para curá-las. Que aprendam a perdoar, praticando o perdão. Que aprendam que há pessoas que os amam muito, mas que simplesmente não sabem como expressar ou demonstrar seus sentimentos.
Que aprendam que dinheiro pode comprar tudo, exceto felicidade. Que aprendam que duas pessoas podem olhar para a mesma coisa e vê-las totalmente diferente. Que aprendam que um amigo verdadeiro é alguém que sabe tudo sobre você e gosta de você mesmo assim. Que aprendam que não é suficiente que eles sejam perdoados, mas que se perdoem a si mesmos.
Por um tempo, permaneci sentado, desfrutando aquele momento. Agradeci a ELE pelo seu tempo e por todas as coisas que ELE tem feito por mim e pela minha família.
ELE respondeu:
-Não tem de quê. Estou sempre aqui, 24 horas por dia.
-Tudo o que você tem a fazer é chamar por mim e EU virei.Você pode esquecer o que EU disse. Você pode esquecer o que EU fiz, mas jamais você esquecerá como EU te fiz sentir com essas palavras.
Então, por favor, arranje um tempo para passar esta mensagem para aqueles de quem você gosta.
" Eu arranjei .." Que todos nós saibamos a cada dia sentir mais e mais DEUS dentro de nós e podermos ser esta Grandiosidade por onde passarmos e para quem encontrarmos durante nossas vidas , a cada instante, sempre!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010











Que acontece com o espírito, quando morre seu corpo?

Existe vida depois da morte?

As pesquisas científicas indicam que sim, e as religiões também afirmam que, de alguma forma, a vida continua depois desta vida, nem que seja em estado latente, aguardando a ressurreição dos mortos.

Só que aí surge uma questão da mais alta importância: se todos havemos de morrer um dia, como estaremos nesse além da vida? Será que vamos ficar armazenados em algum galpão celestial, aguardando o juízo final? Ou quem sabe, prostrados diante do trono divino, em adoração, pela eternidade afora? Ou talvez sentados no beiral de uma nuvem tocando harpa?

Será que uma natureza dinâmica, como a do ser humano, iria suportar um estado de inatividade, inócuo e vazio, por toda a Eternidade?

São os próprios espíritos que têm dado as mais completas explicações sobre esse outro lado da vida. Essas informações têm chegado, principalmente através da psicografia, por intermédio de inúmeros médiuns, nos mais diferentes pontos da Terra e nas mais diversas épocas.

Nessas mensagens, dirigidas em sua maioria a parentes e amigos, os espíritos contam como foi a sua passagem para o mundo ou dimensão espiritual, e como é essa nova realidade.

Também pela TCI – Transcomunicação Instrumental, os espíritos se comunicam através de aparelhos eletrônicos, passando informações semelhantes.

Um dos portadores das mais amplas e detalhadas notícias sobre o mundo espiritual, a vida e atividades dos seus habitantes - através da mediunidade - é o espírito André Luiz, nos 11 livros psicografados por Francisco Cândido Xavier (Chico Xavier): Nosso Lar,
Os Mensageiros, Missionários da Luz, Obreiros da Vida Eterna, No Mundo Maior,
Libertação, Entre a Terra e o Céu, Nos Domínios da Mediunidade, Ação e Ração, Sexo e Destino, E a Vida Continua.

André Luiz nos mostra que esse outro lado da vida é muito parecido com o lado de cá.
Há muitas semelhanças. Ninguém fica vagando no espaço como alma penada, nem tocando harpa no beiral de uma nuvem. O mundo espiritual, para os espíritos, é tão real e dinâmico quanto o mundo físico é para nós.

É por isso que muitos espíritos não sabem, ou não conseguem acreditar que já morreram.
São daqueles que pensam que ao morrer irão para o céu, o purgatório ou mesmo para o inferno, ou então, que a morte irá apagá-los de vez. Mas, ao invés disso, encontram-se quase como antes. Muitos voltam para o lar, para os ambientes do trabalho ou do lazer. Vêem as pessoas, falam com elas, mas as pessoas não lhes dão a menor atenção. Alguns pensam que ficaram loucos, ou que estão vivendo um pesadelo interminável. Muitos assistem ao próprio velório e sepultamento, mas não aceitam a idéia de que aqueles funerais sejam os seus. Espíritos nessa condição são popularmente conhecidos como sofredores.

Uma das atividades dos centros espíritas é o esclarecimento a esses irmãos tão necessitados. Eles se incorporam ao médium e o doutrinador conversa com eles explicando-lhes a realidade. O grupo todo envolve o irmão sofredor em vibrações de paz e de amor.
É como ele se alivia e consegue melhorar a própria freqüência vibratória.

Essa elevação vibratória é necessária para que ele possa ser socorrido e levado para tratamento em local adequado.

Mas há também aqueles que retornam à dimensão espiritual mais ou menos conscientes do que está ocorrendo, ou seja, sabem, ou mesmo desconfiam que desencarnaram, ou “morreram”.

Quando alguém desencarna é muito importante que receba vibrações de paz, em vez das manifestações de desespero que geralmente acontecem nessas situações.

Muitos espíritos têm relatado através da mediunidade seus dramas, sofrimentos e aflições, por causa do desespero e desequilíbrio dos parentes e amigos, após seus desenlaces. Eles dizem que as lágrimas dos entes queridos que ficaram na Terra, suas vibrações angustiadas, chegam a eles com muita intensidade, provocando-lhes sofrimentos e aflições sem conta.

Por isso, diante da morte, a atitude dos presentes deve ser de respeito, serenidade, equilíbrio e, acima de tudo, prece. O recém-desencarnado necessita de paz e de muita oração.

Que é freqüência vibratória?

O pensamento e a emoção produzem o que se conhece como vibração, e o seu teor reflete o que há em nossa alma, definindo a freqüência dessa vibração, desde a mais baixa até a mais elevada que a nossa condição possa gerar.

O escritor Francisco Carvalho, no livro Influências Energéticas Humanas,
elabora uma escala imaginária que vai de zero a cem graus, com os seguintes valores: no grau zero teríamos o ódio, emoção de mais baixo teor
vibratório; nos 10 graus os desejos de vingança; nos 20, a inveja, o ciúme; nos 30, o rancor, o azedume, os ressentimentos e assim por diante, até os neutros, nos 50 graus. Nos 70, já numa faixa positiva, teríamos a esperança; nos 80, a fé; nos 90, a oração e a alegria e, finalmente, nos 100, o amor, a mais forte vibração de teor positivo.

Ainda na escala de vibrações de baixo teor podemos acrescentar as inúmeras “curtições” de natureza inferior, como as mais diversas taras, a crueldade, a perversidade, os muitos tipos de perversão, as conversas voltadas às baixas paixões, os mais diversos vícios, etc.

Já, para elevar o teor vibratório, também podemos acrescentar os sentimentos nobres, as leituras e conversas voltadas para assuntos ligados à religiosidade, à fraternidade, ao amor puro; a alegria sã e a meditação em temas luminosos, enfim, tudo que possa abrir canais entre nós e as forças mais altas da vida.

Quanto a mais informações sobre espíritos e mundo espiritual, há extensa bibliografia a respeito, particularmente pela psicografia de Chico Xavier, inclusive casos em que foram feitas perícias da letra e assinatura do espírito, comparando-se com sua letra e assinatura, quando ainda encarnado, e o diagnóstico dos peritos afirmou tratar-se da mesma pessoa.